Drive

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(Drive / 2011) ***
História: um motorista profissional e destemido se apaixona.

:D: eu não vou fazer como todos os críticos e dizer de todas as referências aqui – até porque eu não estudei cinema e não conheço Nicolas Winding Refn, desculpa aê. Mas de leiga pro mundo, o que posso dizer pra vocês é que vale o ingresso nem que seja pela sequência inicial de perseguição polícia/ladrão menos barulhenta, mais contida e (por isso mesmo) mais interessante que filmes de ação estratosféricos. Tenho que avisar, têm violência sim, muito sangue. É aquela Los Angeles de Pulp Fiction, cada vez mais tenho medo dessa cidade. Posso dizer que vale por uma criança que faz o quietão sem passado dar uma sorridela. Que vale pela história trágica até o fim do Shannon, dono da garagem. Pelo jeito melancólico deste anti-herói que carrega escorpião nas costas e sucumbe à sua picada. Pelo medo daquele martelo na mão. Pelo Albert Brooks ser um vilão tão decente. Pelo certo beijo em câmera lenta no elevador – essa cena vai ficar na sua memória. E principalmente, pela simbiose eloquente (e eficaz) entre a trilha musical, o personagem, a cena.

Ah, não, peraí. É principalmente pelo lindão do Ryan. Ô, Los Angeles, cidade cruel mesmo – como conseguiu esconder por tanto tempo esse homem? É oficial: alguém aí me dá um Ryan Gosling de presente.

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