Yo soy Betty, la fea – Ep. 155 – 159

Si, pois sim, pois não! Esta semana o post da novela chega um pouquinho mais cedo porque eu queria comentar algo sobre a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo nos próximos dias…

Na semana passada, eu senti um clima bem “família” na novela, vocês não? Mas eu gostei bastante, as relações familiares na mídia andam tão banais, aí vem essa novela e nos relembra que valores e respeito entre familiares é algo muito importante para moldar nosso caráter e para tomarmos as decisões certas em nossa vida – seja Hermes defendendo o nome e a honra dos Pinzón; seja Betty abraçando a mãe; Marcela relembrando do pai… (eu até chorei na cena em que ela conversa com Roberto!)

Sim, a novela é simples e tosca, mas é boa, gente. Por isso fez sucesso no mundo todo, né?

* * *

Ep. 155 (14/10/2013) – original colombiano Cap. 134

Roberto e os advogados chegam para a reunião; Marcela e Armando entram juntos, pois Marcela maquiava suas feridas; Roberto apresenta a Armando o advogado criminalista, que pergunta se ele tentou uma aproximação com a família, no que Armando responde que não conseguiu.

Seu Hermes chega à EcoModa e pede para falar com o doutor Roberto Mendonça. Mariana e Sandra avisam que Roberto está em uma reunião, Patrícia interrompe e destrata o pai de Betty, Sandra ameaça ir ela mesma avisar seu Roberto, pois se Armando pergunta sempre por Betty, quer dizer que pode ser algo importante – diante disso, Patrícia não a deixa seguir e vai ela orgulhosa avisar Roberto… que aceita conversar com o pai de Betty. Armando vai junto, Marcela diz que é perigoso e não confia nessa gente, mas quando seu Hermes se apresenta, diz que prefere falar com Roberto a sós. Os dois vão para uma sala em particular e seu Hermes deixa claro que Betty devolverá a empresa a eles, que este é um assunto de cavalheiros e gente de bem, sem necessidade de juiz e tribunal. Hermes se vangloria da honra de sua família e que não acusem Betty, pede perdão porque não sabia disso tudo e que com certeza punirá sua filha; Roberto, por seu lado, também diz que está tomando as devidas medidas com Armando, e está indignado. Os dois começam a conversar sobre o passado, Hermes fala da confiança que seus empregadores tinham em si e na própria Betty, relembra que Roberto construiu seu patrimônio com seu trabalho. Armando ouvia uma parte da conversa, quando percebe um fuzuê do quartel tentando saber algo, e manda todas irem trabalhar. Volta à sala e diz que estão conversando civilizadamente.

Finalmente Catalina e Betty saem do hotel e seguem para o aeroporto. Catalina diz que Betty vai voltar, mas muito diferente.

Os pais dos nossos protagonistas terminam sua conversa, comentando sobre a dificuldade de educar filhos, como eles acham que sabem mais do que eles, como o jogo de poder é perigoso. Hermes finalmente pede a Roberto para que ele próprio supervisione todo o trâmite de devolução da empresa, porque eles já estão com muitos problemas. Roberto garante que assim será e ainda é convidado a ir na casa de seu Hermes conhecer a coleção de tango e milongas dele… Voltando à sala de reuniões, Roberto diz que lhe parece que a intenção não é de roubo, afinal; e que confia em seu Hermes. Não precisam seguir com a parte criminal porque devolverão a empresa e dissolverão a outra que criaram.

Os advogados de Betty chegam na EcoModa, doutor Sanchez fica todo encantado com Sandra e seu assistente, com Paty. Na reunião, confirmam essa intenção, o doutor SantaMaria é a pessoa com quem lidarão para resolver o assunto, doutor Sanchez avisa que o único problema é que Betty precisará comparecer fisicamente e que eles sabem que ela chega esta tarde.

 

Ep. 156 (15/10/2013) – original colombiano Cap. 135

Os advogados acabam combinando com a diretoria da EcoModa de se encontrarem no escritório do doutor SantaMaria e com a presença física de Betty, para assinarem os documentos. A reunião continua depois que os advogados saem, o doutor SantaMaria diz que a TerraModa foi muito bem administrada, é uma pena ter que dissolvê-la. Para evitar vender os ativos, todos os acionistas fazem o levantamento de seus bens particulares para ver se conseguem reunir o capital necessário para cobrir as dívidas.

Betty chega em casa e os vizinhos mal a reconhecem, seu Hermes chega a comentar “parece que estou repreendendo uma estranha”, ele faz Betty se sentar e pergunta por que ela fez tudo isso. Betty diz que nunca foi para benefício próprio, fez tudo por Armando, explica à família que não queria que chegasse nesses termos, pede perdão ao pai, diz que não “saiu de férias”, mas precisava de uma mudança, que ele pode acreditar que ela está pagando e pagará pelo resto da vida.

