Arrumando a casa dos blogs

Recentemente eu criei e excluí um blog. Pois é. O blog que excluí era apenas para desabafos pessoais, principalmente tinha ideias românticas, sobre algumas coisas que eu passava no campo amoroso, e acho que esse tempo da minha vida passou. Agora que casei, começa uma outra época, né, pensar em casa, talvez filhos, outra vida.

O blog que criei é para focar sobre algo que veio se tornando um assunto importante pra mim: comidinhas e diabetes. Talvez seja um blog que não apenas me ajude nos meus próprios registros, mas acabe inspirando a mim mesma e outras pessoas na caminhada com essa doença. Fica aqui neste mesmo condomínio: https://denidiabetica.wordpress.com

Assim, vocês não vão ter que ficar mais me aguentando falar por aqui do assunto. Quem tiver interesse nesse lado também pode visitar o blog novo. Talvez eu passe alguns dos posts daqui pra lá, ainda não é certeza.

E talvez eu dê uma limpada neste próprio blog aqui, hora de apagar umas coisas antigas. Gostaria de comentar aqui apenas sobre filmes, séries e afins. Não vai ter mais posts de “comidinhas”, algumas categorias vão sumir, como “Diários de classe” (que desisti mesmo da faculdade), e “aventuras na Terra”. E, talvez, quem sabe, eu escreva em outro lugar sobre os lugares e as comidinhas novas que conheci.

De qualquer modo, este ainda é um blog pessoal. Não é pra fazer propaganda, nem ganhar dinheiro. É só pra escrever. Obrigada a todos que me visitam!

 

 

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Momo – o retorno

Vem chegando o verão e provavelmente vou passar longe das casas de lámen por um tempo, mas em setembro eu resolvi dar uma segunda chance ao Momo, que fica ali pertinho da Praça da Liberdade, em São Paulo.

Então tá. Vamos começar pelo menu. Eles souberam fazer um cardápio com as variações básicas do caldo (na base de sal/shio, shoyu/molho de soja, ou missô/pasta de soja) e gostei que ficou bem organizadinho.

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Fora os lámens, a casa também oferece algumas outras opções de pratos, como o Udon, e pra sobremesa ainda tem umas opções diferentes (fiquei com muita vontade de provar!).

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Notem que o oniguiri está no preço honesto, metade do Bueno!

Mas, desta vez, num almoço pra dois sem fila de espera na quinta-feira 12:30… resolvemos não arriscar e pedir o tradicional. Eu, pelo menos, agora que já provei alguns lámens na vida paulistana, me convenci que gosto mesmo é do caldo de shoyu, então fui nesse.

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A opção mais popular, mais simples. E tava muito saboroso. A massa do macarrão caseira faz diferença e nos lámens com caldos menos encorpados eles usam um macarrão mais fino. Já no de base de missô, o macarrão é mais grosso. Concordo, acho que combina assim mesmo. O maridão pediu o “missô tyashu”, que vem com acréscimo das rodelas de carne de porco. Dá pra ver também que o ovo foi “curtido” no shoyu.

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É um bom lámen, que tá pau a pau com o Kazu, inclusive considerando os preços. Mas se bate o Jojo? Hmmm… ainda prefiro o “tyashu” deles, mas este daqui é realmente o tradicional do Japão. E desta vez não deu dor de barriga como na outra visita! hahaha.

Cabana Burger

Acho que vou fazer um blog só sobre “desafios diabéticos”, que tal? Comer fora e pela cidade de São Paulo com o desafio de comer bem como diabética. Bem, enquanto este tempo não chega, vamos aos nossos posts usuais de comidinhas (que é só eu registrando pra lembrar tempos depois como era gostoso comer em tal e tal lugar – ou não).

A Veja recentemente lançou sua lista de melhores comidinhas em São Paulo, e o Cabana Burger entra como um dos “bom e barato”. Será que é verdade mesmo? Tantas hamburguerias na cidade…

Fomos num feriado, chegamos relativamente cedo (19h e pouquinho) e sem fila de espera.

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Uma das coisas que me chamou a atenção no website do Cabana foi que o menu deles é muito parecido com o do Shake Shack, uma rede de búrguers que conheci recentemente, quando viajei este ano para NY. Depois, vendo alguns blogs realmente parece que eles gratuitamente se inspiraram no Shake Shack mesmo! Dá pra ver o cardápio completo, inclusive com preços, no site deles.

