Sem categoria…

Adoro esta categoria do meu blog: “sem categoria”. Acho que vou deletar todas as outras, porque todos os textinhos aqui são tão “ô, sem categoria”… hahaha

E os 2 leitores deste blog vão dizer: “quando será que ela vai parar de escrever estas coisas inúteis?”. Sim, ansiedade que me leva ao ócio, que chegue logo 2012 pra eu fazer algo desta vida…

Outro dia tive que ouvir que, ao invés de estudar, eu deveria juntar dinheiro pra casar (!?). E uma colega perguntou se havia mudado algo depois da elevação – pra ela foi que ela deixou de ter medo de certa pessoa. Talvez eu também, mas é outro tipo de medo.

subindo a montanha

Pensei no carma dos meus pais, de quererem ter uma casinha, carro do ano e festinhas de aniversário. Talvez seja igual ao do curso que quero, se minha mãe sempre chega até a metade da montanha e desiste… será que isso acontece comigo também? 

E isso vale para o “outro amor” também… Pensei nas paixões que tive. Eu nunca tive um relacionamento que durou por mais de 1 ano. Tal qual a Paula Fernandes, só tive 2 namorados nestas quase 3 décadas de vida. O resto foi sei lá o quê, mas foram muitas paixões. Aquela coisa louca, ímpetos impulsivos, sensações e sentimentos profundos, o início tudo são flores, borboletas no estômago, pele, vem os problemas, abismos descomunais e escuros… Aconteceu antes, o que chamo de “crise dos 5 meses”, quando perde-se o interesse, parece que não há mais vontade de se ver, de estar junto, de compartilhar. Oscilações, até o ponto em que desistimos.

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Na última grande paixão, estava na iminência de ir para o outro lado do mundo – o que acabou não acontecendo. Achava que tinha encontrado “o cara” pra mim, que éramos feitos um para o outro (animações, sorvete, chuva e ainda tinha mais…) até, vejam só, achava que poderia casar com ele. O que seguiu-se por rolar entre pedregulhos, cair até o fundo do poço.

Daí que, pra superar esse carma, talvez seja hora de algo novo – numerólogos dizem que o 11-11-11 é momento propício a isso.

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E isto é novo pra mim. Ter paciência. Determinação. Coragem. Ir com calma, com cuidado. Confiar, ter paz de espírito. Acreditar, verdadeiramente, que tudo vai dar certo no final. Um passo após o outro.

Não tenho mais medo da crise dos 5 meses (que se aplica ao cinema – busco loucamente pelos filmes, perco a confiança em mim, em nós, desisto). Não tenho mais medo de ficar sozinha, de errar, de deixar. Não preciso mais “aproveitar a vida” em paixões intempestuosas, inconstantes e efêmeras, impossíveis. Quero construir o amor. Conhecer, descobrir, cuidar. De coração aberto, tentar de verdade, amar, só. Sem medo.

 
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* * * * *

Queria dar um abraço apertado nele e dizer: “não se preocupe, tudo vai dar certo”. E ele não precisa ficar envergonhado pelos erros dele, se achar um fracassado, não precisa desistir de tudo por causa do passado que não foi – digamos que foi preparação. Agradeço todos os dias por ter encontrado esta pessoa maravilhosa, que ilumina a minha vida um pouquinho todo dia (alguém que lhe faz querer ser melhor e sorrir, quantas vezes já disse isso? mas é verdade…). Acredito nele, em mim, em nós. Queria dizer “eu te amo”. Mesmo que não fiquemos juntos agora, que ele fique com outra, case e tenha filhos e eu fique sozinha (ou não), sei que vou amá-lo por toda a minha vida.

Mas quem é que diz estas coisas? Nem naqueles filmes… não é?

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