St Louis

Não sei se ainda vou continuar com esta saga de uma hamburgueria por mês, porque pra dizer a verdade estou tentando voltar à dieta para diabetes. Passadas as festas de final de ano, voltei a tomar os remédios, tenho tentado comer mais salada no almoço e menos arroz, e mais sopa no jantar. Tivemos alguns dias seguidos de treinamento no templo, o que acabou me fazendo comer mais pão e bolos do que devia, mas pretendo voltar com os ovos no café da manhã.

Porém! Tinha um post que precisava comparecer aqui, eu tava devendo pra este blog também, pois comecei a escrever sobre os burguers de São Paulo e nunca apareceu por aqui um bom e famoso, o St. Louis. Eu já fui lá umas três vezes, mas nunca tinha conseguido tirar fotos boas o suficiente para um post. O lugar tem uma luz avermelhada que atrapalha, mas essa é a única razão de não ter postado, com certeza recomendaria caso se queira comer um bom hambúrguer artesanal na cidade.

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Logo na entrada, tem umas plaquinhas inclusive uma dizendo que o serviço é ruim. Algo como “já avisamos, entre por sua conta e risco”

A casa é pequena, um salão apenas com algumas mesas, então é bom chegar cedo caso não queira pegar muita fila. Esta minha última visita foi na terça antes do feriado, e era umas 19h, a gente não pegou fila, mas esperar meia hora seria normal. Dá pra já pedir alguma bebida ou batatinha enquanto espera lá fora.

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Por dentro, toalhas de mesa quadriculadas e bancos de madeira que não são desconfortáveis. Na parede, plaquinhas e vários itens que nos lembram principalmente os EUA

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Eles tem uma outra portinha ali no Jardins, mas fomos na unidade da Rua Batataes, 242. O menu até que não é tão extenso (o que acho ótimo, porque sou muito indecisa).

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A capa do menu parecia simpática, mas o final é bem direto – não peça o que não temos!

Fiquem tranquilos, apesar dessa brincadeira de que a casa é “mal humorada”, nunca fui tratada mal pelos funcionários.

Eu pedi desta vez a Berrie Lemonade, uma das melhores limonadas da cidade, com fruta de verdade, dá pra sentir os gominhos de limão. Acreditem em mim, tem cada coisa nessa cidade (jamais peçam a Pink Lemonade do The Fifties por exemplo! Aquilo não é lemonade, gentem). E eu já experimentei também a Crushed Lemonade, mas prefiro essa com gostinho de framboesa.

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Quanto aos burguers, acho que o diferencial da casa é o Pepper Crust, um burger que vem com casquinha de pimenta, e é pra quem gosta de pimenta mesmo, porque é ardido. Eu adoro esse e não vi em nenhum outro lugar.

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Desta vez, meu pedido foi o BB burger, que vem com cogumelos paris, rúcula, bacon e recheio de gorgonzola. Saboroso também, e sem ficar pingando sangue como em muitos locais em que pedimos “ao ponto”.

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Pra dizer a verdade, acho que estou ficando fraca pros hambúrgueres, porque esse BB por exemplo é 220g de carne, e foi muito pesado pra mim. Acho que vou começar a pedir burgers mais leves. E eles ainda tem uma opção vegetariana no cardápio pra quem quiser.

De sobremesa, decidimos experimentar, na falta de um cheesecake, o apple pie. Sai pela bagatela de 21 reais, mas o negócio é grande mesmo, com bola de sorvete e chantilly, pra dividir. E tava muito bom, a apple pie quentinha pra contrastar com o sorvete, com toque de canela e pedaços generosos de maçã, docinha sem ser super doce, no ponto.

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A St. Louis já tem um lugar consolidado entre as casas que oferecem um bom hambúrguer em São Paulo. O único senão é ter que ficar esperando, mas eu já experimentei as batatas e outros burguers da casa, vem sempre muito bons e vale a visita.

Game of Thrones – season 06

É, pois é, fiquei devendo pro blog este post final da maratona, que na verdade acabei em novembro do ano passado – mas desde então não tive tempo de parar e escrever. Pois bem, aqui está, eu deixo, vai, pode tocar a musiquinha do Rocky e fazer a voltinha da vitória.

!Mais uma vez lembramos que este blog não acredita em spoilers. Uma coisa é saber que Barb está viva Jon vive, outra é se sentir sufocado naquela batalha e se perguntar “foi pra isso que você viveu, Jon?”

Terminamos! E agora to junto com todo mundo, esperando as duas últimas temporadas pra comentar e me desesperar com vocês. Eu até que gostei bastante desta última temporada, eu sabia que a Cersei não ia deixar barato, que a Arya não ia deixar de ser Arya, que Jon precisava continuar vivo e Mindinho não conseguindo pegar a mãe, ia querer pegar a filha. Gosto dos dragões e quero só ver quando descobrirem que Daenerys não é a última dos Targaryen (ou o Jon podia acabar casando com ela no final, hein, que tal? Casal forte, carismático e bonito). Também quero ver se Jorah vai se curar ou vamos aproveitar mais do poder do Bran, e se Sam realmente se tornará Maister, Clegane da Irmandade, se mais pessoas retornarão dos mortos, Jaime podia largar mão da locona da Cersei e ficar com a Brienne haha, e já pensou se os White Walkers na verdade só querem ser amiguinhos e voltar a viver? Ai, ai, que venha o inverno.

 

E01 – The red woman

Voltamos exatamente ao ponto em que Jon foi esfaqueado por membros da Patrulha e sor Davos o encontra caído, junto com outros de seus amigos, o levam para um quarto enquanto Allister faz seu discurso como Jon traiu a patrulha se aliando aos selvagens. Ramsay também lamenta a morte da filha do senhor do canil, ordenando que seu corpo seja dado aos cães porque a carne é boa; Bolton diz ao filho bastardo que ele precisa de um herdeiro e Sansa para ter todos ao lado deles; seus homens foram mandados à caça de Theon e Sansa, fugindo pela neve, Theon até tenta enganá-los dizendo que a menina morreu (sim, nada mais de Fedor!), mas é a Brienne of Tarth com seu fiel escudeiro Podrick que os salva e jura mais uma vez sua espada à filha dos Stark. Em Kingslanding, Jamie retorna sem Myrcella e Cersei percebe que a profecia da bruxa na floresta estava certa; a rainha Margaery que roubaria o lugar de Cersei, porém, continua nos calabouços sendo estimulada a confessar seus pecados. Em Dorne, o príncipe é morto pela amante do seu irmão, que lhe joga na cara que o povo tem repulsa por ele não ter feito nada diante das mortes dos Martell, seu filho Trystane também pode “escolher” com qual filha da areia lutar, mas sem chance. Em Meereen, Tyrion dá uma voltinha com Varys pela cidade fantasma, percebe o poder da voz dos religiosos de vermelho e vê os navios serem atacados no porto; enquanto isso, Jorah e Dario encontram a ossada que Drogo deixou e o local de grama gasta em que Daenerys deixou seu anel para indicar que foi levada por um bando de dothrakis; a Mãe dos Dragões é levada até o Khal Moro, que se mostra interessado na mulher até descobrir que era esposa de Khal Drogo, então ela será levada para o templo em que ficam as viúvas. Em Bravos, Arya virou cega mendiga e ainda tem que lutar com a menina sem nome com cabo de vassoura. Voltando ao Black Castle no norte, o quarto de Jon está fechado e Sor Allister busca um acordo, sor Davos lembra que além de buscar ajuda dos selvagens, podem recorrer à bruxa vermelha, que tristonha em seu quarto prefere dormir sem seu colar mágico, revelando a verdadeira forma.

 

E02 – Home

Bran está na caverna da árvore de raízes enormes com o “corvo de três olhos”, volta a uma cena do passado quando seu pai era jovem e Hodor falava; lá fora Meera é incentivada por uma das garotas mágicas da floresta a cuidar de Bran, porque ele vai precisar aí pelo mundo afora. Em Kingslanding, vemos que Montanha punirá até mesmo um cidadão que faz chacota da Rainha Mãe Cersei, mas a pedido do rei ele não faz nada contra os outros da Guarda que a impedem de ir ao velório da filha Myrcella; no Septo, Tommen e o pai Jamie conversam, Jamie vai ficando enfurecido com o tal Alto Pardal, mas vê que não pode enfrentar sozinho os homens da Fé Militante ali; Tommen se desculpa com a mãe que não queria perdê-la de novo e por isso a impediu de ir ver Myrcella. Em Meereen, Tyrion conversa com Varys, Missandei e Verme Cinza sobre dragões e decide ir até lá soltar os outros dois dragões de suas correntes, contando que sempre quis ter um dragão. Na neve, Sansa descobre que Arya ainda está viva por Brienne, e Theon avisa que não seguirá com eles até Castle Black. Em Winterfell, o maldito do Ramsay consegue assassinar o pai assim que chega a notícia de que o bebê da esposa gordinha dele é um menino (e seu reinado ameaçado), na frente de um dos Kastark que veio lhe aceitar aliança, e ainda por cima deixa a mãe e o bebê para os cães. Em Pyke, a irmã do Theon tenta conversar com o pai que é irredutível e vai ter um encontro mortal na ponte suspensa, sob tempestade, com o irmão; o funeral dos das Ilhas de Ferro é levar o corpo para o mar. Na muralha, após os selvagens chegarem e Tormmund constatar a morte de Jon, Davos vai procurar uma Melisandre descrente do poder que possa ter, mas que acaba realizando um ritual para trazer Jon de volta, e ninguém tava muito acreditando, nada acontece, todos saem… quando Jon abre os olhos!

 

E03 – Oathbreaker

Jon acorda dos mortos e Melisandre pergunta o que ele viu, ele diz que não tinha nada; diz a Davos que falhou, mas o ex-conselheiro de Stannis diz para ele simplesmente continuar; aparece diante de todos e cumprimenta seus incrédulos amigos Tormmund e Ed. Samwell Tarly, por sua vez, está numa viagem de navio com Gilly, diz que ela não poderá ficar na Cidadela, então vai levá-la até sua família como se o pequeno Sam fosse seu filho. Voltamos ao passado mais uma vez com Bran, na cena em que seu pai Ned vai buscar a irmã que foi levada pelo Targaryen, primeiro depara-se com o melhor esgrimista que já vira, Arthur Dayne, luta de espadas, e é com um golpe pelas costas que o Targaryen cai; Bran chama pelo pai num ato impulsivo, que parece ouvi-lo, mas voltam da “visão” e o velho na árvore diz que Bran não ficará ali pra sempre, mas precisa aprender (escuta ele, esse cara jogou xadrez com a morte, gente!). Daenerys chega ao templo das viúvas, tendo que trocar de roupa e esperar pela sentença dos Khal sobre seu destino, já que era para ela ter vindo logo que Drogo morreu. Em Meereen, Varys negocia com uma informante em troca de um melhor destino em Pentos para ela e o filho, e vai relatar a Tyrion, Missandei e Verme Cinza, que estavam no meio de uma conversa amigável, sobre os mestres de Astapor e Unkai estarem financiando os filhos da Harpia. Em Kingslanding, Qyburn recruta muitos “passarinhos”, crianças que vão lhe servir em troca de docinhos; Cersei quer saber quem fala mal dela pela cidade e depois entra na sala do conselho, com seu tio, Tyrell e Pycell, e até Olenna, que se recusam a conversar incluindo ela e Jamie na conversa. Em Bravos, Arya continua seu treinamento de luta no templo do Deus de muitas faces, reganhando agora seus olhos. Em Winterfell, Ramsay recebe a visita de Lorde Umber, que vem pedir ajuda porque Jon Snow deixou os selvagens passarem para este lado da Muralha, em troca ele entrega o irmão Rickon, que foi pego junto com Osha, e também a cabeça de um lobo (nãooooo! Por que ficam matando os lobos? Gosto tanto dos lobos, shuiff). Na Muralha, Jon tem que se preocupar em punir os que traíram a Patrulha, matando o Lorde Comandante, são enforcados na frente de todos e Jon entrega seu posto a Ed.

