Taverna Medieval em São Paulo

Amiguinhos e amiguinhas, eu confesso a vocês que nem era tão empolgada com Caverna do Dragão, nem sou tão fã assim daqueles filmes de Rei Arthur, cavaleiros, Robin Hood… mas posso falar? Visitar essa hamburgueria temática em São Paulo foi muito divertido, mesmo assim!

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A única coisa que não foi tão divertida, e já vou escancarando logo de cara aqui no post, é o tempo de espera… Tudo bem que nós fomos num sábado (mas era meio de feriado prolongado!) e não chegamos tão cedo (foi lá pelas 19h). Mas a moça nos alertou que seria uma hora e meia de espera! E… foi mesmo, ela não mentiu.

Bem, enquanto você espera, pode tentar lançar umas flechas (por 15 reais) ou já escolher algumas bebidas, tem uns barris que servem de mesa ali fora. Não tenho fotos boas da área externa, porque ainda não tinha testado meu celu, e o local só abre à noite, então fico devendo essas fotos. Mas fomos em quatro e o pessoal decidiu rolar o dado – você rola um dado de 20 lados, o número que cair é a bebida em questão. E eles têm o crítico também! (o número 1 é o bartender que vai escolher qualquer coisa pra você, e nem está no menu)

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O hidromel élfico é mais suave (o dos anões é seco) e tava muito bom, docinho, numa taça de caveira. A “poção do Rei Arthur” me supreendeu por não ser tão forte também e as poções vem em frascos como naqueles desenhos animados… Eu pedi um milk-shake de limão, sem álcool, que tava muito bom também, sem ser enjoativo nem acentuado demais no azedo do limão. Numa próxima eu gostaria de experimentar o de amarula, hmmm.

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Outra coisa engraçada que aconteceu é que quando vem chamar o nome da pessoa eles usam uma campainha, daí teve um povo que começou: “shame!” (Hello, Game of Thrones).

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Entrando, as mesas e cadeiras são simples, mas todos os atendentes estão vestidos à caráter, então você vê bobo da corte e donzelas circulando com os pratos. Ah, e tem uns frades… Um deles veio nos atender e ele tinha o broche de “Mão do Rei” (novamente, Game of Thrones). Daí ele comentou: “Isso significa duas coisas: que eu trabalho mais que os outros e que não sei se saio vivo no final do dia” hahaha. Também é bem apropriado que os atendentes usam “milorde e milady” com a gente.

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Vamos às comidinhas, então. Será que é só ambientação caprichada, ou eles capricham no sabor também? Um dos nossos pedidos foi a “Camponesa simples de nobre coração que vai todos os dias ao bosque para recolher lenha” – título enorme, mas que realmente existe no cardápio, tá aqui a prova, ó!

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É, um simples sanduíche de pernil. Mas tava saboroso. E notem que servem rusticamente também, no prato pesado de cerâmica. Aliás, o chopp vem nuns canecões também.

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Quanto aos burguers, eu fui de “Escolha do taberneiro”.

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A escolha do taberneiro tem fondue de queijo e … bacon, claro! E, sim, gente, esse bacon aí não era super tostado e nem grosso e molengão, ou seja, gostei, pra mim esse é o ponto certo.

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Já a pedida de um amigo foi “O Bárbaro” aí em cima. Hambúrguer de javali, que tem uma carne mais branquinha (não sei qual o ponto?) e rúcula e um molho de tomate fresco que formou uma boa combinação, mais leve.

Aliás, os pratos e bebidas são medidos pelo grau de “medievalidade”, com espadinhas. E eles indicam a bebida que melhor combina com o lanche.

De sobremesas, fomos de “Nessie”.

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É um snickers empanado com sorvete. ehe.

E entre uma comilança e outra, você pode ouvir uns menestréis! (é assim que chama?)

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Se der sorte, pode jantar na mesa de barco viking! haha

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Mas o mais legal é que a proprietária do local veio perguntar se estava tudo bem, o que tínhamos achado, e deu a dica que podíamos ir no segundo andar e mexer nas quinquilharias.

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Eu gostei da espada do Frodo, mas tinha várias outras, inclusive a Garra Longa… nhah, não peguei na espada do John Snow! (huahaha, tinha que ter alguma piada infame né). Ah, e uns capacetes viking pra usar e tirar foto.

Mas a minha maior diversão… só quem já deu muita risada com “Monty Python e o cálice sagrado” vai entender.

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Pois é. Com boas e rápidas bebidas, pessoal simpático e capricho no tema, a Taverna Medieval conquista corações. Eu me diverti muito e voltaria outras vezes, se não fosse a espera na fila. Ah! E também é fácil, fácil de gastar ali hein. Mas guardarei a minha via da notinha do cartão que lê “Caverna do Dragão” hihihi.

Samurai Gourmet

(2017) ****
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Acho que vocês já perceberam que eu gosto bastante de comer (com’on, tem uma categoria de posts aqui chamada “:D e as comidinhas”…). Mesmo assim, até hoje, nunca fui rendida pelas diversas séries de comida que existem por aí, inclusive esses programas de reality e competições como Hell’s Kitchen ou Master Chef. Na verdade, talvez eu esteja amolecendo, porque esses dias eu vi um episódio de Master Chef e ri alto, tem uma personagem que se chama Yuko, ela não fala direito português e é muito transparente nos seus comentários – talvez eu continue assistindo, não é que até me pareceu divertido?

Mas antes de me viciar em mais esse gênero, digamos, de produção (quantos filmes sobre comida existem por aí!), eu fui pega por esta série Netflix que é originalmente japonesa e uma graça, sabe aquelas comfort foods? Como uma “comfort série”, os episódios são rapidinhos e servem pra acalentar um pouco o coração, trazer um sorriso singelo.

A narrativa é simples: um senhor se aposenta e agora, com mais tempo, começa a experimentar diversas comidas diferentes. Mas entremeio as reações entusiasmadas do personagem principal em relação ao que está comendo, nós vemos ele relacionar determinada refeição com algo de sua vida e algum sentimento, algum ideal – e surge o tal Samurai que somente ele vê pra lhe dar inspiração.

A produção é ótima, os pratos aparecem apetitosos, o ritmo é leve, com momentos de humor e flashbacks pertinentes. O figurino da época de Samurai contrastando com a realidade moderna é bem feito, e a gente torce pelo carismático Kasumi, ansiosos pelo próximo episódio pra saber o que ele vai fazer ou comer.

Espero que a série continue em outras temporadas!

 

Ep. 01 – “Cervejinha do meio-dia”

Não sei se é coisa de japonês, acostumados a trabalhar tanto e sentir vergonha por de repente você se permitir uma cervejinha em um horário em que todos devem estar no trabalho… mas por que não?

 

Ep. 02 – O lámen da diaba

O lámen é um prato muito popular no Japão, e é hilário Kasumi notar todos os detalhes que fizeram daquele lámen uma experiência gastronômica pavorosa! Porém, isso só evidencia o gosto de um simples lámen caseiro e… quem não entende gostar mais da comida da mamãe?

 

Ep. 03 – Peixe no café da manhã

Esta série é ótima para constatar alguns costumes japoneses. Por exemplo, esta pousada à beira-mar é bem típica japonesa, e esse café da manhã também. Relembrando os momentos de jovem rapaz, dá ainda mais vontade de repetir (“okawari!”)

 

Ep. 04 – Yakiniku do jeito dela

Aqui em São Paulo a gente também tem boas opções de restaurantes coreanos em que podemos “fazer churrasco” na mesa. Desta vez, quem vê o Samurai é a sobrinha de Kasumi, que andava precisando repensar um pouco suas atitudes e comportamento principalmente quanto aos pais.

 

Ep. 05 – Bentô no set

Já que está aposentado, por que não ser um figurante? E Kasumi mal pode esperar pelo almoço, conhece um aspirante a ator e dar valor aos pequenos elementos pode fazer muita diferença no paladar.