Para começar – e sem pensar em restrições glicêmicas, porque viemos mesmo para experimentar, fomos de uma porção de Truffle fries e pedimos bebidas. Meu irmão pediu o Hibiscus Pink Lemonade e eu o Chá de Melissa com Capim Santo.

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As batatas estavam gostosas, com o parmesão dando um toque especial, mas nada de tão excepcional. A pink lemonade ganha o rosado dela aqui pelo hibisco, o que foi interessante (não as frutas vermelhas como amora, framboesa ou morango, como é de costume).

Agora, aos burgers. Existem algumas opções do cardápio que são mais sofisticadas, digamos assim, o que eleva o preço para outros exemplares de outras hamburguerias de renome por aí. Pra comparar, pedi um simples, uma opção mais barata (mesmo assim, só o sanduba é 19 reais), o Sunrise:

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E meu irmão pediu a opção mais cara do burger com cheddar, o Melted, que aliás foi recomendação do atendente da casa.

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Certa diferença, né? No preço também: o Melted já fecha em 33 reais.

Já o maridão pediu o Bacon Blast, olha só este bacon!

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Se os lanches são gostosos? São, sim. E pedimos no ponto, o que eles tentam, vai, mesmo no burger mais fino.

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Mas pra dizer a verdade, o que mais gostei foi o que fechou a noite. O cheesecake!

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Eu até que sou uma pessoa fácil de agradar quando se trata de cheesecake, mas digo que já comi vários que não chegavam “lá”. Pois é, este do Cabana é do jeitinho que gosto, a crosta crocante e macia ao mesmo tempo, o gosto do azedinho da calda de frutas vermelhas contrastando com o cremoso da massa, mas sem exageros, e só um cheirinho de queijo também, nada tão acentuado. Pra mim tava ótimo.

Então, se vale a pena? Olha, não acho que seja tudo isso que o povo anda falando, burgers Ok, nem é tão barato assim… O atendimento foi ótimo, a gerente até deu uma passadinha simpática na mesa pra ver se tava tudo bem. Mas acho que o bom e velho St Louis, o Holy Burger ou a Z Deli, ainda ganham pelo lanche.

Divagações de setembro: a tão temida insulina e muito antes da Charlize Theron veio a Mônica

Primavera chegando e só pra não deixar passar mais de um mês sem escrever, aqui, um post de divagações.

1.o último filme realmente gostoso de assistir que fui conferir no cinema foi “Em ritmo de fuga” (Baby Driver / 2017)***, do bendito Edgar Wright. Ainda bem que teve Edgar Wright este ano pra me dar um pouco de ânimo. Noto que nos últimos tempos tenho ido bem menos ao cinema, mas ver um filme desses dá “um gás”. Pra mim seu auge ainda continua sendo Scott Pilgrim, mas os atores que fazem os personagens fazem a gente querer acompanhar esta aventura, o trabalho de efeitos sonoros e mixagem de som mostra como o cara valoriza montagem (hello, sincronia de tiros), cantarolei Easy na manhã seguinte, que expressou tão bem a sensação do Baby naquele momento, até os inserts com aura de sonho da namorada esperando perto do carro valeram.

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2.pessoal reclamou de “A torre negra” (The dark tower/2017)**, coitado do Stephen King, sete livros em um filme só. (Coitado nada, olha só quantas produções surgem com base nos livros dele!) Mas até que não foi tãooo ruim, assim, foi? Matthew McConaughey faz aquele tipo de personagem de olhos fechados, verdade, mas até que o filme foi legalzinho, xenti. Bons efeitos especiais, ação padrão, menino prodígio OK, e o homem de preto mata a médium tão logo cumprido o propósito dela, reclamando de quê?