 

E04 – Book of the stranger

Ed tenta convencer Jon a ficar, quando chega Sansa, Brienne e Podrick, os irmãos se reencontram e após um bom banho, Sansa pede a Jon que a ajude a retomar o norte; Brienne também conta a Davos e Melisandre sobre ter dado o golpe de misericórdia em Stannis. Mindinho está de volta ao Ninho da Águia, onde seu sobrinho cresceu mais um pouco com muito poder em mãos e demonstra mesmo para um antigo aliado como ele tem influência sobre o garoto, o jovem concorda em ajudarem com suas tropas a tirarem os Bolton do norte. Em Meereen, Tyrion recebe os mestres de Astapor e Unkai para negociar, oferece 7 anos para acabarem com a escravidão e tem que se explicar depois com cidadãos de Meereen, discutir com Verme Cinza e Missandei sobre sua estratégia para tentar recuperar a cidade, o líder dos imaculados não acredita numa possível conciliação, pois não veem os escravos como gente. Jorah conhece os costumes dos Dothraki e junto com Daario chegam até onde fica o templo das viúvas, pretende infiltrar-se na cidade, mas Daario não deixa sua adaga e acabam matando dois que não acreditaram que eram comerciantes; Daenarys ouve histórias das viúvas, todos os Khal acham que dominarão o mundo, vai com uma pegar água quando são abordadas por Jorah e Daario, mas a filha da tempestade não pretende fugir. Em Porto Real, Margaery conversa com o Alto Pardal e pode ver Loras, ele não aguenta mais e ela parece ter se rendido às ideias religiosas; enquanto isso Cersei tem uma conversa com o filho rei e junto com Jamie decide ir ter com o tio e Olenna, tentar convencê-los a colaborar para que acabem com essa seita; o tio quer ter seu filho que se tornou um da Fé Militante de volta, teme uma guerra civil, mas Olenna acha melhor muitos morrerem do que eles próprios. Theon consegue retornar a Pyke, mas garante à irmã que não tem nenhuma pretensão de governar. Ramsay chama Osha que tenta seduzi-lo, mas acaba degolada; e na Muralha, chega sua ameaça, com Jon e Sansa descobrindo que ele está com o irmão Rickon, mas não há homens suficientes para enfrentá-lo. Daenerys é levada para o templo de Dosh Khaleen, mesmo local onde Khal Drogo tinha prometido que seu filho cavalgaria o mundo e ele enfrentaria os homens de armadura de ferro, os Grandes Khals discutem o que fazer com ela, os mestres de Unkai pagariam um bom preço, mas a Khaleesi discursa que eles discutem assuntos pequenos, não estão prontos para liderar os dothraki à grandiosidade – ela sim! E bota fogo no templo, incendiando os Grande Khals, e saindo de dentro do fogo para uma multidão que se curva à Não Queimada.

 

E05 – The door

Sansa recebe a visita de Baelish Mindinho e lhe pergunta o que acha que Ramsay fez com ela, ainda dói mesmo agora, e ela recusa sua ajuda, mas o agora senhor do Vale diz que ela precisará de um exército fiel. Arya continua seu treinamento, Jaqen conta sobre o início dos homens sem rosto, que eram escravos de Valíria e depois que o Deus de Muitas Faces ensinou como trocar de rosto, prestavam serviços em troca, agora Arya poderá ser um desses homens que fundaram Bravos, recebe a missão de envenenar uma atriz; assiste à peça paródia dos acontecimentos no reino e vai até os bastidores observar os atores que conversam alegremente, adivinha que foi a atriz mais jovem que encomendou a morte da melhor atriz que faz Cersei. Bran tem uma visão do passado, com as meninas das florestas colocando vidro de dragão no coração de um homem e seus olhos se azulando; volta e uma das meninas diz que foi porque estavam em guerra contra os humanos. Em Pyke, há um debate e Yara se candidata a governar, mas nunca aceitaram a liderança antes de uma mulher, Theon que seria o herdeiro na fila, apoia a irmã; o tio deles, Euron (e ele não se parece mais com Theon do que o que era o pai?), aparece reivindicando a posição, expõe os sobrinhos e admite que matou Balon porque não os levara a lugar algum, esteve “vagabundeando” pelo mundo e sabe do grande exército que Daenerys reuniu, quer oferecer casamento e formar assim a maior frota que o mundo já viu; consegue que o elejam, mas durante a cerimônia de posse, uma espécie de purificação com água do mar, Theon e Yara conseguem fugir com os melhores navios e grande parte dos homens de ferro. Diante de uma aparente paz em Meereen, Tyrion agora procura a ajuda dos sacerdotes vermelhos para que o povo venere e acate a Rainha dos Dragões, uma espécie de sacerdotisa líder afirma que não precisa dissuadi-la, mas Varys confronta o fato de outra “serva” do Senhor da Luz ter acreditado em Stannis e esta lhe responde que homens podem errar, mas todos tem um papel a cumprir em dado momento, lhe intimida perguntando se lembra de quando o feiticeiro jogou suas partes no fogo (e como ela sabe disso? Oras, esses sacerdotes sabem de tudo. E ela parece com a Rachel Weisz, não? Mais bonitona que a Melisandre, não passou pela cabeça de todo mundo se todos os sacerdotes são na realidade velhos?). Sem o velho da árvore, Bran faz outra “viagem” e vê o exército dos mortos-vivos, um dos cavaleiros dos White Walkers acaba tocando nele e o velho pede para que todos partam, chegou a hora de Bran tomar seu lugar. Na Muralha, discutem estratégias, as casas que podem se tornar aliadas, e Sansa solta uma informação escondendo que foi Baelish quem a dera, sobre o tio Black Fish que retomou Riverrun (Correrio); Brienne fica encarregada de ir buscar seu apoio e antes de partirem todos na busca por aliados, Sansa entrega a Jon um manto semelhante ao do pai. A caverna da grande árvore é encontrada pelos White Walkers, e Bran está numa visita ao passado junto com o velho, ao mesmo tempo em que Meera e Hodor tem que ajudar a levar Bran embora, o velho é morto por um dos líderes dos White Walkers e nesta sequência (excepcional!) com paralelismo entre passado e presente, as meninas da floresta lutando enquanto os outros fogem, compreendemos como Hodor ganhou seu nome ficando epiléptico no passado por um acontecimento no futuro! (Final de episódio impecável).

 

E06 – Blood of my blood

Meera continua puxando Bran pela neve e ele não acorda, alguns dos mortos vivos conseguem alcançá-los e surge um cavaleiro com bolas de fogo para salvá-los – mais tarde descobrem que é o tio Benjen, salvo por crianças da floresta com vidro de dragão. Sam e Gilly chegam à casa da família em Vila Velha, conhecemos a mãe dele que é um amor, a irmã cresceu durante sua estada na Patrulha e vestem Gilly com um vestido bonito; no jantar, o pai de Sam tenta humilhá-lo e Gilly defende dizendo que ele já matou um White Walker, o pai fica mais bravo ainda por compreender que ela é uma selvagem e que a espada Veneno do Coração que está na família há 500 anos, de aço valiriano, nunca será empunhada pelo seu primogênito; à noite Sam explica a Gilly que só quer que ela fique segura, mas acaba propondo a ela fugirem, e ainda leva a espada com ele! Em Bravos, Arya assiste à cena no teatro e consegue colocar o veneno na garrafa da atriz, que pergunta à Arya quantas vezes já tinha visto a peça, conta sua própria história de como se juntou à trupe, e no final Arya a impede de beber e ainda fala que a atriz mais jovem quer matá-la; depois vai recuperar sua espada, enquanto a menina sem nome avisa Jaqen e consegue permissão para acabar com Arya. Em Kingslanding, Margaery conversa com o rei Tommen sobre ter mudado de ideia quanto ao Alto Pardal; os cavaleiros Tyrell se unem no comando de Jaime para impedir a expiação da rainha pelas ruas da cidade, mas o Alto Pardal evita a luta tendo feito uma aliança já com o rei, de que a igreja e a coroa estão unidos agora para reger a cidade; Jaime será dispensado da Guarda Real para ir retomar Riverrun, discute com Cersei, mas ela o aconselha a ir que seu julgamento será por combate. Walder Frey recebe a notícia dos filhos e fala para levarem Edmure, o sobrinho de Blackfish, para negociarem a saída de Correrio (Riverrun). Passando por caminhos desérticos, Daenerys sente de longe quem se aproxima, mesmo com a conversinha de Dario, Drogo chega e ela faz um discurso em seu dorso para os dothraki lutarem ao seu lado e conquistarem os sete reinos.

 

E07 – The broken man

E não é que o Hound ainda está vivo?! Foi salvo pelo líder de um grupo meio sociedade alternativa, que estão construindo algum lugar para rezarem e Hound conversa falando que já fez muitas coisas no passado. Margaery conversa com o Alto Pardal como se realmente tivesse se convertido e ele adverte sobre a “rainha dos espinhos” sua avó Olenna; com a Septa Unella sempre junto e elas não podendo conversar livremente, Margaery só pede para que a avó se vá da cidade e lhe entrega em segredo o desenho de uma rosa (ela ainda é fiel à sua casa). Jon Snow tenta convencer os selvagens a lutarem com ele por Winterfell, mesmo sabendo que os homens de lá são muito numerosos e não é a luta deles, o gigante apenas acorda: “Jon Snow”. Jamie marcha com Bronn ao lado, que mesmo sendo mercenário sabe que eles nem fizeram trincheira direito, para o acampamento que está cercando Correrio; os irmãos Frey tentam dissuadir Black Fish, mas ele nem se abala com a possível morte do sobrinho; Jamie quer tomar a liderança e consegue uma audiência com o irmão da morta Catelyn Stark; ele não pretende entregar o castelo porque nasceu ali e o protegerá, tem provisões para dois anos e só foi ter com o Lannister para se desapontar em ver com quem estava lidando. Sansa, Jon, Davos e sua comitiva chegam na Ilha do Ursos, cuja comandante agora é uma menininha de gênio forte e palavras firmes, ela acaba cedendo mais pelo carisma de Davos do que os motivos sensatos que apoiam – uma guerra contra os mortos? E a casa Glover também não quer saber, conclamaram Robb o rei do norte, mas quando tiveram sua casa tomada pelos homens de ferro ele não estava lá, a casa Stark está morta; nos campos nevados, Sansa e Jon discutem, ela sabe que não tem homens suficientes e envia em segredo uma carta. Num prostíbulo no meio do mar(?) Yara faz o irmão Theon beber como homem de verdade e o urge a se recompor para retomarem as ilhas de ferro. Lá na comunidade que acolheu Hound, o líder discursa sobre nunca ser tarde para voltar a fazer o bem, ele próprio já matou no passado; são abordados por homens da irmandade e Hound recrimina o líder por tratá-los bem, pois voltarão e os saquearão, prefere continuar cortando mais lenha enquanto vão tomar sopa e quando volta ao local da construção, descobre todos mortos, não hesita em pegar o machado. Em Bravos, Arya compra uma passagem de volta a Westeros, num segundo em que observava o horizonte, é esfaqueada pelas costas e cai na água.