 

Ep. 06 – Um almoço à moda antiga

Kasumi quer tomar um café e ler um livro, mas ele não precisará reclamar com a mesa do lado sobre o barulho que estão fazendo.

 

Ep. 07 – Guarda-chuvas no balcão

Com o alívio por saber que está bem de saúde, Kasumi conhece um “izakaya” (uma espécie de bar japonês, mas que servem porções bem interessantes) em que a lembrança dos seus tempos de empregado salariado ficam mais saborosas com a chuva.

 

Ep. 08 – Macarrão estilo samurai

E quando acabamos entrando em um restaurante que parece ser chique demais pra nós, humildes mortais? Mas por que deixar suas próprias preocupações atrapalharem seu deleite?

 

Ep. 09 – Croquetes do coração

Todo mundo tem aquele momento na infância em que provou algo simples, mas que era muito gostoso na época… pode ser principalmente pelas circunstâncias do momento, ainda mais se foi quando transgrediu algumas regras com coragem.

 

Ep. 10 – O cavaleiro grisalho

Em um “yakittori” (lugar que vende só espetinhos, a maioria com partes de frango), a luta da vez não é do samurai, mas não é preciso aguentar opressão rude se podemos ser apenas mais compreensivos e gentis, certo?

 

Ep. 11 – Bodas de Oden

Shizuko, a esposa, é a companhia de Kasumi para comer “oden” (alimentos diversos cozidos). Mas ele não precisa suar porque acha que a esposa pode estar entediada com a rotina: às vezes o melhor é o bom e velho “arroz com feijão” (se fôssemos falar aqui no Brasil, rs).

 

Ep. 12 – Lembranças de um “hayashi rice”

Outro prato típico – e que me deu água na boca, queruuu! – e a reflexão sobre os acasos. Um restaurante que é sucedido com o mesmo estilo e boas lembranças, um encontro fortuito e… que samurai é esse?

Logan / A bela e a fera

Ando com um novo projetinho de vida e não é que acabei deixando passar o mês de março? Em alguns meses acho que vou poder abrir para todos e expor esse meu projeto, mas por enquanto, tenho estado com a cabeça em outras nuvens… Deixo aqui só algumas notas, só pra não deixar passar em branco.

!Claro, sempre lembrando que este blog não acredita em spoilers, uma coisa é saber dos fatos, a outra é sentir a emoção (triste ou feliz)!

Logan (Logan / 2017) ***

Gente, gente… que filme triste! É muito, muito, triste. Pensar que na minha infância eu considerava os X-men a evolução da humanidade, no final é isso que acontece? O professor Xavier fica velhinho e com todas as dores das agruras de sua vida (aliás, parabéns para o Patrick, lembrou meu avô, quando ficamos velhinhos é daquele jeito mesmo). E o Wolverine também já não é mais o mesmo, meu velho, embora continue impulsivo e briguento, naquele jantar com a família do interior, não deu vontade de ter uma vida normal? A garotinha também está muito bem, raivosinha e ainda com a carinha de quem precisava de um colo. Até que gostei do conjunto, os efeitos, as locações, ação conta com embates que a gente não sabe como se vai dar, então todo mundo fica feliz.

A bela e a fera (Beauty and the Beast / 2017) ***
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A animação era uma das minhas favoritas quando criança. Será que estamos entrando na era em que temos que fazer igual à máxima “livro é livro, quadrinho é quadrinho, filme é filme”, e partirmos pra “animação é animação, filme é filme”? Porque não é que eu não tenha gostado do filme, mas… ai, ai, prefiro tanto a animação… hahaha

Os efeitos estão muito dignos, os figurinos bem apropriados (mas na minha imaginação o vestido da Bela era ainda mais “mágico”) e eu a-do-rei o Gaston e o LeFou, melhores personagens! Não tinha lido nada sobre o filme antes de ver, então me surpreendi com o elenco famoso que foi aparecendo ao final. Sobre as inserções de narrativa, entendo que tinham que deixar o negócio mais “crível” para uma versão humana, dar mais sentido – a história da mãe da Bela, por exemplo; e gostei da feiticeira voltar a aparecer no final. Mas achei meio falso quando Bela sai cantando na montanha, embora tenha gostado dela lavando roupa. A polêmica sobre personagens gays é ridícula, eles são o mais divertido (e não tanto a interação entre o relógio e o candelabro, como na animação). Também até que gostei que o pai é mais um artesão do que um inventor. Não gostei tanto da rosa, mas tá valendo, e no desenho, o príncipe humano era mais bonito hahaha. Deu pra gente se encantar com a biblioteca e a dança no salão (cadê os passarinhos em cima da Fera?), lembrar algumas canções, querer dar um tapão na cabeça do Gaston, mas não deu tanta vontade de ter participado do banquete no castelo… Bom, acredito que adaptações são assim mesmo, nunca dá pra agradar os fãs em tudo. A Bela e a Fera continuará sendo meu desenho do coração, enquanto o filme eu vou esquecer logo.

Neste mês eu também vi a (mini?) série “Samurai Gourmet” que me deixou contente, mas eu queria um post só pra ela, então fica pra uma próxima.

89th Oscar

(post atualizado em 01/03, em laranja)

Antes mesmo de ver qualquer filme indicado ao Oscar deste ano, eu imaginei que La la land abocanharia diversos prêmios. Não tanto por motivos técnicos – acho o roteiro bem batido, pra dizer a verdade; mais porque parece resgatar uma Hollywood de sonhos, um sentimento de mais esperança e entusiasmo; apesar da melancolia, como é gostoso a gente ver um casal romântico deslizar, flutuar, dançar nas estrelas…

Eu sou dessas românticas, e acho que se estivesse na Academia eu cederia e daria meu voto de melhor filme pra ele sim. Vamos ver qual será o veredito dos votantes reais nesta noite. Muitos dos motivos de votar em um e outro estão descritos no post anterior aqui, mas claro que, se até a Glória Pires pode comentar o Oscar, eu tenho direito a não ter o que comentar em certas categorias (e só às vezes eu sou boa de chute). Seguem os meus votos em negrito.

*Melhor filme (longa)

Arrival (A chegada)

Fences (Um limite entre nós)

Hacksaw Ridge (Até o último homem)

Hell or High Water (A qualquer custo)

Hidden Figures (Estrelas além do tempo)

La la land (La la land: cantando estações)

Lion (Lion:uma jornada para casa)

Manchester by the sea (Manchester à beira mar)

Moonlight (Moonlight: sob a luz do luar) – xenti, xenti, xenti. Que choque, que loucura, um prêmio que ninguém vai esquecer. E não dá vontade de teoria da conspiração? Achar que fizeram de propósito só pra ninguém esquecer mesmo na história essa vitória? Aliás, primeiro filme a ganhar com tema LGBT (alma lavada por Brokeback Mountain) e é o retrato da minoria das minorias (pobre, negro, homossexual), Oscar é muito mais do que apenas a qualidade do filme em si, só pra lembrar. Embora o filme seja bom também e a gente fica feliz, só fica meio triste porque nos sentimos no lugar do povo de La la land tendo que sair do palco e aguentar o Barry Jenkins clamando “que se dane os sonhos!” – bafão!

*Melhor curta (live action): Timecode – o Oscar foi para Sing, e sabe que quase foi meu voto mesmo? 

*Melhor animação (longa): Zootopia – gosto da mensagem sobre aceitar a diversidade e acredito que isso também contará para outros votantes neste ano de Trump.

*Melhor animação (curta): Piper (mesmo que se diga “por que não votar em um diferente?”, é um curta lindinho mesmo, com qualidade de animação incomparável) – embora “Blind Vaysha” tenha um mote bem interessante, eu não vi.

