Oscar 2012 – reta final

Ufa! Gente, minha maratona chega ao fim, e este ano eu cansei, hein. Principalmente nessa reta final, já tava pedindo água (ou melhor: energéticos, haja frapuccino pra manter a energia). Este ano eu consegui chorar em todos os filmes (sério, o que tá acontecendo comigo?), teve muita cãimbra (ai que dor paralisante de ver isso concorrendo), vontade de desistir, o Oscar nunca foi tão francês (torço pro ator, pro filme, pro roteiro…), o Oscar nunca foi tão saudoso (temos viagem pra outra época anterior, lembranças no rosto de Sean Penn, de Meryl Streep, de Sandra Bullock, de Brad Pitt, de Ben Kingsley, lembrança de outros momentos do Cinema…), percorri até umas milhas a mais da maratona (milhas, porque km é pro resto do mundo) e… chega! Depois de domingo vou fazer um rehab, comer só coisas saudáveis, purificação e ler algum livro.

A dama de ferro

(The iron lady / 2011) **

adamadeferro

História: Margareth Thatcher limpando o armário.

:D: fomos enganados, o maquiador de J. Edgar deve ter trocado todos aqueles famosos só pra trabalhar com a Meryl Streep. Idas e vindas nas lembranças da primeira garota de azul a ser Primeira Ministra da Inglaterra, olhar lânguido e fatos históricos importantes. Eu, pessoalmente, emociono-me mais com a despedida de Denis (o personagem que mais gostei, óbvio) – fiquei pensando em como eu provavelmente vou ensandecer/envelhecer igual à MT!

Tão forte e Tão perto

(Extremely loud and incredibly close / 2011) ***

taofortetaoperto

História: um garoto que perdeu o pai no 11/09.

:D: e fomos enganados de novo, eu não vejo aqui o diretor de Billy Elliot, As horas e O leitor. Você vê? Que bom pra você. Tá, tem algumas coisas na história que eu gosto: o inquilino que não fala ajudando na busca de pistas, as diferentes personas visitadas pelo garoto, os medos do menino. Mas eu não perdi ninguém nessa data (me chamem de insensível, vai, vamos lá) e me emocionei mais com a mãe (“Não quis dizer isso” / “Quis, sim”). Muito me pareceu artificial – vai ver que sou eu cansada, já sem paciência, achando que eles só queriam deixar marcado o 11/09 (como se precisasse mesmo criar esse drama), deixa quieto.

O homem que mudou o jogo

(Moneyball / 2011) ***

ohomemquemudouojogo

História: o cara que alavancou uma sequência de vitórias histórica de um time de baseball.

:D: vocês vão me desculpar, talvez se eu gostasse mais de baseball eu traria melhores comentários. É que se você gosta do tema e do esporte, tenho certeza que a coisa fica bem mais excitante. Pra mim, foi interessante, não deixa de fazer a gente torcer pelo personagem de Pitt, pelos jogadores desprezados, pela correta projeção do economista gordinho. Mas não causou mais nada em mim que um bom jogo esportivo. Uma cena marcante? A final, claro, a canção da filha: “loser, just watch the show”.

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