 

E08 – No one

Arya procura a atriz de teatro e ela a ajuda, fazendo curativos e dando remédio. Hound vê alguns homens jogando papo fora e mata um que nem sabe dar as últimas palavras. Cersei é convocada pelo Alto Pardal a vir para o Septo, mas se recusa, os homens da Fé Militante dizem que se não vier haverá violência, e a Rainha Mãe tem o Montanha, então, escolhe violência (claro!). Brienne of Tarth chega com Podrick em Riverrun, entra no acampamento de Jaime e conversam, que ela encontrou as meninas e que Sansa pediu para vir conversar com o tio Black Fish, mas caso o homem não aceite ir ajudá-la, não gostaria de ter que lutar contra Jamie; o homem é teimoso, primeiro duvida das intenções de Brienne, depois reconhece que Sansa seja igual à mãe, mas mesmo tendo homens, ele precisa defender a sua própria casa. Em Meereen, Tyrion, Verme Cinza e Missandei passam tempo, com Tyrion tentando fazê-los contar piadas, mas são surpreendidos pelas frotas de Astapor e Unkai; são atacados e Tyrion percebe a besteira que fez, achando que a cidade estava voltando a ter vida, também se despedindo de Varys que parte para algum lugar, e eis que chega Daenerys de volta. Jaime tem uma conversinha com Edmure, como admirava Cat, que se parece com Cersei na questão de serem mães e quererem proteger os filhos, Jaime a ama e vai jogar o filho de Edmure por catapulta se for preciso; o sobrinho de BlackFish aparece nos portões, sendo o Lorde, os homens são impelidos a obedecer e abrir os portões, Jamie adentra com os exércitos para tomar o castelo e quando chega no topo da torre avista um barquinho com Brienne e Podrick indo embora, Blackfish não vai com eles e garante que Brienne servirá Sansa bem melhor do que ele serviria. Clegane “Hound” encontra outros homens sendo enforcados por homens da Irmandade que os julgaram por terem traído e acabado com um septo e seus aldeões; após o enforcamento, propõe que Clegane ainda pode fazer muita coisa boa. Em Bravos, a atriz é morta quando vai buscar um remédio, pela menina sem nome, que persegue Arya pela cidade  (e não é legal, como ela estava convalescente e agora pula e rola pela cidade de pedras?). E ainda corta a luz da vela para lutar com sua espada com essa tal menina que parece um T-1000 do Exterminador do Futuro? E vence? E vai dizer na cara do Jaqen “A menina é Arya Stark de Winterfell”! uhuhu Jaqen até dá um sorrisinho consentindo que ela se vá.

 

E09 – Battle of the bastards

Tyrion tenta argumentar com Daenerys que a cidade de Meereen tinha voltado a prosperar, com comércio e um povo que a apoia por isso mesmo uma ameaça para os mestres, pois significa que não é preciso mestres e escravos; Daenerys propõe aniquilar a cidade toda e acabar com os mestres, mas o anão pretende uma alternativa; são chamados os líderes de cada povo que os ataca e Drogo chega, acordando também os outros dois dragões presos ainda na pirâmide; lançam fogo em alguns navios chave e quando dois mestres indicam um plebeu para morrer, Verme Cinza degola os dois mestres para que o tal plebeu conte a seu povo o que aconteceu e que todos lembrem o que aconteceu em Meereen. Jon e Sansa se encontram com Ramsay, Jon propõe que acabem numa luta entre apenas os dois, mas Ramsay sabe da superioridade de seus homens e ainda tem Rickon com ele; Sansa apenas fala que o dia seguinte será quando ele vai morrer e cavalga para longe, cabelo ao vento. À noite, discutem estratégia e Sansa demanda mais tempo de Jon, pedir mais homens às outras casas porque Ramsay não cairá numa armadilha deles; Davos não consegue dormir antes de batalhas conforme conta trocando figurinhas com Tormmund, mas encontra o cervo que tinha esculpido para a pequena Shireen. Após retomar Meereen, Daenerys recebe Yara e Theon Greyjoy que lhes contam dos planos do tio, propõe ajudá-la com seus navios e para que não se case, em troca querem as Ilhas de Ferro de volta, as duas líderes mulheres entram num acordo. Pela manhã, os dois lados estão com os homens dispostos e Ramsay solta Rickon em campo aberto, atirando flechas para acertar o irmão de Jon Snow, Jon cavalga para salvá-lo, mas o menino é flechado (também, porque não fez ziguezague desviando o olhar com aqueles símbolos da casa Bolton, dos esfolados em X pegando fogo?); Jon saca sua espada garra longa diante de uma multidão de homens à cavalo, mas por trás chegam os homens de seu lado, Ramsay ainda tem aqueles que estão soltando flechas, o combate é pesado, uma pilha de homens mortos de um lado, um cerco dos Bolton que se fecha do outro com lanças e escudos, Jon é praticamente esmagado, estão todos sufocando, quando… surge o enorme exército do Vale! Sansa e Baelish observam de longe, com o exército quebrando o cerco dos Bolton, Ramsay recua para Winterfell, ainda há homens para lançarem flechas e protegerem o castelo, mas o gigante consegue irromper os portões (mas tadinho!!! Todo flechado!!), e Jon chega, Ramsay começa a soltar flechas com Jon atrás do escudo, que também usa para abatê-lo e dar uns bons murros nesse bastardo com gosto, até chegar Sansa e a bandeirola do castelo voltar a ser dos lobos. Mais à noite, preso no canil, Sansa vem vê-lo sentenciando que seu nome desaparecerá, Ramsay diz que os cães são animais fieis, mas ele próprio tinha dito a Jon que não se alimentavam há 7 dias, e Sansa não desvia o olhar para observar os cães destroçarem o corpo do ex-marido.

 

E10 – The winds of winter

Vemos diversos personagens cada um se preparando para um dia muito importante no reino, é o julgamento de Cersei e de Loras. Loras é levado ao centro do Septão e o Alto Pardal ouve sua confissão e faz ele jurar que servirá, então ele é tatuado na faca com o símbolo da Fé Militante na testa. Cersei manda Montanha ir guardar o quarto do filho, impedindo-o de ir ao julgamento. Após se deitar com mais uma prostituta e não pagá-la, Pycell é chamado diante do novo senhor dos suspiros Qyburn e esfaqueado por diversas crianças. Lancel também é levado a seguir um menino que o leva até os calabouços do Septão, onde avista inúmeros potes de fogo vivo. Margaery tenta alertar a todos que se a rainha não veio é porque estava tramando algo, e ela própria tenta sair, mas é tarde demais e o lugar explode em chamas verdes, com Cersei observando ao longe da Fortaleza Vermelha. Tommen também vê o que acontece e decide pular pela janela (completando a profecia da bruxa para Cersei, que acaba perdendo todos os filhos). Walder Frey comemora, mas é confrontado por Jaime, que sabe que todos temem aos Lannnister e não à essa casa. Samwell Tarly chega com Gilly na Cidadela (e como assim o escrivão não sabia de nada?), e conhece uma super biblioteca. Na Muralha, Davos leva a mulher de vermelho para admitir que matou a menina Shireen, Jon a bane e Davos diz que se ela voltar ele mesmo a mata. Snow também conversa com Sansa, que tem que confiar entre si, ela diz que um corvo branco chegou e também o inverno (Upa! Depois de 6 temporadas, finalmente, hein Ned!). Em Dorne, Ellaria oferece uma aliança entre eles e a casa Tyrell a Olenna, que está de luto por ter perdido neta, neto, filho; Varys também aparece ao lado de Ellaria para oferecer vingança. Em Meereen a paz voltou e Daenerys está pronta para rumar a Westeros, mas sem seu amante Daario, pois precisará fazer alianças, e agora a Baía dos escravos passará a se chamar Baía dos Dragões; depois da despedida, Tyrion já avisa que não é bom em consolar, mas Daenerys só diz que não sentiu nada ao se despedir do homem que a ama, e Tyrion conta que deixou de acreditar em tudo, mas acredita nela, se serve de consolo, e é nomeado “mão da rainha”. No jantar, a criada serve a Walder Frey uma torta com dedos, na verdade, com partes dos seus filhos mortos e revela seu verdadeiro rosto atrás de vingança: Arya Stark. Já Sansa Stark rejeita mais uma vez a investida de Baelish Mindinho, com sua conversinha de que se vê no Trono de Ferro ao lado dela, ainda envenenando dizendo que ela é o futuro da casa Stark e não um bastardo nascido no sul. O outro Stark vivo, Bran, é trazido por tio Benjen até próximo da Muralha, mas ele conta que existe uma mágica poderosa protegendo o local e mortos não passarão por ali, ele se vai e deixa Bran e Meera para verem mais cenas do passado por uma árvore ancestral – o que ele vê é Ned Stark ver nascer o filho da irmã Lyanna. (ótima transição de imagem do bebê para o rosto de Jon) Snow tenta convencer as outras casas a se unirem contra a guerra do inverno, e ganha ajuda de convencimento da menina da casa Mormont, que diz não se importar se é bastardo, mas tem o sangue de Ned em suas veias; todos conclamam Jon Snow como Rei do Norte. Já em Kingslanding, Jaime volta e vê Cersei ser coroada para sentar no Trono de Ferro (que Margaret Tatcher que nada! E olha esse figurino bonitão, negro, metade mulher, metade armadura. E a cara do Jamie “que é que tu fez, mulher?”). Já dos mares do norte navega uma frota enorme que inclui os navios liderados pelos Greyjoy, os imaculados, 3 dragões, avante.

 

Gilmore Girls – um ano para recordar & why Rory should be with Jess

So I’ve watched by the end of last year the 4 new episodes that Netflix brought us of Gilmore Girls… but let’s face it, it was a little disappointing. I mean, I am a girl who really liked the first years of Gilmore Girls, identifying with Rory, who was intelligent and sweet, who had a kind of cool aura to her because she didn’t care so much of what others would think but had dreams and was stunned by the first loves in life. I loved the small city of Stars Hollow (cause I myself grew up in a small town when I was a kid) and some crazy things like the festivals and funny, unique characters as Luke, Taylor, Kirk, Miss Patty. And I used to enjoy so much the movies, music and books references here and there – many of them, I confess, I didn’t quite get, since I live in Brazil and I guess some just makes sense in the States.

Then, it was a chance to go back to Stars Hollow and also to these dear characters – would Lane have rocked the world? No, she didn’t. There was a piece on Marie Claire that described basic everything I didn’t like about the new episodes (which are below), and actually I even got tired of the series recap (I was watching it all over again) and I’ve stopped at Season 3. But then, I wanted to rewatch at least the episodes with Jess.