*Melhor documentário (longa): Life, animated – só porque gosto de animações e é um tema diferente. E o Oscar foi para O.J.:Made in America

*Melhor documentário (curta): Watani: my homeland – E o Oscar foi para The White Helmets

*Melhor filme (longa) que não é falado em inglês: Toni Erdmann – E o Oscar foi para The salesman (O apartamento). Honestamente? Achei que foi de propósito porque Asghar Farhadi não ia poder estar lá e tinha seu recado para esta nova política de imigração…

* Melhor ator: Viggo Mortensen – poderia ser o Casey Affleck? Claro que sim. E foi. Sem aplausos da Brie Larson.

* Melhor atriz: Isabelle Huppert – sim, eu vi “Elle”, e admiro a coragem e força em cena desta atriz, filme forte que quebra as “convenções” femininas. E o Oscar foi para Emma Stone – algo que não entendo muito bem, tão novinha e tá, fazer musical é difícil, mas…

*Melhor ator coadjuvante: Mahershala Ali – só pra dar um pra “Moonlight”, eu não vi o Michael Shannon.

*Melhor atriz coadjuvante: Viola Davis – obviamente! Mas compensou a previsibilidade com um bom discurso.

*Melhor direção: Kenneth Lonergan – por “Manchester by the sea”. E o Oscar foi para Damien Chazelle (o que fez todo mundo acreditar que já sabia quem ganharia melhor filme, mas…)

*Melhor roteiro original: Hell or high water. E o Oscar foi para Kenneth Lonergan por Manchester by the Sea – ah, tá valendo, né.

* Melhor roteiro adaptado: Arrival. E o Oscar foi para Moonlight (e eu: “whaaat?! wow, ok” – primeiro de uma série).

*Melhor fotografia: Arrival. E o Oscar foi para La la land.

*Melhor montagem: Hell or high water. E o Oscar foi para Até o último homem (Hacksaw Ridge) (e eu: “o quê?!”)

*Melhor desenho de produção: La la land.

*Melhor figurino: Jackie – não vi todos os candidatos. E o Oscar foi para Animais Fantásticos e onde habitam (Fantastic Beasts and where to find them).

* Melhor maquiagem: nulo (não quero dar para Esquadrão Suicida). E o Oscar foi para Esquadrão Suicida ¬.¬

*Melhor trilha sonora: La la land

*Melhor canção original: La la land, “City of stars”. (não tem jeito, a melodia gruda mesmo, apesar da letra simplória)

*Melhor mixagem de som: La la land. E o Oscar foi para Até o último homem (sério? Foi tipo só a parte do campo de batalha, né?)

*Melhores efeitos sonoros: Arrival

*Melhores efeitos visuais: Kubo and the two strings – fazer os origamis terem vida, transformar as lanternas em ancestrais… Embora eu tenha gostado muito do Baloo interagindo com Mogli; e de voltar no tempo na sequência de ação em Dr. Strange, sem falar na capa mágica, claro. E o Oscar foi para… The jungle book (Mogli: o menino lobo) – ah, eu gostei.

 

Comentando sobre a festa em geral, eu gostei que aproveitaram a música upbeat e o carisma de Justin Timberlake para começar a noite. Gostei da piada com os comentários de Trump sobre Meryl Streep. Gostei da presença brasileira – Lázaro Ramos e Seu Jorge comentando filmes; e a pira olímpica na apresentação de canção para Moana. Não achei que os doces caindo do céu foram melhores que a pizza da Ellen; gostei dos Mean Tweets e dele chamando o Trump pra briga; invejinha do Seth Rogen entrando no Delorean pra apresentar algo que nem lembro mais; e dei risada mesmo com a briguinha entre Matt Damon e Jimmy Kimmel, com Kimmel querendo expulsá-lo do palco orquestrando como quando eles cortam os agradecimentos longos! hahaha

É, a festa foi um pouco mais longa (?), mas pegou a gente de surpresa algumas vezes, com um gran finale – o que mais esperar?

2017 – 0 Oscar mais triste da minha vida

Temporada de prêmios passando, Oscar taí e cadê aqueles posts de maratona? Pois é, minha gente, depois que o DiCaprio ganhou o dele, Oscar perdeu a graça.

Mas… Claro que parti na “missão”, tentando ver pelo menos todos os indicados a melhor filme – e gente, que tristeza. Digo, literalmente. Não me lembro de chorar em tantos filmes assim pro Oscar nos outros anos, vai ver eu tô realmente ficando muito velha e sentimental.

Vejamos, até o mais animadinho, o velho oeste moderno A qualquer custo, com a personalidade locona que cai como luva em Ben Foster, as farpas irônicas entre o policial que tá pra se aposentar e seu parceiro índio de longa data, os roubos, a garçonete, a perseguição, tem como mote central por trás de todo o estratagema a crise financeira, a exploração de grandes bancos, e tem que morrer uns por ali no meio, a vida é injusta e a gente garante o nosso né. Meio triste.

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Foi indicado a melhor filme, roteiro original (gosto muito, os diálogos, lembra da senhora explicando as opções do menu?; os personagens, a crítica de quem rouba quem), ator coadjuvante (não sei vocês, mas sempre adoro o Jeff Bridges) e montagem (caçadas e bangue-bangue sempre exigem boas montagens, além da gente ir descobrindo o plano todo).

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A chegada trata de uma intérprete que vai tentar desvendar uma comunicação com aliens misteriosos, não parece uma história que vai te fazer chorar. Adorei como criaram o sistema avançado de linguagem dos aliens, trabalho de linguista mesmo, lembrei dos anos de faculdade em Letras. Mas daí vem uns flashbacks, *cough, flashforwards, e de repente você se dá conta do peso das escolhas, mesmo sabendo de todo seu passado e todo seu futuro, amar uma pessoa sabendo de sua perda… Ah, a condição humana.

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Indicado a melhor filme, direção (sabe que nosso olhar e sentidos são conduzidos e eu gostei?), roteiro adaptado (concentrado em pontos contundentes), fotografia (eu gosto da fumaça e como os aliens escrevem), montagem (trabalhão! pedacinhos de informação pra revelações finais e sentimentos de falta de ar), mixagem de som, edição de som, desenho de produção.

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Não está entre os indicados a melhor filme, mas vamos dar uma palavrinha sobre Capitão Fantástico? O pai que sempre procurou o melhor para seus filhos, mesmo isso significando uma “sociedade alternativa”, além de deparar-se com a perda da esposa, tem que confrontar seus próprios ideais diante de acontecimentos reais. Sei que Viggo Mortensen não leva a estatueta, mas um trabalho esmerado, que tem tudo a ver com ele mesmo, meu voto é dele. Chorei – que dor ter que abrir mão de tudo que se acreditou até então.

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Já um ator respeitado por todo mundo, que também entra na direção, e tem fortes chances este ano novamente é o Denzel Washington. Esse nos leva pra um filme carregado nas atuações, Fences (e como não pude ver no cinema antes da premiação, ignoro seu título em português). Tudo bem, nesse eu não chorei, achei até meio chato, que bom que não terei que pagar ingresso por ele. Ê velho lixeiro amargurado, cheio de histórias pra contar, lutando contra a morte e o diabo, com um irmão com placa de metal na cabeça; mais coitada ainda da mulher que tem que aguentar até bebê de outra a essa altura do campeonato, e o filho que só queria jogar futebol. Triste.

Indicado a melhor filme, ator (papel forte, mas ele nem precisa de mais prêmio), atriz coadjuvante (Viola Davis, ela já teve momentos melhores, mas acho que este é seu ano no Oscar), roteiro adaptado (histórias de passados doloridos, na tela não comoveu tanto).

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Lion, sim, me fez chorar (e odeio chorar quando sei que o filme é feito pra chorar), apesar da grande propaganda do Google Earth. Tem a Nicole Kidman mãezona que adota filhos e sofre com cada um perdido à sua maneira. Não tem como, gente, depois de passarmos junto com o menininho sozinho as andanças pela Índia, orfanato, chega aquela cena da banheira… E eu não gosto tanto da parte do tormento com a namoradinha, mas como não deixar a lágrima sair no reencontro com a mãe biológica depois de tudo aquilo?!