3.eu queria muito conseguir estudar japonês. A sério. Faz uns 20 anos. Daí, to tentando pelo menos ver alguma coisa no idioma, né, já que ainda não consegui parar pra sentar e treinar kanjis. O último animê que ando vendo é o “Shokugeki no soma” (Food wars?/2015)***, que é bastante divertido! Eu não queria ver a princípio, porque em um dos primeiros episódios parecia muito pornográfico pro meu gosto (toda vez que alguém é tomado pelo sabor maravilhoso de alguma comida, fica pelado e agarrado pelos alimentos… o.O) Mas tirando esses momentos, é legal ver como o personagem principal do Yukihira vai encarando os desafios de aprender e criar pratos dos mais diversos. Se bem que de vez em quando dá uma fominha, realmente dá vontade de comer aqueles pratos! Vamos sendo apresentados por personagens inusitados e o pessoal que criou esta produção realmente fez uma super pesquisa, tem muita coisa ali que a gente nem imagina que existe. Pra quem curte animes, ainda tem o adendo de referências a outras produções famosas (caracterizando cenas de lutas, por exemplo).

4. faz alguns anos que povo anda falando do empoderamento da mulher, inclusive da força da mulher no cinema – e este foi um dos pontos positivos apontados por muitos em “Mulher Maravilha” (Wonder woman/2017)***. Honestamente, acho que o maior mérito da produção foi ter encontrado a mulher certa pro papel (Gal Gadot tem todos os atributos que fazem da personagem adorável). Mas vocês já pararam pra pensar… bem, foi algo que eu pensei, que muito antes de Charlize Theron – nem tanto por Aeon Flux (2005)**, Hancock (2008)**, Atômica (2017), mais por Mad Max: fury road (2015)****, que foi o ápice – uma personagem feminina que realmente “kicked ass” foi a Mônica?! Sim, aquela dos quadrinhos para crianças do Maurício de Souza. Mais do que a própria Hit-girl em Kick-ass (2010)! Sim. Porque ela não precisava ser gostosona, bonitona, ou mesmo “uma gracinha”. A câmera não precisava explorar seus atributos como fez com a Arlequina, em Esquadrão Suicida (2016)*. Ela era dentuça, baixinha, gorducha. Mas kicked ass. Mesmo sendo mulher, e daí. Pronto, falei. Maurício sempre no coração.

5.sim, algum dia, neste blog, existirá um post sobre Game of Thrones, sexta temporada. (mas… ai, que preguiça)

6.e pra terminar este post que tem um pouco de tudo, assim como este blog-balaio-de-gatos, vamos só falar um pouquinho da diabetes. No final de agosto eu voltei na médica, que me indicou o uso da insulina. Desde que eu era criança, sempre ouvi meu avô (que ajudou a cuidar da minha vó até ela falecer, exatamente por complicações da doença), que dizia pra evitar ao máximo entrar na insulina. Minha mãe já toma há algum tempo, meu irmão ainda toma apenas remédios, e a médica disse que provavelmente meu tipo de diabetes é mesmo o MODY, mas os níveis de glicemia estão muito altos. Apesar de o meu pâncreas ainda produzir um pouco de insulina, ela quer que eu baixe bem os níveis e a glicemia glicada (que praticamente indica a média dos últimos dois ou três meses de açúcar no sangue). Um dos temores do uso da insulina é os altos e baixos que vejo minha mãe sofrer, ela acordar de madrugada porque baixou demais, ter que ficar calculando a dose conforme o que comeu ou vai comer. Mas daí a médica me passou esse “novo” tipo de insulina que é a Tresiba. É uma caneta, menos dolorida do que as injeções com seringa, e o efeito de ultra duração, 24h. Ou seja, não há picos do efeito dessa insulina.

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Se houver alguém por aí que chegou a ler este texto, o que você acha? Concorda com a médica? Nos últimos meses eu tenho lido bastante sobre a diabetes na internet, e fico com medo de que eu só esteja antecipando a dependência à insulina, quando na verdade, eu poderia prolongar por um período maior a resposta natural do meu próprio corpo. É lógico, eu sei que tenho que fazer dieta. E vocês lembram daquela história do Dr Rocha? Existe um blog que achei que o cara fala exatamente as mesmas indicações que o doutor, dá uma olhada: sobre dieta cetogênica. É praticamente o programa do Dr Rocha condensado.

Realmente talvez essa dieta funcione, e eu vi outro documentário sobre vegetarianismo. E daí não sei se realmente comer carne à vontade é a melhor coisa, observando os meus próprios dados (tenho medido o nível de açúcar no sangue toda manhã em jejum e marcado tudo o que como). Talvez o melhor seja combinar a ingestão de carboidratos de baixo índice glicêmico e as boas gorduras, peixes, oleaginosas, ovos, canela, folhas verdes. Esses foram alguns alimentos que, pesquisando, são unanimidade para quase todo mundo. Até o Lair Ribeiro fala do ovo e da canela. São os alimentos que todo mundo indica que é bom no controle da diabetes. Inclusive, li sobre a resistência à insulina e me deparei com este artigo sobre aumentar a sensibilidade à insulina.