Why? Because he really seems to have gotten it together and turned into a decent man, and why really Rory didn’t end up with him? By the second season, she suddenly realize that she is indeed in love with Jess and they are together for some time in Season 3, but then Luke expels him from home because he didn’t want to go back to school and he goes looking for his father. He is back in town to get his car one time, when he keeps running from Rory, only to tell her that he loves her at the end.

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Rory goes to Yale and not Harvard, and there is one night when he comes to see her and ask her to run away with him, but she refuses. Then, there is that time when Rory stops going to the university and is living with her grandmother, Jess stops by to show her he wrote and published a book – a small thing, but still, she sees that he’s doing something and that Logan is not exactly a good influence. By the way, I’m really not a Logan fan and I still wonder WHY, oh why Rory is with him after 10 years (!) and he is engaged to another (!!). Com’on.

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Well, back to Jess, the final episode he appears is in Season 6, ep 18, Rory goes to this party in the publishing company where Jess works. Apparently, he is still game, but Rory says she loves Logan. But now, after so many years, Jess is also back and also at a time when Rory is pretty lost in life and again he ends up being a good motivation to her, and finally she gets to write a book that she knows it’s hers.

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I mean, seriously, this guy brings out the best in Rory. And if he first appears as a smarty pants and bad boy, he seems to have grown into a caring man (hey, he still cares for his family and there he is back in Stars Hollow). In time we realize how much he cares about Rory and they share interests, they are an intellectual and physical good match, let’s say. The whole idea of soulmates that I enjoyed the most is that a couple could be doing things together and enjoying each other company, and supporting each other, almost complementing each other. That’s why I like the idea of Jess so much with Rory.

There were many things I didn’t like in the revival of Gilmore Girls (to me, the show is dead), but one thing that I really enjoyed was that they left a possibility in the air: that Rory and Jess could finally be together. It’s kind of a karma thing maybe, Lorelai took so long to finally be with Luke, her daughter is her daughter after all.

***

Gilmore Girls – um ano para recordar

Ep 01 – “Inverno”

Lorelai cheira neve e Rory está na cidade para o Natal. A senhorita Patty emagreceu demaaais – por quê?!!! Ela era tão fofa… Eles ainda tem um cara perto do coreto e claro que Kirk tem outro emprego (“oober”! hahaha). Rory tem muitos celulares, e um namorado de quem ninguém se lembra (como?), não tem mais apartamento e enviou suas coisas para vários lugares diferentes, ela também sofre de insônia e sapateado. Taylor continua importunando Luke, como tem que ser, e no Dragonfly Inn, ficamos sabendo que Sookie deixou de ser a chefe. Enquanto a cigana conserta o velho jipe de Lorelai, Kirk se oferece para cantar uma música e uma jarra de água enquanto leva Lorelai para o jantar com Emily. Vemos cenas do funeral de Richard – talvez a melhor sequência dos novos episódios, não fosse a ideia idiota de criar uma nova briga entre Lorelai e Emily porque a filha não conseguiu dar algumas palavras bonitas de lembrança do pai. Por alguma razão, Lorelai insiste com Luke para irem num lugar em que dispõe de mães de aluguel (ridículo, Luke já tem sua filha, Lorelai tem Rory e ele está bem. Qual o problema? E por que insistir na piada de “vou ter que dormir com essas mulheres?”). E a chefe do lugar é Paris, que continua com seu jeitão incisivo. Em Londres, Rory se encontra com uma autora famosa de quem ela escreverá uma biografia, e vemos que ela se encontra com Logan escondido (POR QUÊ???!!!). Em busca da sua roupa da sorte, Rory visita Lane e é meio triste ver que Zach parece ter se entregado e a banda não parece ter progredido muito, mesmo com o vocalista cabeludo tão legal… (o que acontece com a criadora da série que não trata Lane direito? Eu sempre torci pela Lane, ela merecia muito mais e não ainda morar em Stars Hollow, ela merecia ter ganhado o mundo…). Emily parece estar surtando, aceitando empregados que falam um idioma que ela não entende nada, de camiseta e jeans se desfazendo de coisas da sua casa, e Lorelai acaba concordando sem querer em ir fazer terapia com a mãe.

 

Ep. 02 – “Primavera”

Lorelai e Emily não falam nada na terapia, até que de repente começam a brigar no último minuto. Há um festival de gastronomia internacional na cidade, à noite na assembleia a discussão é sobre não ter gays suficientes para a parada que querem organizar. Em Londres, Rory almoça com Logan e o pai dele os aborda. No Dragonfly, Michel não está muito satisfeito com seu emprego e gostaria que expandissem o hotel. Lorelai fica tendo sonhos estranhos e até o verdadeiro Paul Anka aparece (sim! Piscada de olho para aquele episódio do sonho com o cão e o verdadeiro Paul Anka!). Se a autora que Rory tem que entrevistar parecia muito louca roubando pratos do restaurante, Rory vê como será difícil, ela esquece muitas coisas que diz e cisma com o que não precisa. Na sessão de cinema, Kirk vai mostrar mais um curta antes do filme principal (com cabelo de Eraserhead!!! Haha, agora sim, só Kirk salva esta série). Lorelai tenta ver outros chefes de cozinha, mas tem sempre algo de que não gosta. Emily convida Luke para jantar em sua casa e o chama para conversar, fala sobre Richard ter acreditado que Luke poderia expandir seus negócios e gostaria de ajudar financeiramente. Voltamos a Chilton também, onde ex-alunos foram convidados a conversar um pouco com os estudantes atuais; Rory se dá bem em sua aula (mas cadê Max Medina?!!), Paris bota medo até no diretor Charleston e tem um surto no banheiro ao ver Tristan (o quê?! Era ele mesmo? E pra quê isso?). (outra pergunta: se até a inimiga da Paris aparece, cadê Madeleine e Louise?). E por que raios Paris se separa de Doyle? Por quêeeeeeee???!! (Aliás, quero o emprego do Doyle. Quero mesmo). Rory vai fazer uma entrevista sobre uma matéria que poderia escrever, ela diz que vai atrás mesmo sem remuneração. Emily para de ir à terapia sem avisar Lorelai, e ela começa a conversar com a doutora. Emily pega Luke e vai visitar possíveis locais para ser uma espécie de filial do diner. Naomi Shropshire “demite” Rory e ela vai para NY entrevistar pessoas em filas, com Lorelai sempre conseguindo os itens primeiro pelo seu “jeitinho brasileiro” (tudo bem que ela não tem, mas seria algo assim e muito inconveniente, eu diria, eu ficaria com muita raiva de uma mulher dessas se eu fosse uma das pessoas na fila). À noite Rory está indignada que dormiu com um cara vestido de Chubacca, hahaha, e ela decide ir ver o website que estava atrás dela querendo contratá-la, apenas para na hora perceber que era na verdade uma entrevista e ela não tem ideias novas na hora para falar à jovem chefe; acaba voltando a morar com a mãe.

 

Ep. 03 – “Verão”

(E na tentativa de serem engraçados, às vezes os roteiristas forçam a barra. Com alguns comentários e atitudes preconceituosas que não cabem às nossas meninas. Que é isso de estar à beira da piscina e não querer entrar na piscina? E a cara de nojo com todas as pessoas gordas? Que é que há, vocês já foram melhores). Mas tem algumas coisas que recompensam as deslizadas “To Noam is to love him”, a filha de Luke está visitando e ele nem lembra da série que alguns estavam mortos. Todos na cidade acham que Rory “voltou” e até apresentam a ela o grupo dos 30 e pouco que são jovens que também “saíram para o mundo” e voltaram para casa… Vai ter um musical na cidade (e por que Patty não está entre os membros que vão ajudar a organizar ou opinar?!) e Rory se dispõe a cuidar da Gazeta de Stars Hollow depois que Taylor tinha anunciado que ela acabaria. Há apenas dois velhos no escritório, em sua primeira edição Rory decide tirar o poema que sempre existiu e recebe críticas, também descobre que precisará entregar por si os jornais pela cidade e pede ajuda à mãe; depois de tantos anos morando ali, ainda não sabem qual é o lado sul? (e o que foi aquilo de Lorelai dançando para entregar jornal? Tô falando… forçar pra ser engraçado funciona do contrário). Lorelai participa da primeira apresentação do musical que Taylor está preparando sobre a história da cidade (e nós somos obrigados a ver as principais cenas junto com ela… gente! Não acredito que se deram ao trabalho de contratar pessoas e ensaiar coreografias e tudo o mais, acrescentou NADA à série); ela é a única que parece ter críticas enquanto os outros moradores adoraram, claro, teve até Abba no final. Rory está preocupada com a avó e vai visitá-la, fica sabendo pela mãe que a avó está sendo muito meticulosa com a placa do túmulo de Richard. Na gazeta, Rory recebe uma visitinha de Jess, desabafa que sua vida está uma derrocada e ele diz pra ela escrever sobre um assunto pelo qual ela sinta paixão. Lorelai se espanta que um velho amigo do pai também vem visitar Emily, já achando que eles têm alguma coisa, elas se encontram com Rory no cemitério para ver a lápide de Richard, mais uma vez Emily reclama, e Rory acaba contando sobre sua ideia para um livro, que é falar de Lorelai e da história delas, mas Lorelai não é a favor. Ela vê mais uma cena do musical em que a cantora fala algo que lhe toca “I am not unbreakable” (tudo bem, eu até gostei das luzes que deram foco para Lorelai e a cantora, mas… eu não consegui entender muito bem esse problema da Lorelai para ela querer ir “go wild”…. tsc, tsc Que aconteceu com esses roteiros?).

 

Ep.04 – “Outono”