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Foi indicado a melhor filme, roteiro adaptado (saber que existiu um menino assim na vida real é o que emociona), trilha sonora, ator coadjuvante (Dev Patel não está mal, mas nada excepcional), atriz coadjuvante (competente).

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Agora, o que me doeu a alma mesmo foi a cena daquele encontro furtivo na esquina com a moça do carrinho de bebê em Manchester à Beira Mar. A gente nem lembra mais do diálogo, mas o sentimento contido ali é profundo. Aliás, eu gostei muito mais do filme do que achei que ia gostar, um dos melhores trabalhos de direção e cenas que fazem sentido estarem ali, todas. E a montagem ajuda hein. O zelador que tem que cuidar do sobrinho após a morte do irmão, e no processo reabrir suas feridas enterradas, queimadas. A pesca com o menino, a rotina de trabalho (como adolescentes, perguntamos a mesma coisa, não pode largar isso?, pra depois entender que não dá mais pra trabalhar naquela cidade), ver a vida do sobrinho, a comida que queima, a caminhada na estrada, o susto de ele pegar aquela arma.

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Indicado a melhor filme, direção (um diretor que sabe respeitar tempos, permite que seus atores sejam competentes), roteiro original, ator (os irmãos Affleck fazem mais sucesso nos tipos caladões mesmo), ator coadjuvante (Lucas Hedges bem, sem exageros), atriz coadjuvante (Michelle Williams sofredora de sempre).

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Outro que chorei embora fosse claro que foi feito pra isso? Até o último homem. É, conhecendo um pouco de Mel Gibson, poderíamos esperar grandiloquência; ó, o herói americano; ó, o homem de fé! Tinha que ter luta e guerra, o Andrew Garfield é engraçadinho e fácil de a gente gostar; a namorada é um doce, e mais do que a parte do treinamento militar o que pega a gente mesmo é o campo de batalha, é aquele esforço enorme pra sobreviver e salvar. E além de tudo isso, ali pelo meio, tem aquele pai… um bêbado desacreditado que, apesar de tudo, ainda fará o que pode para ajudar o filho. É nessa superação de si mesmo como ser humano que o filme ganha mais valor.

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Indicado a melhor filme, direção (um pouco mais clássica aqui, né? Mas tá valendo), montagem, ator, efeitos sonoros, mixagem de som.

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Um que foi mais divertido de acompanhar foi Estrelas além do tempo. Que coisa primorosa poder conhecer as vidas dessas três mulheres que eu nem sabia que existiram! Só por serem tão boas em matemática eu já as admiro (sério, aquilo seria impossível pra mim), mas se desafiaram a algo a mais e seja pleiteando uma vaga pra engenharia, seja se antecipando ao progresso dos “computadores”, ou atrevendo-se a mostrar suas habilidades, enfrentaram aquele ambiente intimidador tendo uma visão maior. Este filme sim dá um pouco de gás na gente, a gente torce por elas e fica feliz pelas suas conquistas. O triste aqui é só saber que realmente existiu uma época em que os banheiros eram separados por cor, constatando como às vezes a humanidade pode ser estupidamente contra ela mesma.

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Indicado a melhor filme, roteiro adaptado (interessante e divertido!), atriz coadjuvante (Octavia Spencer é boa atriz, ganha logo nossa estima, mas não uma atuação que vai ficar na memória).

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Aliás, engraçado como tem dois atores (Janelle Monáe e Mahershala Ali) em Estrelas além do tempo que estão no outro indicado que seria uma resposta #oscarsowhite – Moonlight: sob a luz do luar. Nós vemos três fases de uma vida: Little, Chiron e Black, o menino importunado pelos colegas que encontra uma figura masculina para admirar, vira adolescente que ainda sofre bullying e acaba não aguentando mais, cresce para se tornar forte como o tal cara das drogas, mas sem esquecer uma noite na praia. É triste ver a mãe drogada e sabermos mesmo sem ele dizer que ele não sabe ainda bem quem é, só queríamos um pouco mais de afeto nesta vida, menos preconceito e violência…

Foi indicado a melhor filme, roteiro adaptado, direção (boa; o menino aprendendo a nadar, a disposição de corpos, o reencontro ao final), fotografia (queria ter visto a pele deles quase azul sob a luz da lua!), montagem, trilha sonora (eles misturam uns momentos clássicos ali, não sei se funcionou pra mim), ator coadjuvante e atriz coadjuvante (Naomi Harris).

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Ufa! E falando de filmes felizes, eu deixo para o final deste post aquele que eu achava que seria o único filme que me deixaria contente e com um sorriso no rosto após sair da sessão. La la land: cantando estações. O musical de cores vibrantes, com sequências lindas de danças românticas e sonhos que se realizam! Só que… Não foi bem assim. Na verdade, foi o filme que me deixou mais triste e até pensei em escrever um post desabafo só pra ele, mas por questões de tempo, vamos deixar isso por aqui. E aquela melodia melancólica que achei que não ia grudar, ficou na cabeça. Eu vi a mim mesma jovenzinha na pele da personagem de Emma Stone, com sonhos de Hollywood e frustrada com a realidade. Só que eu sou uma daquelas pessoas que ela menciona quando o personagem de Ryan Gosling vai buscá-la na casa dos pais, para quem os sonhos não se realizam, só mais alguém que teve que achar outra coisa pra fazer da vida. Claro, é engraçado ele tocar numa banda temática dos anos 80, eu adoro ele explicando com entusiasmo sobre jazz, porque aquilo é sua paixão, é bonito ver eles sapateando após “contemplar” uma paisagem, gosto do passeio no planetário, achei lindíssima a dança com estrelas espelhadas por água no chão. Mas também tem o lado da realidade, as pessoas e os sonhos mudam, e foi tristíssimo a sequência final, quando ele toca toda a história deles e em determinado ponto, inclui como tudo deveria ter sido, como gostaríamos que a vida tivesse tocado. E quem nunca teve um momento assim? Em que a gente para pra tocar uma outra versão nas nossas mentes, por mais sucesso que possamos ter alcançado…

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Indicado a melhor filme, direção, roteiro original, fotografia, desenho de produção, figurinos, trilha sonora, canção original – 2 indicações: “Audition (The fools who dream)” e “City of Stars”, efeitos sonoros, mixagem de som, melhor ator e melhor atriz.

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Ah, como eu queria ter feito cinema, há muito tempo atrás, quando ainda era jovem… E o Leo nem era tão rico e famoso, a gente podia ter se casado. Ah, como eu queria continuar a viver na minha L.A. imaginária, em que eu realizo o sonho de fazer filmes, fico milionária e tenho o amor da vida, posso ajudar o mundo a ser um lugar mais feliz, tudo é colorido e brilhante.

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Mas o Leo já ganhou o Oscar dele. Eu não tenho mais pelo quê torcer. O sonho acabou e vou ter que aprender a tocar outra música. Por isso lhes digo… este é o Oscar mais triste da minha vida.

St Louis

Não sei se ainda vou continuar com esta saga de uma hamburgueria por mês, porque pra dizer a verdade estou tentando voltar à dieta para diabetes. Passadas as festas de final de ano, voltei a tomar os remédios, tenho tentado comer mais salada no almoço e menos arroz, e mais sopa no jantar. Tivemos alguns dias seguidos de treinamento no templo, o que acabou me fazendo comer mais pão e bolos do que devia, mas pretendo voltar com os ovos no café da manhã.

Porém! Tinha um post que precisava comparecer aqui, eu tava devendo pra este blog também, pois comecei a escrever sobre os burguers de São Paulo e nunca apareceu por aqui um bom e famoso, o St. Louis. Eu já fui lá umas três vezes, mas nunca tinha conseguido tirar fotos boas o suficiente para um post. O lugar tem uma luz avermelhada que atrapalha, mas essa é a única razão de não ter postado, com certeza recomendaria caso se queira comer um bom hambúrguer artesanal na cidade.

