Curso – dias 3, 4 e 5

Entre Cannes (eu falei Amour, não falei? Não me perguntem como faço isso, é o sétimo sentido – da sétima arte); treinamento espiritual budista; tentar hablar Español sem qualquer propriedade; meu curso acabou, teve outra turma e acabei não escrevendo. Então vamos apelar pro “post-combo” mesmo.

Se vocês forem ao cinema nos próximos meses e uma japonesinha meio estranha sacar um caderninho e ficar fazendo malabarismos pra escrever no escuro do seu lado, não se preocupe: provavelmente sou eu – e eu não mordo, pode vir puxar conversa :).

Dia 3

Um pouco sobre montagem (não é a mesma coisa que edição!). Os planos, o Raccord, formalismo x realismo e um pouquinho de Nouvelle Vague também.

A questão do psicológico diante do filme. Efeito fi, a identificação, complexo de Édipo! E… que vontade de ver Scarface.

 

Dia 4

Roteiro… essa parte da aula (pasmem, agora! huahua) foi a que eu mais conhecia (dã). Paradigma de Syd Field, pista e recompensa, ação x diálogos. Mas eu não sabia que a Nigéria é o segundo maior produtor de filmes no mundo, depois da Índia :)

Direção. Plongé. Taxi Driver, Era uma vez no oeste = lindo.

 

Dia 5

Direção de arte (Harry e Sally, feitos um para o outro <3 / O silêncio dos inocentes), Matte Painting. Direção de fotografia (brincadeira de Scorsese em O Aviador), cores, grão fino ou grosso, chuva à noite. Som, efeitos sonoros x mixagem de som.

E algumas dicas pra escrever sobre filmes… (que obviamente, como pessoa indisciplinada que sou, vocês verão que não vou conseguir seguir direito por aqui!)

E a gente teve fotinho da tchurma no final, claro.

 

* * *

E agora, quero oferecer algo deste referente aqui, pós-curso. Duas semanas antes meu avô falecera e eu fiquei no interior por uns dias, voltei e tudo o que queria era dormir. Acordava e não queria ir pro serviço, apesar de ter que procurar outra casa pra alugar, nem queria limpar nada, nem cozinhar, só queria dormir e ficar quietinha no meu canto. Veio a semana do curso, e essa era a hora que eu mais gostava! Foi muito bom, pra dar uma espairecida dos problemas, dar uma animada. É o cinema me salvando (da apatia, da depressão, ou de qualquer coisa), pela enésima vez.

 

Sim, valeu.

 

 

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