Então Lorelai decide ir fazer a trilha do livro/filme “Livre” e descobre que aparentemente é tão popular que tem várias outras mulheres que vão fazer o mesmo, mas como terá tempo ruim, o guarda pede para esperarem o dia seguinte. (Mas COMO ela me faz uma mochila daquelas? Quem já fez mochilão pela Europa e leu o livro NUNCA faria uma mala assim!). À noite, conversa com algumas mulheres que estão em roda comendo e ela não está ali por divórcio. Luke está preocupado com essa viagem, distraído, passou senha do wifi e perde a hora, Jess percebe e tenta conversar, também desliga o wifi pro pessoal não ficar enrolando no diner. Rory é abordada pela Brigada de Vida e Morte, Colin, Robert e Finn passeiam pela cidade, saqueiam o mercado Doosey, compram uma casa de tango, Logan oferece a Rory uma casa para ela ficar e escrever, de manhã Rory se despede de Logan e dos meninos, e a melhor frase que ele poderia dizer “você nunca precisou ser resgatada” (é, Rory!). Lorelai não consegue encontrar a permissão para seguir na trilha e vai buscar um café, como está fechado, ela acaba olhando para o horizonte e liga para a mãe, fala sobre o pai que lhe comprou um pretzel e a levou ao cinema, e finalmente ela volta para casa; antes que ela possa contar o que precisava resolver, Luke começa dizendo que ela quer deixá-lo, tenta convencê-la, fala sobre tudo o que já passaram e Lorelai sugere que devem se casar. Emily está na sua casa de veraneio e Rory decide ir escrever no escritório do avô. Michel tenta entrevistar pessoas, e Lorelai vai ver um local (com freiras jogando cartas?) para expandir a pousada. Rory traz comida de delivery de madrugada para comer com a mãe, traz o esboço dos capítulos que escreveu e quer que a mãe leia, se não gostar, não terá mágoas. Numa entrevista da DAR para uma nova membra, Emily meio que surta e vai embora, mas sua costureira ajudará a fazer o vestido de Lorelai e Rory vai visitar o pai Christopher. Lorelai avisa à mãe que quer usar o dinheiro que Richard deixou para Luke para expandir a pousada, e fechamos o ciclo com Emily dizendo que dará o dinheiro contanto que Lorelai e Luke venham para uns jantares e passar um tempo com ela. E como este é o último episódio da temporada para recordar, Rory encontra com Dean por acaso no mercado. E Sookie volta (yey! Mas eles nem precisavam ficar apontando tanto que Sookie estava ausente), para fazer o bolo do casamento de Lorelai, claro. Emily parece ter se reencontrado e até serve de guia para contar histórias sobre caça marinha (!). Todos se preparam para o casamento, Rory comemora com Jess sobre os primeiros capítulos do livro e Luke pergunta se já superou isso, Jess só a observa de longe. À noite, conversando sobre como é muito estresse e eles nem vão aproveitar a festa, Luke e Lorelai decidem ir procurar o reverendo e se casar antes de surpresa; passam pelo lugar todo decorado e diversas luzinhas, numa sequência musical bonita mesmo, até com a Emily de longe com o coração tranquilo. Pela manhã, Lorelai reconforta a filha de que ela encontrará alguém que combine também, até que Rory dá a notícia de que… está grávida. E terminamos com a musiquinha tão conhecida da gente nos créditos “If you lead…”

***

Pois então. Sinto cheiro de uma nova série Netflix no ar, o que acham? Assim como “Fuller House”, podem trazer agora o foco pra Rory na sua nova vida de mãe. Mas eu sinceramente não estou mais com vontade de rever tudo de novo nem de ver uma nova série. Não sei.

Eu até me identifiquei com a situação da Rory de mesmo aos 30 e poucos anos ainda estar perdida na vida, sem saber direito o que quer mesmo. E pelo jeito isso virou lugar comum, pra Amy Sherman-Palladino fazer piada. Mas nesses quatro (longos) episódios teve muita coisa forçada e desnecessária.

Acho que o que valeu a pena foi ver a história da Emily, de uma perda e momento de superação, isso sim foi digno. E foi bom rever alguns personagens marcantes, e ver Luke e Lorelai juntos. E só, na história que eu mesma criei sobre o futuro de Rory, ela acaba se entendendo com o Jess e tudo de boas.

Bom, tá na hora de começar outra série pra maratonar! ;)

Ano Novo e Globo de Ouro

Cá estou eu acompanhando o Globo de Ouro pela primeira vez na vida (é, gentem, eu nunca tive TNT antes). Este início de ano foi tão corrido que nem consegui cumprimentar as pessoas direito pelo Ano Novo, trabalhei desde o dia 1º e tenho trabalhado até tarde, se eu já estava cansada e querendo férias antes, imaginem como estou quebrada.

E eu trabalhei hoje? Claro que sim. E cá estou eu. Tenho quase certeza de que se os caminhos do mundo tivessem sido diferentes, eu não ligaria de ficar trabalhando muitas horas fazendo edição de filmes, simplesmente porque amo o cinema.

Não que o Globo de Ouro dê muita “credibilidade” para esse amor, se é que vocês entendem. O Ligado em série passou vários artigos pelo twitter sobre como os votantes dos globos podem ser comprados, e são só uns 80 votantes contra uns 6.000 do Oscar… por aí vocês veem.

Mas depois de semanas bem cansativas, acho que eu merecia tirar um pouquinho de tempo para algo que gosto, ver o que anda acontecendo na TV e cinema, e imaginar que este ano eu vou conseguir acompanhar melhor. Estive tão distante deles quanto dos amigos, e neste 2017 eu só quero um pouquinho mais dessas coisas que fazem bem ao meu coração.

Depois desta noite é claro que vou ter que ver “La la land”. Mas como foi bom ver Hugh Laurie falando um pouco de política – como tem que ser. E até gostei da sequência musical que Jimmy Fallon fez no início, embora Steve Carell e Kristen Wiig falando de animação tenha sido mais engraçado (em silêncio!) do que qualquer outra coisa que o apresentador tenha feito. Steve Carell forever no coração. E gostei de ver Warren Beatty e Annette Bening, ainda juntos, um casal de compostura – Goldie Hawn e Kurt Russell ainda juntos também, mas sem tanta elegância. Até gostei do vestido da Emma Stone e como Verhoeven se derrete por Isabelle Huppert – e a animação dela ao ganhar, hein? Gostei que decidiram homenagear Meryl Streep, que realmente fez trabalhos notáveis e vemos que usa seu reconhecimento adquirido para uma consciência maior.

Também gosto que os globos tenham categoria separada entre comédia e drama. Ah! E até da propaganda da Heineken eu gostei, com o Benicio fazendo uma dancinha.

É isso aí, pessoal. Independente das diversas metas para 2017, só espero que este ano seja um pouquinho menos triste e depressivo que foi 2016 (pra mim). E acho que nisso a festa do Globo de Ouro deste ano (com um ano de eleição de Trump e todo o mais) está combinando com meus sentimentos, de querer uma esperança renovada, uma cura e alívio, um momento mais alto astral. Que venha 2017.

Cartinha ao Papai Noel

Querido Papai Noel,

eu sei que este ano eu não fui uma boa menina.

Este ano de 2016, eu procrastinei, e reclamei da vida, e me deixei levar pela preguiça. Este ano eu desisti daquele que eu dizia ser meu sonho da vida inteira (o cinema). Este ano eu passei triste e cansada, pensando sem decidir nada da vida. Eu não fui em nenhuma manifestação das várias que teve por uma mudança no país; eu não fui para as Olimpíadas (coisa que sempre pensei que gostaria de fazer, caso em algum futuro distópico o Brasil fosse sede – nem precisou ser tão futuro assim); não entendi a eleição de Trump; não liguei tanto pra separação do Brad Pitt e da Angelina Jolie (na verdade, fiquei até feliz); eu não aprendi a tocar um instrumento, não estudei japonês, não consegui fazer a dieta de diabetes direito e não consegui encontrar com vários amigos.

Mas como esta lista está muito Brás Cubas, pelo menos, nas coisas que fiz, tentei me esforçar. Por mais que me sentisse depressiva, tentei levantar e sair. E trabalhei muito! Tentei ver alguns filmes que há tempos eu falava que ia ver e não vi (O náufrago, sério!). Tentei  ser companheira do meu amor e conheci lugares diferentes pra comer. Não fiz nada de extraordinário, mas tentei imaginar de novo uma realidade em que eu volte a ser feliz. E o ano passou, teve falecimento, teve nascimentos, teve encomenda de nascimentos. Mas o que fica deste ano é isso mesmo, a conclusão de que a vida é uma série de acontecimentos e a gente só pode tentar fazer o melhor que pode a cada dia, com o que se tem.

Só me arrependo mais, Papai Noel, é mesmo de estar tão distante dos amigos. E embora eu não tenha sido uma boa menina, acho que o esforço contou alguns pontos, não? Então, queria pedir algo: que no ano que vem eu possa estar mais próxima deles. Que meus amigos e familiares tenham um ótimo Natal e feliz Ano Novo, que pelo menos um pouquinho do carinho que tenho por eles chegue aos seus corações (mesmo que eles não percebam). Trato feito? E eu prometo que em 2017 vou continuar tentando pensar positivamente, com esperança, para que seja de mais alegrias e continuemos com saúde.

Obrigada!

Netflix e nostalgia

Gente, vocês já pararam pra pensar como a Netflix lucra com nossos sentimentos nostálgicos?

Ou será que isso é só comigo? Quer dizer, logo que comecei na Netflix, lá por 2014, eu já achava que tinha muita coisa velha no catálogo deles, mas uma das primeiras coisas que gostei foi de conhecer Arrested Development, uma série que ganhava uma quarta temporada depois de muitos anos após seu cancelamento e isso gerou minha curiosidade (ingênua eu, achando que era exclusividade daquela série). Tipo, seria uma série que não ganhou tanta fama em sua época, mas como era muito boa, resolveram dar uma segunda chance pro povo poder conhecer. 

De lá pra cá parece que virou modinha reciclar, então Full House ganhou uma nova série, Gilmore Girls ganhou mais quatro novos episódios e mesmo uma das séries mais badaladas neste ano pro canal foi explorando a nostalgia – com’on, Stranger Things é puro anos 80. 

Tudo bem, eu não chego a achar que a quarta temporada de Arrested Development estragou todas as outras, e embora os episódios novos das Gilmore Girls sejam meios decepcionantes, foi legal ver o carinho que eles têm por esses trabalhos – afinal, reunir todo mundo de novo não é pra qualquer série (daqui a pouco soltam um novo ep de Friends), e a Melissa McCarthy ficou muito mais famosa depois, mas conseguiram que ela fizesse pelo menos uma pontinha. 

De qualquer forma, na minha lista agora tenho Tudo por uma esmeralda e O jardim secreto, já teve Rocky, e outros piores, mas, dentre tantos títulos de Natal, pleeease Netflix, please, traga Esqueceram de mim de volta neste natal pra mim! É, já que vocês fazem isso, façam direito!

Pois é, neste Natal acho que vou ver Muppets. E como tem comédia romântica de Natal, hein? Acho que é a época que todo mundo fica mais família, dá aquela recaída de querer ter alguém pra passar os anos juntos, alguma companhia?

Na verdade, nesta época do ano eu fico toda atarefada e nem tenho tempo pra escrever por aqui. Bem que eu queria chegar agora e poder descansar, ver vários desses filmes de natal, séries, mas que nada. Então este talvez seja um dos últimos posts do ano, se eu não tiver energia pra mais, desejando a todos muito felizes festas, filmes reconfortantes porque a gente tá precisando, depois deste 2016 cheio de instabilidades políticas e separações de famosos. Tudo bem, eu achei bem linda a pira olímpica. 

E tem tantos posts atrasados! O que vocês acharam de 3%, hein? Eu gostei, até. Ah, tá vendo, nem só de coisa velha se faz uma Netflix.

Game of Thrones – Season 05

Gente, posso falar? Orgulhinho de mim mesma por estar conseguindo seguir com Game of Thrones! De repente em dezembro eu consigo Mad Men e começo o ano com Black Mirror, o céu é o limite.

E o que dizer desta quinta temporada? Bem, a gente já tinha aprendido que só no episódio 9 aconteciam coisas chocantes e o último episódio da temporada era mais preparação para a seguinte – isto é, até a temporada 3. Daí veio a 4, com emoções mais bem distribuídas, e chegamos na quinta, fica até parecendo que a série virou uma chatice. Só que não.

! Este blog não acredita em spoilers. Uma coisa é saber do que vai acontecer, outra é ver, sentir arrepios em como as crianças aparecem por aqui e ficar pasmo sem saber o que falar de vez em quando.