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Logo na entrada, tem umas plaquinhas inclusive uma dizendo que o serviço é ruim. Algo como “já avisamos, entre por sua conta e risco”

A casa é pequena, um salão apenas com algumas mesas, então é bom chegar cedo caso não queira pegar muita fila. Esta minha última visita foi na terça antes do feriado, e era umas 19h, a gente não pegou fila, mas esperar meia hora seria normal. Dá pra já pedir alguma bebida ou batatinha enquanto espera lá fora.

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Por dentro, toalhas de mesa quadriculadas e bancos de madeira que não são desconfortáveis. Na parede, plaquinhas e vários itens que nos lembram principalmente os EUA

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Eles tem uma outra portinha ali no Jardins, mas fomos na unidade da Rua Batataes, 242. O menu até que não é tão extenso (o que acho ótimo, porque sou muito indecisa).

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A capa do menu parecia simpática, mas o final é bem direto – não peça o que não temos!

Fiquem tranquilos, apesar dessa brincadeira de que a casa é “mal humorada”, nunca fui tratada mal pelos funcionários.

Eu pedi desta vez a Berrie Lemonade, uma das melhores limonadas da cidade, com fruta de verdade, dá pra sentir os gominhos de limão. Acreditem em mim, tem cada coisa nessa cidade (jamais peçam a Pink Lemonade do The Fifties por exemplo! Aquilo não é lemonade, gentem). E eu já experimentei também a Crushed Lemonade, mas prefiro essa com gostinho de framboesa.

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Quanto aos burguers, acho que o diferencial da casa é o Pepper Crust, um burger que vem com casquinha de pimenta, e é pra quem gosta de pimenta mesmo, porque é ardido. Eu adoro esse e não vi em nenhum outro lugar.

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Desta vez, meu pedido foi o BB burger, que vem com cogumelos paris, rúcula, bacon e recheio de gorgonzola. Saboroso também, e sem ficar pingando sangue como em muitos locais em que pedimos “ao ponto”.

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Pra dizer a verdade, acho que estou ficando fraca pros hambúrgueres, porque esse BB por exemplo é 220g de carne, e foi muito pesado pra mim. Acho que vou começar a pedir burgers mais leves. E eles ainda tem uma opção vegetariana no cardápio pra quem quiser.

De sobremesa, decidimos experimentar, na falta de um cheesecake, o apple pie. Sai pela bagatela de 21 reais, mas o negócio é grande mesmo, com bola de sorvete e chantilly, pra dividir. E tava muito bom, a apple pie quentinha pra contrastar com o sorvete, com toque de canela e pedaços generosos de maçã, docinha sem ser super doce, no ponto.

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A St. Louis já tem um lugar consolidado entre as casas que oferecem um bom hambúrguer em São Paulo. O único senão é ter que ficar esperando, mas eu já experimentei as batatas e outros burguers da casa, vem sempre muito bons e vale a visita.

Game of Thrones – season 06

É, pois é, fiquei devendo pro blog este post final da maratona, que na verdade acabei em novembro do ano passado – mas desde então não tive tempo de parar e escrever. Pois bem, aqui está, eu deixo, vai, pode tocar a musiquinha do Rocky e fazer a voltinha da vitória.

!Mais uma vez lembramos que este blog não acredita em spoilers. Uma coisa é saber que Barb está viva Jon vive, outra é se sentir sufocado naquela batalha e se perguntar “foi pra isso que você viveu, Jon?”

Terminamos! E agora to junto com todo mundo, esperando as duas últimas temporadas pra comentar e me desesperar com vocês. Eu até que gostei bastante desta última temporada, eu sabia que a Cersei não ia deixar barato, que a Arya não ia deixar de ser Arya, que Jon precisava continuar vivo e Mindinho não conseguindo pegar a mãe, ia querer pegar a filha. Gosto dos dragões e quero só ver quando descobrirem que Daenerys não é a última dos Targaryen (ou o Jon podia acabar casando com ela no final, hein, que tal? Casal forte, carismático e bonito). Também quero ver se Jorah vai se curar ou vamos aproveitar mais do poder do Bran, e se Sam realmente se tornará Maister, Clegane da Irmandade, se mais pessoas retornarão dos mortos, Jaime podia largar mão da locona da Cersei e ficar com a Brienne haha, e já pensou se os White Walkers na verdade só querem ser amiguinhos e voltar a viver? Ai, ai, que venha o inverno.

 

E01 – The red woman

Voltamos exatamente ao ponto em que Jon foi esfaqueado por membros da Patrulha e sor Davos o encontra caído, junto com outros de seus amigos, o levam para um quarto enquanto Allister faz seu discurso como Jon traiu a patrulha se aliando aos selvagens. Ramsay também lamenta a morte da filha do senhor do canil, ordenando que seu corpo seja dado aos cães porque a carne é boa; Bolton diz ao filho bastardo que ele precisa de um herdeiro e Sansa para ter todos ao lado deles; seus homens foram mandados à caça de Theon e Sansa, fugindo pela neve, Theon até tenta enganá-los dizendo que a menina morreu (sim, nada mais de Fedor!), mas é a Brienne of Tarth com seu fiel escudeiro Podrick que os salva e jura mais uma vez sua espada à filha dos Stark. Em Kingslanding, Jamie retorna sem Myrcella e Cersei percebe que a profecia da bruxa na floresta estava certa; a rainha Margaery que roubaria o lugar de Cersei, porém, continua nos calabouços sendo estimulada a confessar seus pecados. Em Dorne, o príncipe é morto pela amante do seu irmão, que lhe joga na cara que o povo tem repulsa por ele não ter feito nada diante das mortes dos Martell, seu filho Trystane também pode “escolher” com qual filha da areia lutar, mas sem chance. Em Meereen, Tyrion dá uma voltinha com Varys pela cidade fantasma, percebe o poder da voz dos religiosos de vermelho e vê os navios serem atacados no porto; enquanto isso, Jorah e Dario encontram a ossada que Drogo deixou e o local de grama gasta em que Daenerys deixou seu anel para indicar que foi levada por um bando de dothrakis; a Mãe dos Dragões é levada até o Khal Moro, que se mostra interessado na mulher até descobrir que era esposa de Khal Drogo, então ela será levada para o templo em que ficam as viúvas. Em Bravos, Arya virou cega mendiga e ainda tem que lutar com a menina sem nome com cabo de vassoura. Voltando ao Black Castle no norte, o quarto de Jon está fechado e Sor Allister busca um acordo, sor Davos lembra que além de buscar ajuda dos selvagens, podem recorrer à bruxa vermelha, que tristonha em seu quarto prefere dormir sem seu colar mágico, revelando a verdadeira forma.

 

E02 – Home

Bran está na caverna da árvore de raízes enormes com o “corvo de três olhos”, volta a uma cena do passado quando seu pai era jovem e Hodor falava; lá fora Meera é incentivada por uma das garotas mágicas da floresta a cuidar de Bran, porque ele vai precisar aí pelo mundo afora. Em Kingslanding, vemos que Montanha punirá até mesmo um cidadão que faz chacota da Rainha Mãe Cersei, mas a pedido do rei ele não faz nada contra os outros da Guarda que a impedem de ir ao velório da filha Myrcella; no Septo, Tommen e o pai Jamie conversam, Jamie vai ficando enfurecido com o tal Alto Pardal, mas vê que não pode enfrentar sozinho os homens da Fé Militante ali; Tommen se desculpa com a mãe que não queria perdê-la de novo e por isso a impediu de ir ver Myrcella. Em Meereen, Tyrion conversa com Varys, Missandei e Verme Cinza sobre dragões e decide ir até lá soltar os outros dois dragões de suas correntes, contando que sempre quis ter um dragão. Na neve, Sansa descobre que Arya ainda está viva por Brienne, e Theon avisa que não seguirá com eles até Castle Black. Em Winterfell, o maldito do Ramsay consegue assassinar o pai assim que chega a notícia de que o bebê da esposa gordinha dele é um menino (e seu reinado ameaçado), na frente de um dos Kastark que veio lhe aceitar aliança, e ainda por cima deixa a mãe e o bebê para os cães. Em Pyke, a irmã do Theon tenta conversar com o pai que é irredutível e vai ter um encontro mortal na ponte suspensa, sob tempestade, com o irmão; o funeral dos das Ilhas de Ferro é levar o corpo para o mar. Na muralha, após os selvagens chegarem e Tormmund constatar a morte de Jon, Davos vai procurar uma Melisandre descrente do poder que possa ter, mas que acaba realizando um ritual para trazer Jon de volta, e ninguém tava muito acreditando, nada acontece, todos saem… quando Jon abre os olhos!