Na verdade, eu ando bastante preocupada com a Tresiba, porque venho aumentando a dose, mas não parece que está fazendo efeito. Os níveis de glicose continuam como aqueles de quando eu não tomava remédio algum. E daí fico pensando que, se eu realmente conseguir fazer uma boa dieta e incluir exercícios físicos na rotina, eu não consigo evitar a insulina pelo menos por mais algum tempo?

A parte dos exercícios também não é fácil pra mim, sou uma pessoa muito preguiçosa, que prefere ficar quietinha em casa, vendo filminho… Mas este é o meu desafio atual. Tenho tentado ler bastante e me informar, analisar meu próprio caso (porque me parece que diabetes é um pouco diferente para cada um). Porém, vou te contar, tá difícil baixar, viu. Ainda não consegui chegar abaixo dos 150 pela manhã. E pizza e massas, que eu gosto tanto, é o que sobe mais! É isso aí, continuamos na luta.

Cão Véio

Finalmente, chegamos ao final desta temporada de Master Chefe Brasil (amadores)! E eu nem vi as outras temporadas. Talvez só agora eu tive de novo um pouco mais de tempo pra essas coisas? Ou do ano passado pra cá tenho me interessado muito mais por comida?

Eu achava que o cinema era o meu sangue de viver, mas será que de repente eu substituí por algo mais palpável, como comidinhas gostosas? Divagações à parte, adoro conhecer lugares novos pra comer. E este lugar nós quisemos ir ver em boa parte pela influência do Master Chefe, porque um dos sócios da casa é o jurado Henrique Fogaça. Taí um cara que deve ser feliz. Faz música, comida, faz o que gosta. Também quero.

Ok, vamos falar do Cão Véio. Eles estão ali em Pinheiros (R. João Moura, 871), dá pra ir andando da estação de metrô Clínicas. A temática é dos dogs mesmo, presentes nos quadros e nos nomes dos pratos. O som ambiente é rock e o lugar não é muito grande, mas lembra daquela dica? Chegar cedo pra evitar fila!

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Nós fomos numa quinta-feira à noite, super tranquilo. Nesse dia, João pediu uma cerveja da Bélgica, mas eles têm muitas opções, inclusive da própria casa.

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O menu é um caderno simples, mas eficaz, com ilustrações divertidas. Sendo que o mais divertido, é claro, é que cada prato é um cachorro. E as categorias também são separadas apropriadamente, o “Cão magro” é para a parte de pratos mais leves, saladas.

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E eles também têm uma pimenta que parece danada! Está em todas as mesas pra provar, vem em vidrinho de conta-gotas, eu acabei não provando, deve de ser muito forte, “colírio pros zóio”?! Caso queira, pode comprar e sofrer em casa.

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Meu pedido foi o Boxer, porque fiquei interessada em experimentar a tal vinagrete de maçã verde. O hambúrguer para combinar nesse lanche é de lombo e bacon, e estava correto. Mas o pão não segurou. Aliás, percebi que é impossível mesmo, sempre que pedir um lanche com esse tipo de molho, não vou conseguir segurar por muito tempo. Talvez eu passe a usar garfo e faca…

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O que gostei bastante foi o acompanhamento de onion rings. Gosto dessa cebola mais fininha, e tava crocante, bem boa pra vir junto com esse lanche mesmo.

O pedido do Leno já achei mais saboroso, o hambúrguer era de kobe, pegada oriental combinando com o nome do lanche: “Shiba Inu”.

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Desta vez nós não pedimos sobremesa, porque não tinha cheesecake, rs. Mas ficamos satisfeitos. Não é nada de extraordinário, mas com certeza eu voltaria e provaria outras opções. Tem hambúrgueres com combinações diferentes e é mais divertido que o Meats.