Tudo bem que eu achei bem chatinho os primeiros episódios que teve muito mais conversa do que ação (ficamos mal acostumados com a quarta, já falei), e foi meio decepcionante o treinamento de Arya (eu esperava mais). Nesta temporada, alguns personagens que gostamos estão mais fracos, Tyrion, Daenerys, mas e aquela invasão dos mortos vivos contra os selvagens numa avalanche? Inesquecível, sequência de tirar o fôlego, a gente nem precisa de outra batalha (eu sinceramente não liguei de não ter visto a batalha do exército de Stannis contra o de Ramsay, o que mostraram foi suficiente).

Claro, a qualidade é HBO, então continuo adorando as locações escolhidas; e aquele colar lindo da Daenerys como um dragão envolvendo seu pescoço; gosto do Tyrion maltrapilho e sujo como é o sentimento do personagem neste momento da jornada; lindinhos os vestidos de princesa da jovenzinha romântica Myrcella; perfeita a maquiagem e efeitos daquelas crianças zumbis.

Amei a cena de expiação da Cersei, aquele nos parece um caminho longuíssimo, aquele sininho acompanhado do grito de “Shame!” e os ruídos da urbe crescentes, e o espectador que já viu como a Rainha Mãe é maligna chega a se sentir um pouco vingado e até um pouco culpado por sentir isso.

Honestamente, o sacrifício de Shireen eu já esperava, desde quando Melisandre tinha insistido na outra temporada para levar a menina, mas conseguiram deixar bem marcante e com o trabalho de som – não vemos nada, mas só de ouvir os gritos da menina… Aliás, como as crianças são maltratadas, Deus, será que perdemos a esperança em nossas crianças? Todas tem que nos dar medo? Aquela Arya implacável e o gore de sua vingança… Confesso que senti falta de não ter visto Bran nenhuma vez.

Outra coisa que gostei muito desta temporada foi como exploraram alguns elementos da história da humanidade inserindo no universo da série – aconteceu com a gente, por que não aconteceria lá?

Gostei do dragão ter salvo Daenerys, e quero ver logo como vão domar ou controlar os dragões! Quero ver como o Ramsay vai morrer (gente, tem que ser bem cruel!), como vão ressuscitar o Jon (poderiam ressuscitar a Ygritte também pra ele não ficar sozinho), qual é a dos White Walkers (ah, é, isso só na última temporada, né?).

E… falando em expectativas, como devem ter percebido, eu não li os livros. Se bem que o velhinho ainda não terminou os livros também, né? O que será de nós? Sei nada, Jon Snow.

 

E01 – The wars to come

Desde menina Cersei já tinha uma personalidade orgulhosa e segura de si, além de saber por uma bruxa que teria seu reino roubado por uma mulher mais jovem e bonita; chega no Septo para o velório do pai, discute com Jaime, que ajudou o irmão Tyrion a fugir (quem matou o pai Tywin). O anão, por sua vez, chega em Pentos e só quer saber de beber, com Varys argumentando que ele foi bom quando foi Mão do Rei e que pode servir de bom conselheiro para Daenerys Targaryen, uma regente que parece apta a tomar o trono. Em Meereen, Daenerys enfrenta outro dilema – os filhos da Harpia, um grupo secreto que se rebela contra seu governo e mata imaculados. Além disso, lhe é proposto reabrir as arenas de lutas, onde antes escravos lutavam até a morte (tipo Gladiador, pão e circo mesmo); no quarto com Daario ficamos sabendo do passado de escravo dele e como Drogo está sumido há tempos e Daenerys tenta visitar os dragões, mas não parecem ser controláveis. Na recepção do velório, Cersei mal reconhece Lancel, o primo com quem teve um caso, que volta como uma espécie de monge que abdicou de tudo, fazendo parte do grupo dos “pardais”. E no quarto de Loras, o puto da casa de Mindinho descobre uma marca de nascença quando são interrompidos por Margaery, que pede para o irmão ser mais discreto, e Loras comenta que com a morte de Tywin não tem ninguém que fará Cersei se casar com ele. No norte, Jon é levado pela Melisandre que não sente frio por ter o fogo do Deus da Luz (ai, ai, falo nada) para conversar com Stannis que quer ajuda dos selvagens para enfrentar Bolton. Jon Snow vai conversar com Mance, líder agora prisioneiro, e ele se recusa a ajoelhar, embora não quisesse que o vissem agonizar na fogueira – até o último momento ficamos na esperança de ele aceitar as terras no sul em troca de liderar os selvagens a ajudarem na guerra contra Bolton, mas ele não ajoelha e conforme sobem as chamas, Jon acerta uma flecha no coração do homem que passou 20 anos unindo tribos de selvagens diferentes por uma causa comum.

 

E02 – The house of black and white

Arya Stark finalmente chega em Bravos, com a moeda da cara cortada, e o homem que lhe deu carona lhe deixa na frente de uma espécie de templo, com uma porta metade preta e metade branca, o velho que lhe atende não liga para “Valar Morghulis” e nem sua moeda e a deixa esperando sob chuva e vento, com a menina recitando sua lista de nomes a vingar (que diminui cada vez mais, by the way), até que ela joga a moeda no mar e se vai. Mais tarde, com ela vagando pela cidade e sob ameaça de três homens, o velho reaparece e a leva de volta ao templo, troca de rosto e lhe diz que a menina deverá aprender a ser ninguém. Brienne e Podrick acabam por acaso na mesma parada de viagem que Baelish Mindinho e Sansa Stark, e a cavaleira de Tarth oferece seus serviços, mas Sansa recusa, com Mindinho argumentando por ela que ele esteve lhe protegendo e ajudando o tempo todo; Brienne tem que fugir dali com os homens de Baelish em seu encalço e Podrick não sabe cavalgar, perdendo o cavalo e sendo salvo por Brienne, indaga se ela não pode se considerar livre do juramento, já que nenhuma das duas filhas Stark aceitaram sua ajuda. Cersei recebe uma cobra com a gargantilha da filha Myrcella e despacha Jamie numa missão para resgatar a filha de Dorne; Jamie vai procurar Bronn que parece feliz com uma noiva inocente e um castelo a herdar, até que Jamie traz o anúncio de que Lollys se casará com outro e Jamie promete um castelo maior. No Jardim das Águas de Dorne, o irmão de Oberyn não quer uma nova guerra, mas a amante sim e insiste em se livrarem da menina Lannister que respira do ar deles e come de sua comida. Em Meereen, Daario Naharis tem informantes que se infiltram em todos os lugares e leva Verme Cinza até o esconderijo de um dos membros da Harpia; prendem-no e numa espécie de conselho com Daenerys, discutem o que será melhor fazer com o rapaz, argumentam que os homens da Harpia na verdade estão fazendo o trabalho sujo que os ricos mestres não tem coragem, Sor Barristan insiste com Daenerys que o filho da Harpia tenha um julgamento, contando-lhe de como presenciou a loucura tomar conta do seu pai, que passou a queimar pessoas com fogo vivo, sentindo-se cada vez mais forte e poderoso. Tyrion está a caminho de Volantis com Varys, porque de lá poderão pegar a estrada para Meereen, e Tyrion questiona por que não pode sair da caixa de viagens, duvida que sua irmã mate todos os anões. Na verdade, Cersei realmente recebe cabeças de anão e tenta formar um novo conselho assumindo o papel de Mão do Rei até que o rei tenha idade para decidir, Mace Tyrell fica como novo responsável da Moeda, Qyburn o novo senhor dos suspiros (que antes era Varys) e o tio se recusa a ser Mestre de Guerras e servir de marionete para Cersei. Shireen Baratheon, filha de Stannis, ensina Gilly a ler e Stannis propõe a Jon Snow retomar o norte com ele, virando o novo Guardião do Norte, Jon confidencia a Sam que não pretende aceitar; na votação para um novo comandante da Patrulha da Noite, Janos Slynt fala por Alliser Thorne, outro fala por Denys Mallister, mas para surpresa de todos, Samwell Tarly defende Jon Snow como candidato. A votação se dá por pedras com formatos diferentes (e eu amei ver o Aemon Targaryen naquele suspensezinho colocando mais uma pedra favorecendo Jon diante do empate!). Mossador mata o prisioneiro e é condenado por Daenerys conforme a lei, em frente a toda a cidade tem a cabeça decapitada por Daario; pela mudança dos gritos para vozes sibilantes dos escravos, entendemos o sentimento de inimizade, eclode uma confusão e sabemos que a aprovação de Danerys em seu governo está bem baixa. À noite, o filho dragão Drogo reaparece, se aproxima, mas depois alça voo pelo horizonte.

 

E03 – High Sparrow

Arya diz a Jaqen que não veio pra ficar varrendo o chão, mas ele acha que ela só quer servir aos próprios propósitos, precisa aprender a não ter rostos. Uma jovem a chama para o “jogo das faces”, Jaqen pergunta como ela pode estar se tornando ninguém se está cercada por coisas da Arya Stark; a menina joga fora suas roupas e pertences, com exceção de agulha, que esconde entre pedras. Mais tarde, é levada a aprender a limpar os corpos dos que vem ao templo para morrer. Acontece o casamento do jovem rei Tommen e Margaery, consumado (e não é estranho? Ele parece tão criança ainda!), que já tenta persuadi-lo a despachar a sogrinha e Tommen pergunta se a mãe não ficaria mais feliz em Casterly Rock, ela também vai se oferecer para o que Margaery precisar e a nova rainha lhe garante que logo terão herdeiros. Em Winterfell, Bolton convence o filho que o melhor modo de conseguir aliados é o casamento e está se aproximando do Fosso Cailin Baelish Mindinho com sua verdadeira intenção: casar Sansa com Ramsey; tenta convencê-la a não apenas ser espectadora e fugir, mas enfrentar e um dia tornar-se a guardiã do norte (eita mulher com carma ruim pra maridos!). Brienne decide dar a volta e ainda ficar de olho em Sansa, numa conversa, ela fica sabendo como Podrick virou escudeiro e conta como Renly a salvou de ser chacota e escárnio geral. No norte, o garotinho Olly vira intendente de Snow, que novamente recusa a oferta de Stannis, mesmo com Davos ouvindo o juramento da Patrulha e dizendo que seria proteger o povo também lutando pelo rei. Como primeiras medidas de comandante, Jon designa alguns postos, Alliser como chefe dos patrulheiros, e Slynt para um posto que ele recusa com petulância, como se recusa a uma ordem é condenado e Jon ouve suas últimas palavras, mas não pode dar misericórdia, cortando-lhe a cabeça (Jon consegue com firmeza, claro, diferente de Theon, lembram?). Um padre renomado é retirado do prostíbulo de Mindinho pelos “pardais” e levado nu às ruas, reclama com Cersei e ela vai fazer uma visita para o “alto pardal”, líder do grupo religioso, que está entre pobres oferecendo comida; Cersei conta que a corrupção corrói a igreja por dentro e o tal padre foi levado às masmorras, pretende um acordo com o High Sparrow. Baelish acerta o casamento com Bolton, que precisa de apoio agora que Tywin está morto; recebe uma convocação de Cersei. Em Volantis, Tyrion não aguenta mais e sai pelas ruas da cidade, presencia uma sacerdotisa vermelha que já foi escrava – cada escravo tem sua tatuagem, conforme Varys nos explica – falando a um grupo sobre Daenerys, e reconhece que possa ser uma líder querida por nobres e também pelo povo; acaba numa casa de mulheres em que uma delas se faz passar pela Mãe dos Dragões e quase consegue uma moça de graça, mas não tem coragem (o quê?! Trauma, Tyrion?) e quando está mijando pela janela é pego por um desalentado Jorah Mormont.