 

E03 – Oathbreaker

Jon acorda dos mortos e Melisandre pergunta o que ele viu, ele diz que não tinha nada; diz a Davos que falhou, mas o ex-conselheiro de Stannis diz para ele simplesmente continuar; aparece diante de todos e cumprimenta seus incrédulos amigos Tormmund e Ed. Samwell Tarly, por sua vez, está numa viagem de navio com Gilly, diz que ela não poderá ficar na Cidadela, então vai levá-la até sua família como se o pequeno Sam fosse seu filho. Voltamos ao passado mais uma vez com Bran, na cena em que seu pai Ned vai buscar a irmã que foi levada pelo Targaryen, primeiro depara-se com o melhor esgrimista que já vira, Arthur Dayne, luta de espadas, e é com um golpe pelas costas que o Targaryen cai; Bran chama pelo pai num ato impulsivo, que parece ouvi-lo, mas voltam da “visão” e o velho na árvore diz que Bran não ficará ali pra sempre, mas precisa aprender (escuta ele, esse cara jogou xadrez com a morte, gente!). Daenerys chega ao templo das viúvas, tendo que trocar de roupa e esperar pela sentença dos Khal sobre seu destino, já que era para ela ter vindo logo que Drogo morreu. Em Meereen, Varys negocia com uma informante em troca de um melhor destino em Pentos para ela e o filho, e vai relatar a Tyrion, Missandei e Verme Cinza, que estavam no meio de uma conversa amigável, sobre os mestres de Astapor e Unkai estarem financiando os filhos da Harpia. Em Kingslanding, Qyburn recruta muitos “passarinhos”, crianças que vão lhe servir em troca de docinhos; Cersei quer saber quem fala mal dela pela cidade e depois entra na sala do conselho, com seu tio, Tyrell e Pycell, e até Olenna, que se recusam a conversar incluindo ela e Jamie na conversa. Em Bravos, Arya continua seu treinamento de luta no templo do Deus de muitas faces, reganhando agora seus olhos. Em Winterfell, Ramsay recebe a visita de Lorde Umber, que vem pedir ajuda porque Jon Snow deixou os selvagens passarem para este lado da Muralha, em troca ele entrega o irmão Rickon, que foi pego junto com Osha, e também a cabeça de um lobo (nãooooo! Por que ficam matando os lobos? Gosto tanto dos lobos, shuiff). Na Muralha, Jon tem que se preocupar em punir os que traíram a Patrulha, matando o Lorde Comandante, são enforcados na frente de todos e Jon entrega seu posto a Ed.

 

E04 – Book of the stranger

Ed tenta convencer Jon a ficar, quando chega Sansa, Brienne e Podrick, os irmãos se reencontram e após um bom banho, Sansa pede a Jon que a ajude a retomar o norte; Brienne também conta a Davos e Melisandre sobre ter dado o golpe de misericórdia em Stannis. Mindinho está de volta ao Ninho da Águia, onde seu sobrinho cresceu mais um pouco com muito poder em mãos e demonstra mesmo para um antigo aliado como ele tem influência sobre o garoto, o jovem concorda em ajudarem com suas tropas a tirarem os Bolton do norte. Em Meereen, Tyrion recebe os mestres de Astapor e Unkai para negociar, oferece 7 anos para acabarem com a escravidão e tem que se explicar depois com cidadãos de Meereen, discutir com Verme Cinza e Missandei sobre sua estratégia para tentar recuperar a cidade, o líder dos imaculados não acredita numa possível conciliação, pois não veem os escravos como gente. Jorah conhece os costumes dos Dothraki e junto com Daario chegam até onde fica o templo das viúvas, pretende infiltrar-se na cidade, mas Daario não deixa sua adaga e acabam matando dois que não acreditaram que eram comerciantes; Daenarys ouve histórias das viúvas, todos os Khal acham que dominarão o mundo, vai com uma pegar água quando são abordadas por Jorah e Daario, mas a filha da tempestade não pretende fugir. Em Porto Real, Margaery conversa com o Alto Pardal e pode ver Loras, ele não aguenta mais e ela parece ter se rendido às ideias religiosas; enquanto isso Cersei tem uma conversa com o filho rei e junto com Jamie decide ir ter com o tio e Olenna, tentar convencê-los a colaborar para que acabem com essa seita; o tio quer ter seu filho que se tornou um da Fé Militante de volta, teme uma guerra civil, mas Olenna acha melhor muitos morrerem do que eles próprios. Theon consegue retornar a Pyke, mas garante à irmã que não tem nenhuma pretensão de governar. Ramsay chama Osha que tenta seduzi-lo, mas acaba degolada; e na Muralha, chega sua ameaça, com Jon e Sansa descobrindo que ele está com o irmão Rickon, mas não há homens suficientes para enfrentá-lo. Daenerys é levada para o templo de Dosh Khaleen, mesmo local onde Khal Drogo tinha prometido que seu filho cavalgaria o mundo e ele enfrentaria os homens de armadura de ferro, os Grandes Khals discutem o que fazer com ela, os mestres de Unkai pagariam um bom preço, mas a Khaleesi discursa que eles discutem assuntos pequenos, não estão prontos para liderar os dothraki à grandiosidade – ela sim! E bota fogo no templo, incendiando os Grande Khals, e saindo de dentro do fogo para uma multidão que se curva à Não Queimada.

 

E05 – The door

Sansa recebe a visita de Baelish Mindinho e lhe pergunta o que acha que Ramsay fez com ela, ainda dói mesmo agora, e ela recusa sua ajuda, mas o agora senhor do Vale diz que ela precisará de um exército fiel. Arya continua seu treinamento, Jaqen conta sobre o início dos homens sem rosto, que eram escravos de Valíria e depois que o Deus de Muitas Faces ensinou como trocar de rosto, prestavam serviços em troca, agora Arya poderá ser um desses homens que fundaram Bravos, recebe a missão de envenenar uma atriz; assiste à peça paródia dos acontecimentos no reino e vai até os bastidores observar os atores que conversam alegremente, adivinha que foi a atriz mais jovem que encomendou a morte da melhor atriz que faz Cersei. Bran tem uma visão do passado, com as meninas das florestas colocando vidro de dragão no coração de um homem e seus olhos se azulando; volta e uma das meninas diz que foi porque estavam em guerra contra os humanos. Em Pyke, há um debate e Yara se candidata a governar, mas nunca aceitaram a liderança antes de uma mulher, Theon que seria o herdeiro na fila, apoia a irmã; o tio deles, Euron (e ele não se parece mais com Theon do que o que era o pai?), aparece reivindicando a posição, expõe os sobrinhos e admite que matou Balon porque não os levara a lugar algum, esteve “vagabundeando” pelo mundo e sabe do grande exército que Daenerys reuniu, quer oferecer casamento e formar assim a maior frota que o mundo já viu; consegue que o elejam, mas durante a cerimônia de posse, uma espécie de purificação com água do mar, Theon e Yara conseguem fugir com os melhores navios e grande parte dos homens de ferro. Diante de uma aparente paz em Meereen, Tyrion agora procura a ajuda dos sacerdotes vermelhos para que o povo venere e acate a Rainha dos Dragões, uma espécie de sacerdotisa líder afirma que não precisa dissuadi-la, mas Varys confronta o fato de outra “serva” do Senhor da Luz ter acreditado em Stannis e esta lhe responde que homens podem errar, mas todos tem um papel a cumprir em dado momento, lhe intimida perguntando se lembra de quando o feiticeiro jogou suas partes no fogo (e como ela sabe disso? Oras, esses sacerdotes sabem de tudo. E ela parece com a Rachel Weisz, não? Mais bonitona que a Melisandre, não passou pela cabeça de todo mundo se todos os sacerdotes são na realidade velhos?). Sem o velho da árvore, Bran faz outra “viagem” e vê o exército dos mortos-vivos, um dos cavaleiros dos White Walkers acaba tocando nele e o velho pede para que todos partam, chegou a hora de Bran tomar seu lugar. Na Muralha, discutem estratégias, as casas que podem se tornar aliadas, e Sansa solta uma informação escondendo que foi Baelish quem a dera, sobre o tio Black Fish que retomou Riverrun (Correrio); Brienne fica encarregada de ir buscar seu apoio e antes de partirem todos na busca por aliados, Sansa entrega a Jon um manto semelhante ao do pai. A caverna da grande árvore é encontrada pelos White Walkers, e Bran está numa visita ao passado junto com o velho, ao mesmo tempo em que Meera e Hodor tem que ajudar a levar Bran embora, o velho é morto por um dos líderes dos White Walkers e nesta sequência (excepcional!) com paralelismo entre passado e presente, as meninas da floresta lutando enquanto os outros fogem, compreendemos como Hodor ganhou seu nome ficando epiléptico no passado por um acontecimento no futuro! (Final de episódio impecável).