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Dale! Milanesa

Este ano teve alguns meses tão corridos que deixei passar vários posts… bem, isso acontece sempre, mas vamos relevar. Pois em maio deste ano tivemos o Burger Fest, né, e eu fui, claro. Lembro que daquela vez eu tinha ido conhecer essa casa que fica ali na Alameda Santos e tinha gostado bastante do hambúrguer, então tinha pensado que queria voltar e provar um “prato tradicional” deles. Pois bem, faz pouco tempo, nós voltamos.

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É um pouco engraçado, não sei definir se existe um estilo no espaço, mas gosto dos móveis vermelhos que combinam com o luminoso, da estante que imita produtos antigos e os quadros divertidos na parede (os acessórios moderno da pintura clássica vão mudando). O espaço é amplo e despojado, e desta vez nós fomos num sábado, eles abrem 19:00 – os horários variam bastante dependendo do dia em que você vai, é bom dar uma conferida antes. O nosso segredo é sempre esse: chegar cedo pra não pegar muita fila e espera na preparação dos pratos! hehe

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Vamos começar com o hambúrguer do Burger Fest. O Guia do Hambúrguer faz uma lista completa dos lanches do festival, e eu leio tudo! Me chamou a atenção a combinação (e eu considero preços também). Era um hambúrguer à milanesa, recheado com queijo, no pão australiano, com gorgonzola, rúcula, mussarela, geleia de pimenta, abacaxi e bacon.

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Talvez não pareça pela foto, mas eu gostei bastante da combinação! No menu regular deles, que vem preso numa prancheta (bem prático pra eles, dá pra trocar com facilidade), tem hambúrgueres e opções de pratos. Tudo, basicamente, a ver com milanesa – e eu gostei, porque a casa tem foco.

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E se for depois das 18h, você tem direito a uma caipirinha de grátis! Olha que beleza. (Embora eu não tenha gostado muito, tava meio amargo, mas o carinha perguntou se estava bom, eu não reclamei, não que eu entenda muito de caipirinha…)

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Os pratos vem também numa tábua, combina com esse estilo cool, mas casual. E no caso das parmegianas, tem essa opção de escolher os acompanhamentos. Eu pedi a parmegiana com cebola caramelizada, rúcula e bacon. Achei a cebola um pouco doce demais. E o acompanhamento foi arroz com ovo e cebolinha (chopsuey) e chips de batata doce – 29 reais.

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E eles tem uma sobremesa que o João (Leno) adora!!! É um sorvete à milanesa, com calda de chocolate.

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Eu não sei se gosto tanto de milanesa (eu sempre confundo com parmegiana, isso também acontece com vocês?), principalmente agora com a diabetes. Se você curte, vai lá, que eles tem boas opções. E não deixe de provar a sobremesa ;)

Lamen Kazu

Num outro post sobre uma casa de lámens da Liberdade, o Aska, eu acabei só mencionando o Kazu. Esta é uma casa tradicional de lámens no bairro, com preços um pouco mais salgados que o Aska, mas também um pouco menos de fila. Aliás, se for pra pensar no preço, a gente come é no Sukiya, né? O macarrão não é artesanalmente gostoso, nem tem caldo super suculento, mas é o mais barato.

O Kazu já é outra história. É do nível do Jojo, que também já comentei por aqui (e eu experimentei o “Tyashu don” deles, que também é ótimo. Aquela carne de porco é demais).

Pois bem, inauguraram há alguns meses uma nova unidade da casa na mesma região do Jojo! E tem um Sukiya ali pertinho também, daí fica ao seu critério do dia, rs. Fica na Alameda Santos, 53, pertinho da Paulista (lá pros lados da Japan House).

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Eu fui lá conferir e o menu é igualzinho ao da casa na Liberdade. E eles também tem a página inicial que explica os elementos contidos num bom lámen.

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Eles tem também alguns lamens diferenciados, como o vegetariano, o Mabo, a versão de Kyushu (ilhas ao sul do Japão). Ou seja, a casa oferece um cardápio bem variado, mas acabo nunca experimentando esses…

O meu pedido desta vez foi bem tradicional, pra ver como ele se compara aos outros lámens. E querem saber? É bom mesmo. O sabor não difere da casa na Liberdade, é uma casa tradicional que consegue manter a qualidade (por isso também a gente paga mais).

Mas realmente faz a diferença, entende? Quando eles conseguem combinar um bom caldo, uma boa massa. Se estiver disposto, vale.

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Shoyu Lamen