 

E04 – Sons of the Harpy

O navio em que Jamie está passa pela Ilha das Safiras, terra de Brienne, e Bronn o questiona por que não envia um exército, Jamie não quer começar uma guerra; ainda assim por que é ele quem está indo escondido para Dorne, junta os pauzinhos sabendo que foi Jamie quem libertou Tyrion e a irmã não deve ter gostado nada. Em Porto Real, a corte está devendo ao Banco de Ferro e o Mestre da Moeda Tyrell é enviado para negociar em Bravos, junto de um guarda-costas, sor Meryn Trant; Cersei conversa com o High Sparrow sobre voltarem a ter um exército para punir os pecadores, a Fé Militante que já existiu um dia (uou, série que consegue reviver ecos de inquisição?). Os pardais invadem a cidade sabotando vinhos e acabando com o estabelecimento de Baelish, também prendem o cavaleiro Loras sob acusação de “quebrar Leis dos homens”… Margaery logo busca o menino rei pra intervir junto à mãe que está com ciúmes, Tommen pede, mas Cersei apenas diz que ele mesmo pode ir conversar com o High Sparrow; chegando no septo é barrado na entrada porque Sua Santidade “está rezando” e é chamado de bastardo pelo povo também, prefere evitar entrar à força e Margaery vai enviar carta à avó. No norte, a rainha novamente lamenta não ter dado um filho a Stannis, Melisandre garante que cicatrizes não são nada para o Senhor da Luz; Jon assina cartas pedindo recrutamento de homens para a Patrulha, inclusive tem que pedir a Bolton, que assassinou sua família, eis que Melisandre chega para dar uma tentada nele, toda sedutora querendo “criar vida”, mas Jon é forte e diz que amou outra (óinn), ao que ela responde “você não sabe de nada” (eiii! Não! Ela não pode roubar essa frase!). Nas catacumbas, Sansa acende velas e é abordada por Mindinho antes de partir para Kingslanding, ele lhe conta sobre como Lyanna (tia de Sansa) foi escolhida por Rhaegar Targaryen após uma luta, mesmo ele tendo Ellia Martell como esposa; fala a Sansa que provavelmente Stannis vencerá na tomada do norte antes de seguir a Porto Real, e ela poderá ser Guardiã do Norte, senão, ela terá que manipular Ramsay. Jaime e Bronn pegam um barquinho e o ex-mercenário assa serpente perguntando por que o dono do navio não delataria o Lannister, sabendo que por essas bandas Lannisters não são bem vindos; logo chegam quatro cavaleiros e eles se engajam em uma luta nas areias, Bronn ainda terá que enterrar os corpos para poderem roubar suas vestes e se disfarçarem; não muito distante dali, as filhas da areia de Oberyn sabem que Jaime veio atrás de Myrcella e não tem medo de guerra ou luta tampouco. Em outro passeio de barco, Jorah tira a mordaça de Tyrion, que logo deduz quem é seu captor, lembra de Jorah ser um espião e adivinha seus planos de entregar Tyrion a Daenerys. Em Meereen, Barristan conta mais um pouco sobre Rhaegar, que gostava de cantar; são interrompidos por uma audiência com Hizdhar Zo Loraq, representante dos nobres locais, que ainda insiste na volta dos jogos nas arenas para manter a tradição. Enquanto isso, Verme Cinza e um grupo de imaculados caem na emboscada de filhos da Harpia e inclusive Sor Barristan Selmy vai ajudá-lo.

 

E05 – Kill the boy

Verme Cinza é velado por Missandei, está em péssimas condições e Barristan está morto; Daenerys ordena que tragam os líderes dos nobres, por saber que eles comandam o grupo secreto da Harpia, ela os leva até os 2 dragões nos calabouços, pede para darem um passo à frente enquanto lhes fala que uma mãe nunca desiste dos filhos e depois de queimarem e dividirem um líder ao meio, diz que talvez deva deixar os dragões decidirem quem são inocentes, só não quer empanturrá-los. No norte, Aemon Targaryen lamenta que a última descendente esteja sozinha, cercada por inimigos; Jon Snow vem buscar seus conselhos e ele pede ao jovem comandante para matar o garoto e se transformar num homem; ele decide pedir para Tormmund conversar com o resto do povo livre, para salvá-los do inverno passando pelos portões, em troca lutarem ao lado dos patrulheiros quando for necessário, Tormmund demanda que Jon vá junto para acreditarem que não é uma armadilha; é difícil convencer o resto de Castle Black, inclusive Olly, cujos pais morreram nas mãos dos selvagens, mas Jon alega que não conseguirão vencer os White Walkers sozinhos. Sam conta a Gilly que na Cidadela existe uma biblioteca com muito mais livros e que ele queria poder estudar lá para se tornar um Meistre; Stannis pergunta como Sam matou um White Walker e ele conta que foi com obsidiana, vidro de dragão, Stannis diz que há muito em DragonStone; chega a hora de partirem, Stannis não quer que o inverno os alcance, Davos recomenda que a rainha e a filha fiquem, mas Stannis insiste que elas sigam com eles. Em Winterfell, Brienne manda um recado para Sansa por serventes, de que se precisar de ajuda, é para acender uma vela na torre; a amante de Ramsay, Myranda, está com ciúmes porque ele vai se casar com uma moça bonita, mas garante que nunca o entediará; ela aborda Sansa próximo da torre e comenta da bela costura de seu vestido, abre as portas do canil e pede para que siga até o fim, Sansa descobre Theon Greyjoy. À noite, no jantar, Ramsay conta a Sansa que agora Theon virou Fedor (Reek) e lhe serve, mas como é o parente mais próximo dela, para que a acompanhe até o altar; o pai Bolton também revela que a esposinha gorducha está grávida. Após consolar Verme Cinza (até com um beijinho, ui!), Missandei é perguntada pela Mhysa Daenerys o que ela acha da situação, Missandei apenas responde o que já viu: muitos a aconselharam e algumas vezes a Khaleesi ignorou os conselhos para seguir uma solução que só ela conseguia ver; Daenerys liberta Hizdhar e diz que reabrirá as arenas apenas para homens livres. Tyrion e Jorah seguem suas águas para passar por Valíria, que os lembram das canções sobre a Perdição que tomou os valirianos; alguns homens de pedra os abordam e Jorah tem que lutar com eles, não podem tocar em sua pele ou passarão o mal da escamagria, Tyrion cai na água ainda com as mãos atadas, mas Jorah o resgata.

 

E06 – Unbowed, unbent, unbroken

Arya continua limpando corpos e quer saber para onde vão, a jovem que a ensinou conta uma história e pergunta se Arya acreditou em tudo o que ela disse; à noite Jaqen a aborda fazendo o mesmo jogo e a chicoteando, ela está cansada de jogar. Um pai leva a filha doente para o templo do Deus de Muitas Faces, Arya conforta a menina com uma história de cura, e enquanto limpa seu corpo já morto, vê a porta aberta que dá para as escadarias, desce e chega em um enorme salão com altas pilastras cheias de rostos, Jaqen se pergunta se ela está pronta. Longe dali, Tyrion e Jorah trocam histórias sobre seus pais, Jorah ainda não sabia que o pai na Patrulha da Noite ao norte tinha morrido; os dois são encontrados por piratas e capturados para venda, querem cortar o pinto de anão que diz que vale para dar sorte, mas acabam deixando-o viver e convencê-los da habilidade na luta de Jorah, que já matou um dothraki, o companheiro de Khal Drogo. Baelish chega em Kingslanding e vai conversar com Cersei, ele garante que os homens do Vale lutarão do lado do trono, também conta do casamento entre o filho de Bolton e Sansa, que lhes dá legitimidade no norte, mas que Stannis Baratheon também marcha, e ele aconselha Cersei a deixar que um acabe com outro, após pedir para ser Guardião do Norte quando ajudá-la a vencer os traidores que estiverem se recompondo, a Rainha Mãe diz que não descansará enquanto não ver a cabeça de Sansa em uma estaca e Mindinho garante que está ali para servir. Em Dorne, a crescidinha e bonita Myrcella está apaixonada pelo seu prometido; sem saber, Jaime e Bronn camuflados conseguem se misturar a uma comitiva que adentra o Jardim das Águas e ao mesmo tempo em que abordam o jovem casal, chegam as três filhas de Oberyn que desejam matar a moça; há luta envolvendo chicote, lança e facas, até que chegam os guardas oficiais da casa Martell. Olenna chega em Kingslanding e vai ter com Cersei, que lhe fala sobre o inquérito que o Alto Septo deseja para averiguar as acusações contra Loras, passado isso a aliança entre as casas continuará.  No tal inquérito, o Alto Pardal (High Sparrow) também chama Margaery para fazer perguntas e depois chama como testemunha o prostituto de Baelish, que entrega tudo inclusive sabendo da marca de nascença de Loras, que se enfurece; e tanto o cavaleiro das flores como a rainha são levados pelos pardais para suas prisões. Em Winterfell, chega a noite do casamento e Myranda vai ajudar no banho de Sansa, falando de outras mulheres de Ramsay, Sansa logo percebe o que está acontecendo e diz que aquele é seu lar, intimidando a mulher; Theon vem buscá-la para irem até o bosque sagrado, é um casamento de inverno bonito, mas todo o encanto acaba quando chegam ao quarto de núpcias e Ramsay pede para Fedor continuar ali e testemunhar o coito (pra não dizer outra coisa desta cena, coitado, afinal é sua meia-irmã).