 

E06 – Blood of my blood

Meera continua puxando Bran pela neve e ele não acorda, alguns dos mortos vivos conseguem alcançá-los e surge um cavaleiro com bolas de fogo para salvá-los – mais tarde descobrem que é o tio Benjen, salvo por crianças da floresta com vidro de dragão. Sam e Gilly chegam à casa da família em Vila Velha, conhecemos a mãe dele que é um amor, a irmã cresceu durante sua estada na Patrulha e vestem Gilly com um vestido bonito; no jantar, o pai de Sam tenta humilhá-lo e Gilly defende dizendo que ele já matou um White Walker, o pai fica mais bravo ainda por compreender que ela é uma selvagem e que a espada Veneno do Coração que está na família há 500 anos, de aço valiriano, nunca será empunhada pelo seu primogênito; à noite Sam explica a Gilly que só quer que ela fique segura, mas acaba propondo a ela fugirem, e ainda leva a espada com ele! Em Bravos, Arya assiste à cena no teatro e consegue colocar o veneno na garrafa da atriz, que pergunta à Arya quantas vezes já tinha visto a peça, conta sua própria história de como se juntou à trupe, e no final Arya a impede de beber e ainda fala que a atriz mais jovem quer matá-la; depois vai recuperar sua espada, enquanto a menina sem nome avisa Jaqen e consegue permissão para acabar com Arya. Em Kingslanding, Margaery conversa com o rei Tommen sobre ter mudado de ideia quanto ao Alto Pardal; os cavaleiros Tyrell se unem no comando de Jaime para impedir a expiação da rainha pelas ruas da cidade, mas o Alto Pardal evita a luta tendo feito uma aliança já com o rei, de que a igreja e a coroa estão unidos agora para reger a cidade; Jaime será dispensado da Guarda Real para ir retomar Riverrun, discute com Cersei, mas ela o aconselha a ir que seu julgamento será por combate. Walder Frey recebe a notícia dos filhos e fala para levarem Edmure, o sobrinho de Blackfish, para negociarem a saída de Correrio (Riverrun). Passando por caminhos desérticos, Daenerys sente de longe quem se aproxima, mesmo com a conversinha de Dario, Drogo chega e ela faz um discurso em seu dorso para os dothraki lutarem ao seu lado e conquistarem os sete reinos.

 

E07 – The broken man

E não é que o Hound ainda está vivo?! Foi salvo pelo líder de um grupo meio sociedade alternativa, que estão construindo algum lugar para rezarem e Hound conversa falando que já fez muitas coisas no passado. Margaery conversa com o Alto Pardal como se realmente tivesse se convertido e ele adverte sobre a “rainha dos espinhos” sua avó Olenna; com a Septa Unella sempre junto e elas não podendo conversar livremente, Margaery só pede para que a avó se vá da cidade e lhe entrega em segredo o desenho de uma rosa (ela ainda é fiel à sua casa). Jon Snow tenta convencer os selvagens a lutarem com ele por Winterfell, mesmo sabendo que os homens de lá são muito numerosos e não é a luta deles, o gigante apenas acorda: “Jon Snow”. Jamie marcha com Bronn ao lado, que mesmo sendo mercenário sabe que eles nem fizeram trincheira direito, para o acampamento que está cercando Correrio; os irmãos Frey tentam dissuadir Black Fish, mas ele nem se abala com a possível morte do sobrinho; Jamie quer tomar a liderança e consegue uma audiência com o irmão da morta Catelyn Stark; ele não pretende entregar o castelo porque nasceu ali e o protegerá, tem provisões para dois anos e só foi ter com o Lannister para se desapontar em ver com quem estava lidando. Sansa, Jon, Davos e sua comitiva chegam na Ilha do Ursos, cuja comandante agora é uma menininha de gênio forte e palavras firmes, ela acaba cedendo mais pelo carisma de Davos do que os motivos sensatos que apoiam – uma guerra contra os mortos? E a casa Glover também não quer saber, conclamaram Robb o rei do norte, mas quando tiveram sua casa tomada pelos homens de ferro ele não estava lá, a casa Stark está morta; nos campos nevados, Sansa e Jon discutem, ela sabe que não tem homens suficientes e envia em segredo uma carta. Num prostíbulo no meio do mar(?) Yara faz o irmão Theon beber como homem de verdade e o urge a se recompor para retomarem as ilhas de ferro. Lá na comunidade que acolheu Hound, o líder discursa sobre nunca ser tarde para voltar a fazer o bem, ele próprio já matou no passado; são abordados por homens da irmandade e Hound recrimina o líder por tratá-los bem, pois voltarão e os saquearão, prefere continuar cortando mais lenha enquanto vão tomar sopa e quando volta ao local da construção, descobre todos mortos, não hesita em pegar o machado. Em Bravos, Arya compra uma passagem de volta a Westeros, num segundo em que observava o horizonte, é esfaqueada pelas costas e cai na água.

 

E08 – No one

Arya procura a atriz de teatro e ela a ajuda, fazendo curativos e dando remédio. Hound vê alguns homens jogando papo fora e mata um que nem sabe dar as últimas palavras. Cersei é convocada pelo Alto Pardal a vir para o Septo, mas se recusa, os homens da Fé Militante dizem que se não vier haverá violência, e a Rainha Mãe tem o Montanha, então, escolhe violência (claro!). Brienne of Tarth chega com Podrick em Riverrun, entra no acampamento de Jaime e conversam, que ela encontrou as meninas e que Sansa pediu para vir conversar com o tio Black Fish, mas caso o homem não aceite ir ajudá-la, não gostaria de ter que lutar contra Jamie; o homem é teimoso, primeiro duvida das intenções de Brienne, depois reconhece que Sansa seja igual à mãe, mas mesmo tendo homens, ele precisa defender a sua própria casa. Em Meereen, Tyrion, Verme Cinza e Missandei passam tempo, com Tyrion tentando fazê-los contar piadas, mas são surpreendidos pelas frotas de Astapor e Unkai; são atacados e Tyrion percebe a besteira que fez, achando que a cidade estava voltando a ter vida, também se despedindo de Varys que parte para algum lugar, e eis que chega Daenerys de volta. Jaime tem uma conversinha com Edmure, como admirava Cat, que se parece com Cersei na questão de serem mães e quererem proteger os filhos, Jaime a ama e vai jogar o filho de Edmure por catapulta se for preciso; o sobrinho de BlackFish aparece nos portões, sendo o Lorde, os homens são impelidos a obedecer e abrir os portões, Jamie adentra com os exércitos para tomar o castelo e quando chega no topo da torre avista um barquinho com Brienne e Podrick indo embora, Blackfish não vai com eles e garante que Brienne servirá Sansa bem melhor do que ele serviria. Clegane “Hound” encontra outros homens sendo enforcados por homens da Irmandade que os julgaram por terem traído e acabado com um septo e seus aldeões; após o enforcamento, propõe que Clegane ainda pode fazer muita coisa boa. Em Bravos, a atriz é morta quando vai buscar um remédio, pela menina sem nome, que persegue Arya pela cidade  (e não é legal, como ela estava convalescente e agora pula e rola pela cidade de pedras?). E ainda corta a luz da vela para lutar com sua espada com essa tal menina que parece um T-1000 do Exterminador do Futuro? E vence? E vai dizer na cara do Jaqen “A menina é Arya Stark de Winterfell”! uhuhu Jaqen até dá um sorrisinho consentindo que ela se vá.

