Filmes do mês – maio 2011

Eu não sou cinéfila. Vamos esclarecer isto primeiro, vai. Eu gosto de ver filmes, mas não entendo muito sobre o assunto não. Ou seja, eu vejo muito filme ruim também! Ultimamente, ando buscando fugir mais da realidade do que o normal – e isto, no meu idioma, significa ver filmes. Só que a maioria nem vale a pena comentar, né? Ou mesmo por falta de tempo… Bom, vou tentar me disciplinar mais e escrever pelo menos alguma coisa (quem sabe com um aplicativo pro celular?) a cada semana.
Estes são os do mês de maio/2011.

    Alugados:

– * Surpresas do amor (Four Christmases): é um casal que sempre foge de ter que passar o natal em família, mas neste ano foi obrigado e acaba descobrindo muitas coisas no caminho. A Reese Witherspoon tem momentos melhores, o Vince Vaughn é grande demais pra ela, mas os dois tem momentos divertidos.

– *** O garoto de Liverpool (Nowhere Boy): um retrato da adolescência de alguém que viria a se tornar um grande nome do rock. Confresso a vocês que assisti porque queria ver um pouquinho de John Lennon, por isso adorei alguns “toques” especiais (como o portão Strawberry Fields). Mas gostei mesmo do filme, da atuação de todos, do contraste entre a Tia Mimi e a mãe significando mais pra gente, da inquietude frente ao Paul. Só achei o ator que faz o John fortinho demais, haha.

– *** RED – aposentados e perigosos (Red): um grupo de agentes aposentados começa a ser assassinado e buscam descobrir o por quê. Divertido! Pena não ter mais do Morgan Freeman, mas a Helen Mirren é sempre uma “cereja no bolo”, gosto dos papeis de coadjuvantes malucos (aqui é o John Malkovich) e adorei ele estando certo sobre tudo afinal. O tempero de romance foi gostoso no todo e eu fiquei com vontade de ter participado deste set, hein.

– ** A princesa e o sapo (The princess and the frog): animação da Disney, a princesa Tiana precisa desfazer o feitiço que a transformou em sapo e descobrir o amor nessa jornada. O visual tem aquela qualidade Disney, mas eu bem que esperava uma história mais instigante. Não fez muita diferença a princesa ser negra (por que não fazem uma princesa africana, God!), pois ela passa mais da metade do filme como sapo -.- Eu gostei do personagem da Mama, as músicas são bacanas, com destaque pro número do vilão e as máscaras. Gostei do momento em que os vagalumes mostram o caminho. É legal que o vagalume tenha os traços de Ray Charles e de terem incluído também “Louis” como nome de um dos personagens, mas… sabe quando parece que faltou alguma coisa?

– ** Eu te amo, cara (I love you, man): um bom moço percebe, prestes a se casar, que não tem um amigo próximo o suficiente pra ser seu padrinho; então decide tentar encontrar um. Fazia tempo que eu queria ver esse! E valeu mesmo. É diferente das comédias usuais que Hollywood produz – embora ainda tenha os momentos meio escatológicos e de vergonha alheia. Acho que o maior trunfo foi tratar a homossexualidade com total naturalidade. Por vezes nos perguntamos se o personagem de Paul Rudd não é mesmo gay, por ter algumas características que o definiriam como tal. Já Jason Segel é bem peculiar, embora não exagerado, e acabamos tendo empatia por ambos. Jon Favreau faz um ótimo mal humorado, as garotas não estão mal e o ritmo do filme é bom, rende algumas boas risadas e toca o coração – como ver dois rapazes se acabando com Rush não faria?

    TV:

– * O melhor amigo da noiva (Made of Honor): o título já diz tudo, os dois são muito amigos e ela vai se casar, e ele vai descobrir que a ama. Eu estou começando a criar intolerância à comédias românticas, né? (Sério, a última que gostei mesmo foi 500 dias com ela. Depois, nunca mais). Bom, a Michelle Monaghan é um charme, a história não traz nenhuma grande surpresa, o diferencial é a família da Escócia.

– ** A lenda do tesouro perdido: Livro dos segredos (National Treasure: Book of Secrets): Nicolas Cage faz o pesquisador que sai em busca das pistas para um tesouro perdido. Hmm, sempre ficamos com aquela sensação de Indiana Jones com estes filmes de aventura, né? Tem muita ação, tem o Ed Harris meio obcecado, tem o nerd, o professor experiente, algumas pistas espalhadas pelo mundo, um presidente dos EUA de fácil acesso, a Helen Mirren e o John Voight flertando. E a gente passa o tempo numa boa.

– *** Perfume de mulher (Scent of a woman): Um jovem universitário aceita cuidar de um veterano de guerra cego, levando-o a aproveitar a vida em um final de semana em Nova York. Ah, deixei este pro final porque é meu favorito… que filme delicioso de se acompanhar. Não importa quantas vezes passe na TV, se você puder, tem que aproveitar pra ver. O que seria dele sem o charme do Al Pacino? Ele é tão ruim e tão cativante:) E o Chris O’donnell convence como o inexperiente jovem, conflituoso pela extravagância e pela honra – só porque ainda tinha aquela cara de bebê, haha. A elegância, o tango, a ferrari, “eu estou no escuro aqui!”. É um daqueles filmes que a gente guarda.

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