 

E07 – The gift

Uma Sansa desesperada pede ajuda a Theon, para que acenda uma vela na torre por ela, diz que fica trancada o dia todo e todas as noites Ramsay a machuca; (quando temos um pinguinho de esperança que Theon se recobrou) Ramsay a chama depois, conversam sobre como o meio-irmão no norte virou comandante e que agora é filho oficial de Bolton então não teme o bebê, mesmo com um rei também bastardo, mas o que Ramsay quer mostrar é a senhora que ajudou a trazer o recado da vela a Sansa, esfolada e dependurada. Na Muralha, Jon parte; e em seguida, Meistre Aemon, relembrando do irmão Aegon Targaryen, queimam seu corpo. À noite Gilly é abordada por dois homens que querem se engraçar com ela, Sam vem defendê-la, mas leva murros, levanta-se, e é quando surge o lobo de Snow ao seu lado que os dois rapazes fogem; depois Gilly vai fazer seus curativos e “cuidar” um pouco de Sam. No acampamento de Stannis, Davos vem reportar a situação limite em que estão, que podem voltar a Castle Black, mas Stannis recusa, porque se o inverno chegar eles o passarão na Muralha; Melisandre também já sugere um sacrifício (ah, sabia!), mas Stannis titubeia, é sua filha. Em Meereen, Daenerys conta na cama a Daario que o casamento é só por motivos políticos, mas o guerreiro já lhe alerta sobre um rei ser carniceiro ou carne, aconselhando-a a matar todos os mestres. Por convenção, a Khaleesi presencia uma luta local também, justamente do grupo do senhor que comprou Jorah e Tyrion como escravos – Tyrion por ser engraçado? -, Jorah percebe que ela está presenciando e entra no meio, batendo inclusive no senhor dos escravos, Tyrion demora um pouco mais para se soltar das correntes (por que só ele estava acorrentado?), quando Jorah vence, Khaleesi ordena que o tirem de sua vista, mas ele lhe oferece um presente, e Tyrion aparece. Em Dorne, Jaime conversa com Myrcella e ela gosta de Trystane, não quer ir embora; na prisão, Bronn como sempre cantando, é forçado a dizer que a irmã caçula é a mulher mais bonita que já viu, pois essa é a fama de Dorne e ele está envenenado, a mocinha sedutora lhe joga o antídoto. Olenna visita o High Sparrow e tenta negociar, mas ele garante que serve a Deus, para quem os pecadores não diferem pela classe social e a justiça deve chegar a todos, ali ela não tem poder, ela até ameaça deixar de fornecer suprimentos à cidade, mas ele diz que quando a maioria não teme mais a minoria… Mais tarde ela presta visita à Baelish, lembrando-o do trato que tinham, e ele também menciona um presente, um belo rapaz. Cersei conversa com o filho que diz amar Margaery e está sofrendo com ela na prisão, e ela diz que sua felicidade é o que mais importa; a loira vai até o Septo e visita a cela de Margaery, num estado lamentável, Cersei comenta que muitos enlouqueceram naquelas celas escuras; depois fica sabendo do Alto Pardal que passarão por um julgamento dos Sete Septos, ele conta sobre como aquela construção é antiga e verdadeira, removida de qualquer vaidade e ornamentos, pergunta se Cersei não quer fazê-lo, traz à frente um (belo) rapaz que se destituiu de tudo quando os procurou para se limpar e regenerar, e contou muita coisa sobre Cersei para eles… a Rainha Mãe é levada para uma cela. (yeeey! Quando ela bem achava que já estava com jogo ganho e impune de tudo!)

 

E08 – Hardhome

Tyrion tenta convencer Daenerys de que ele lhe vale como conselheiro, pela experiência como Mão do Rei e conhecendo as casas do reino; quando ela lhe pergunta o que fazer com Jorah, ele pergunta se Jorah teve oportunidade de admitir a traição, mas a adverte que precisará inspirar devoção e matar alguém tão verdadeiramente dedicado a ela não o fará, então Daenerys o bane novamente da cidade. Depois, Daenerys conversa com mais calma com Tyrion, sobre seus pais, Tyrion indaga o apoio que receberá, sobre as casas numa roda que gira se alternando no poder, e ela quer quebrar a roda. Cersei é constantemente abordada com uma colher de água para beber, mas é preciso que ela confesse seus crimes, ela continua dizendo que seu rosto será a última coisa que aquela freira verá antes de morrer, chega a lamber o chão onde caiu a água. Ela recebe também a visita de Qyburn, que lhe conta que o rei não quer receber ninguém e Pycell preside o conselho sem querer visitá-la, a única alternativa parece ser implorar perdão. Arya está sendo treinada para assumir uma persona, uma vendedora de ostras, para repassar um veneno a um velhinho magro. Em Winterfell, enquanto Ramsay planeja estratégia de guerra com o pai, querendo surpreender um ataque antes do inimigo chegar até eles, Sansa confronta por que Theon não a ajudou e acaba descobrindo que Bran e Rickon ainda estão vivos, Theon não os queimou. Jon e Tormmund chegam ao local do povo livre, querem conversar com os anciões; Jon admite que lançou uma flecha em Mance, mas Tormmund está lá para garantir que foi de compaixão, precisam de coragem agora para enfrentar o inverno e os caminhantes brancos que virão, o líder dos Thenns não aceita o acordo, uma outra aceita; embarcam alguns nos barcos emprestados de Stannis, mas muitos ainda ficam para trás, cães começam a ladrar alto, gritam para fecharem os portões, muita neve que parece avalanche e milhares de mortos vivos chegam para atacá-los; lutas aqui e ali, barcos que partem, o que parecem líderes montados em cavalos no alto das montanhas que cercam o lugar, Jon quer pegar o vidro de dragão, um gigante arrancando de si esqueletos que parecem sanguessugas, uma mulher que se deixa abater por crianças aterrorizantes, Jon consegue matar um dos cavaleiros com sua espada de aço valiriano, mas não há como combater, a única saída é fugir; do barco avistam um outro cavaleiro dos mortos vivos levantar com um movimento de braço todos os mortos que agora lhe servirão no seu exército de zumbis de olhos azuis (Jon com cara de bobo parado – claro, não é o que a gente faria diante daquilo?).

 

E09 – The dance of dragons

A ideia de Ramsay dá certo e Stannis é surpreendido por um ataque com fogo à noite, pois os nortenhos conhecem melhor o terreno e passaram despercebidos; cavalos foram mortos, mas Stannis não pretende recuar, envia Davos para pedir ajuda da Patrulha e dos selvagens, antes de partir ele dá um presente a Shireen (como uma despedida, né? Já estamos vendo tudo…). Jon chega com os selvagens às portas do Black Castle na Muralha (e aquele friozinho na barriga de dúvida, será que Alliser vai mesmo abrir?); os portões são abertos e Alliser comenta que ele tem bom coração, mas isso vai matar a todos. Em Dorne, Jaime bebe com Doran Martell, explica que receberam uma ameaça com o colar que Myrcella diz terem lhe roubado, Doran aceita que voltem para Kingslanding, mas Trystane irá junto e fará parte do conselho, também soltam Bronn. Na realidade da nova persona de Arya no cais de Bravos, a menina quase vende as ostras para o homem magro, quando avista Mace Tyrell sendo escoltado por Meryn Trant junto dos homens do banco; ela os segue até à noite, quando entram numa casa de prazeres, vai vender suas ostras lá dentro se safando por dizerem ser afrodisíacas; ela chega bem perto de Meryn e ouve a conversa de que o homem tem tara por garotas bem jovens; volta ao templo alegando que o homem magro estava sem fome. No acampamento de Stannis, à noite, o pai chega e a garota conta sobre a Dança dos dragões, história que lia em seu livro, com dois lados achando-se no direito ao trono e milhares morrendo, o pai fala que às vezes é preciso fazer escolhas, que também há um destino a cumprir, Shireen o conforta, diz que vai ficar tudo bem e quer ajudar no que puder. Na manhã seguinte, a garota é levada até a fogueira, suplica à mãe que a ajude, ao pai; no início a mãe conta que com esse sacrifício não morrerão ali, mas no final ela própria sai correndo, ao ouvir os gritos da filha; Melisandre continua sua reza enquanto ouvimos o chiado das chamas e os gritos da menina. Em Meereen, começam os grandes jogos num estádio enorme, para começar a luta na arena Daenerys precisa bater palma, Daario relata sua própria experiência quando não apostavam nele e Tyrion imagina que o pai teria gostado de Hizdhar, que fala de tradições e honra. Chega na arena Jorah, que enfrenta vários guerreiros e prova seu amor maior pela Khaleesi lançando uma lança que mata um filho da Harpia que iria atacá-la por trás, olham ao redor e estão cercados por diversos mascarados que atacam aleatoriamente, Jorah protege Daenerys junto com o restante do grupo, correm de um lado pro outro até serem encurralados, parecem não ter saída do cerco, quando ouvem Drogo, que cospe fogo, pousa, também é atingido por lanças, mas deixa Daenerys subir em seu dorso alçando voo novamente e salva a Mãe dos Dragões.

 

E10 – Mother’s mercy

Melisandre está contente que o sacrifício rendeu, pois o tempo melhorou, mas há muitos desertores das tropas de Stannis e a esposa se enforca, mesmo assim ele diz que marcharão para Winterfell. As tropas de Stannis se aproximam e dá para ver que estão em menor número que de Bolton; Podrick avista e Brienne decide ir também buscar por Stannis; Brienne o encontra já no final da batalha, com o homem ferido e praticamente tendo desistido; do outro lado dos mortos Ramsay está triunfante. Bem quando Brienne saiu de seu posto, Sansa consegue aproveitar o momento e sair do quarto para acender uma vela na torre, mas é abordada no caminho por Myranda que quer se desfazer de algumas partes que Ramsay não precisa para gerar um filho; Theon finalmente parece ter tomado alguma consciência e empurra a peste do alto do palanque, eles avistam cavaleiros voltando e decide pular com Sansa para fora dos muros que cercam a cidade. Jon permite que Sam vá com Gilly para a cidadela e tente se tornar um Meistre. Em Bravos, Arya consegue se infiltrar na casa visitada por Meryn Trant com outro rosto, é a única menina que é chicoteada e não chora, revela seu rosto e pula no homem furando seus olhos, passando a faca na garganta (a gente já tinha visto um toque de maldade antes, mas a menina virou uma diaba na sua sede por vingança!); retorna ao templo para devolver a face, Jaqen a repreende porque a morte do homem não a pertencia, ele toma o veneno, mas depois Arya se vira e a jovem menina é que tem o rosto de Jaqen; Arya começa a tirar o rosto do morto caído, um atrás do outro, até chegar no seu próprio rosto e perde a visão. Na despedida de Jaime e seu grupo, Ellaria (mãe das filhas de Oberyn) se despede de Myrcella com um beijo na boca; dentro do navio, Jamie conversa com Myrcella, que lhe revela que sabe que ele é seu pai, para em seguida cair morta em seus braços; as filhas da areia sabem em conchavo com a mãe que Ellaria tinha veneno nos lábios e a caçula lhe entrega o antídoto. De volta à pirâmide de Meereen, os amigos de Daenerys decidem o que fazer: Jorah e Daario irão ao seu encalço; Tyrion lhe servirá melhor ajudando a governar e deixarão Verme Cinza e Missandei como líderes do povo até retornarem; Tyrion tem em Varys também seu aliado por informações a saber em quem confiar, o eunuco ironiza, “quem teria experiência em reger uma cidade engasgada por violência, corrupção e mentiras?”. Daenerys realmente nem sabe onde veio parar, com Drogo lambendo as próprias feridas e não querendo voar de volta, ela caminha pela vastidão e é surpreendida por uma horda enorme de homens em cavalos  muito parecidos com os dothraki. De volta a Kingslanding, Cersei decide confessar seus pecados – bem, confessa uma parte, ainda alegando que os filhos de incesto são manobra de quem deseja tomar o trono -, recebe o perdão da misericórdia da mãe (quem?) e poderá retornar a Redd Keep (Fortaleza Vermelha) após expiação: seu cabelo é cortado e ela precisa caminhar por toda cidade como Deus lhe enviou; nua e descalça, acompanhada por uma freira com sino que anuncia “Vergonha!”, recebe xingamentos do povo e jogam-lhe todo o tipo de dejetos no corpo, é uma longa caminhada, até atravessar os portões para ser levada no colo de um Montanha ressuscitado em armadura. Na Muralha, Davos já chegou, mas recebem agora uma Melisandre sem palavras, que fugira dos campos de batalha; Jon Snow está desolado com notícias que recebe dos corvos, até que Olly o chama alegando que encontraram seu tio perdido, mas é uma emboscada, Alliser e outros patrulheiros enfiam a faca no comandante, inclusive o jovenzinho Olly; Jon caído, sangra na neve.