 

E09 – Battle of the bastards

Tyrion tenta argumentar com Daenerys que a cidade de Meereen tinha voltado a prosperar, com comércio e um povo que a apoia por isso mesmo uma ameaça para os mestres, pois significa que não é preciso mestres e escravos; Daenerys propõe aniquilar a cidade toda e acabar com os mestres, mas o anão pretende uma alternativa; são chamados os líderes de cada povo que os ataca e Drogo chega, acordando também os outros dois dragões presos ainda na pirâmide; lançam fogo em alguns navios chave e quando dois mestres indicam um plebeu para morrer, Verme Cinza degola os dois mestres para que o tal plebeu conte a seu povo o que aconteceu e que todos lembrem o que aconteceu em Meereen. Jon e Sansa se encontram com Ramsay, Jon propõe que acabem numa luta entre apenas os dois, mas Ramsay sabe da superioridade de seus homens e ainda tem Rickon com ele; Sansa apenas fala que o dia seguinte será quando ele vai morrer e cavalga para longe, cabelo ao vento. À noite, discutem estratégia e Sansa demanda mais tempo de Jon, pedir mais homens às outras casas porque Ramsay não cairá numa armadilha deles; Davos não consegue dormir antes de batalhas conforme conta trocando figurinhas com Tormmund, mas encontra o cervo que tinha esculpido para a pequena Shireen. Após retomar Meereen, Daenerys recebe Yara e Theon Greyjoy que lhes contam dos planos do tio, propõe ajudá-la com seus navios e para que não se case, em troca querem as Ilhas de Ferro de volta, as duas líderes mulheres entram num acordo. Pela manhã, os dois lados estão com os homens dispostos e Ramsay solta Rickon em campo aberto, atirando flechas para acertar o irmão de Jon Snow, Jon cavalga para salvá-lo, mas o menino é flechado (também, porque não fez ziguezague desviando o olhar com aqueles símbolos da casa Bolton, dos esfolados em X pegando fogo?); Jon saca sua espada garra longa diante de uma multidão de homens à cavalo, mas por trás chegam os homens de seu lado, Ramsay ainda tem aqueles que estão soltando flechas, o combate é pesado, uma pilha de homens mortos de um lado, um cerco dos Bolton que se fecha do outro com lanças e escudos, Jon é praticamente esmagado, estão todos sufocando, quando… surge o enorme exército do Vale! Sansa e Baelish observam de longe, com o exército quebrando o cerco dos Bolton, Ramsay recua para Winterfell, ainda há homens para lançarem flechas e protegerem o castelo, mas o gigante consegue irromper os portões (mas tadinho!!! Todo flechado!!), e Jon chega, Ramsay começa a soltar flechas com Jon atrás do escudo, que também usa para abatê-lo e dar uns bons murros nesse bastardo com gosto, até chegar Sansa e a bandeirola do castelo voltar a ser dos lobos. Mais à noite, preso no canil, Sansa vem vê-lo sentenciando que seu nome desaparecerá, Ramsay diz que os cães são animais fieis, mas ele próprio tinha dito a Jon que não se alimentavam há 7 dias, e Sansa não desvia o olhar para observar os cães destroçarem o corpo do ex-marido.

 

E10 – The winds of winter

Vemos diversos personagens cada um se preparando para um dia muito importante no reino, é o julgamento de Cersei e de Loras. Loras é levado ao centro do Septão e o Alto Pardal ouve sua confissão e faz ele jurar que servirá, então ele é tatuado na faca com o símbolo da Fé Militante na testa. Cersei manda Montanha ir guardar o quarto do filho, impedindo-o de ir ao julgamento. Após se deitar com mais uma prostituta e não pagá-la, Pycell é chamado diante do novo senhor dos suspiros Qyburn e esfaqueado por diversas crianças. Lancel também é levado a seguir um menino que o leva até os calabouços do Septão, onde avista inúmeros potes de fogo vivo. Margaery tenta alertar a todos que se a rainha não veio é porque estava tramando algo, e ela própria tenta sair, mas é tarde demais e o lugar explode em chamas verdes, com Cersei observando ao longe da Fortaleza Vermelha. Tommen também vê o que acontece e decide pular pela janela (completando a profecia da bruxa para Cersei, que acaba perdendo todos os filhos). Walder Frey comemora, mas é confrontado por Jaime, que sabe que todos temem aos Lannnister e não à essa casa. Samwell Tarly chega com Gilly na Cidadela (e como assim o escrivão não sabia de nada?), e conhece uma super biblioteca. Na Muralha, Davos leva a mulher de vermelho para admitir que matou a menina Shireen, Jon a bane e Davos diz que se ela voltar ele mesmo a mata. Snow também conversa com Sansa, que tem que confiar entre si, ela diz que um corvo branco chegou e também o inverno (Upa! Depois de 6 temporadas, finalmente, hein Ned!). Em Dorne, Ellaria oferece uma aliança entre eles e a casa Tyrell a Olenna, que está de luto por ter perdido neta, neto, filho; Varys também aparece ao lado de Ellaria para oferecer vingança. Em Meereen a paz voltou e Daenerys está pronta para rumar a Westeros, mas sem seu amante Daario, pois precisará fazer alianças, e agora a Baía dos escravos passará a se chamar Baía dos Dragões; depois da despedida, Tyrion já avisa que não é bom em consolar, mas Daenerys só diz que não sentiu nada ao se despedir do homem que a ama, e Tyrion conta que deixou de acreditar em tudo, mas acredita nela, se serve de consolo, e é nomeado “mão da rainha”. No jantar, a criada serve a Walder Frey uma torta com dedos, na verdade, com partes dos seus filhos mortos e revela seu verdadeiro rosto atrás de vingança: Arya Stark. Já Sansa Stark rejeita mais uma vez a investida de Baelish Mindinho, com sua conversinha de que se vê no Trono de Ferro ao lado dela, ainda envenenando dizendo que ela é o futuro da casa Stark e não um bastardo nascido no sul. O outro Stark vivo, Bran, é trazido por tio Benjen até próximo da Muralha, mas ele conta que existe uma mágica poderosa protegendo o local e mortos não passarão por ali, ele se vai e deixa Bran e Meera para verem mais cenas do passado por uma árvore ancestral – o que ele vê é Ned Stark ver nascer o filho da irmã Lyanna. (ótima transição de imagem do bebê para o rosto de Jon) Snow tenta convencer as outras casas a se unirem contra a guerra do inverno, e ganha ajuda de convencimento da menina da casa Mormont, que diz não se importar se é bastardo, mas tem o sangue de Ned em suas veias; todos conclamam Jon Snow como Rei do Norte. Já em Kingslanding, Jaime volta e vê Cersei ser coroada para sentar no Trono de Ferro (que Margaret Tatcher que nada! E olha esse figurino bonitão, negro, metade mulher, metade armadura. E a cara do Jamie “que é que tu fez, mulher?”). Já dos mares do norte navega uma frota enorme que inclui os navios liderados pelos Greyjoy, os imaculados, 3 dragões, avante.