De volta à empresa, mesmo com a contribuição de todos, ainda faltaria boa parte dos milhões devidos. Diante dessa situação, o doutor SantaMaria esclarece o que alguns já devem saber e não querem propor: o melhor para a EcoModa neste momento seria que, na verdade, a TerraModa continuasse embargando, ou seja, que Beatriz não devolva a empresa. Se ela prorrogar o processo por 6 meses, segundo as projeções, a empresa teria a chance de se recuperar – afinal, a administração não estava tão mal. É a única saída para que não percam a empresa de vez, pois se sair a TerraModa do jogo, os bancos e credores é que vão atrás da EcoModa e não conseguirão pagar o que devem.

Betty diz que está cansada e vai para o quarto desfazer as malas. Nicolas chega e conversa com a amiga, conta que sua mãe ficou sabendo de algum jeito sobre a tragédia também do lado pessoal. Betty lembra que deixou seu diário e deduz que a mãe deve ter lido tudo. Nicolas também pergunta da mudança de visual, Betty conta de Catalina, o amigo reclama do desemprego e que Hermes o proibiu de voltar àquela casa. O amigo também pergunta se Betty já não está apaixonada por Armando, ela diz que não o odeia, já o perdoou; já Nicolas ainda carrega a foto da oxigenada!

Mal sabem os dois que na reunião de diretoria da EcoModa, outros rumos estão sendo tomados. A única saída para salvar a EcoModa seria pedir, suplicar pela ajuda de Betty. É claro que Daniel é contra e prefere tentar aproveitar o capital que lhe resta, Roberto se enerva, que ele seja tão arrogante a ponto de menosprezar tantos anos de trabalho e o patrimônio dos pais. A opção de pedir ajuda “daquela mulher” também não agrada Margarida, mas ela não acha justo Roberto ter que ver seu patrimônio se desfazer assim, se há um jeito para salvar a empresa, ela vota por essa saída. Marcela também diz que seria a última a querer ver novamente Betty, mas em respeito a Roberto, que ela considera como um pai, e em respeito aos próprios pais, acaba votando por tentar salvar a empresa. Todos chamam de volta à sala o doutor SantaMaria – que já estava sendo alvo de Paty, precisando de carona para casa – e comunicam a decisão; ele diz que vai cancelar o encontro pela manhã, diz que seria descortês um advogado que ela nem conhece ir pedir um “favor” desses.

(!) Betty: “mas estou aqui para mostrar a cara” e Nicolas: “e como ela ficou bonita, né?”

 

Ep. 157 (16/10/2013) – original colombiano Cap. 136

Daniel diz que ele e Betty são “inimigos mútuos”, então não pode pedir favor nenhum a ela; Marcela também diz que nunca se deram bem; Armando também relembra como ela saiu brigada com ele – e Daniel até comenta que não entende por que tanto ódio. Roberto fica encarregado de falar com Betty e também diz que deverão conversar com os bancos. Saindo da EcoModa, Paty está pegando carona com Freddy e se recusa a colocar o capacete até que sai Daniel e ela pede para o motoboy correr, pois não quer que ninguém mais a veja assim.

Em sua casa, Betty pergunta à mãe por que ela leu seu diário… Dona Júlia diz que estava desesperada, preocupada, queria saber o que estava acontecendo e ainda pergunta por que Betty não quis contar a ela tudo, como das outras vezes. Betty tenta explicar, diz que Nicolas também não sabe até onde foi tudo, a mãe diz que pode sempre contar com ela e talvez as coisas teriam sido diferentes, Betty agradece, elas se abraçam e Betty conta sobre como foi a mudança de visual. A mãe diz que conhece a filha, e se fosse só por trabalho, ela já teria feito uma mudança antes, Betty concorda, diz que antes se conformava, achava que deveria continuar do mesmo jeito, mas agora é diferente e quer mudar.

Chegando no apartamento, Armando tenta argumentar com Marcela que não há chances que ele e Betty voltem a se ver, seu pai cuidará de tudo, e Marcela sabe muito bem como tudo terminou; Armando diz que quer deixar o passado para trás e pede ajuda, a ex-noiva diz que tem medo, ele desiste e pergunta o que podem fazer? Marcela pede desculpas, admite que a outra está bem longe e o abraça.

Pela manhã, o advogado avisa Betty por telefone que a reunião foi cancelada e para que aguarde uma ligação da parte deles. Na EcoModa, Armando conversa com Mário e admite ao amigo como ficou tentado a ir procurar por Betty, foi especialmente difícil porque agora sabia que ela estava de volta e onde encontrá-la.

Roberto liga para Betty, suplica para que ela vá à EcoModa para conversarem melhor pessoalmente, pois ele quer averiguar com ela algumas coisas e já confirmar com a diretoria sobre o futuro da empresa, eles têm pouco tempo. Betty acaba concordando. Hermes acha perigoso ir sozinha, mas Betty garante que não assinará nada sem consultar os advogados e que se há alguém a quem prestar contas é o senhor Roberto. Catalina também liga para Betty para saber como está, ao saber que a ex-feia vai para a EcoModa, pergunta se não podem se encontrar antes, pois é bom que Betty esteja bem segura para enfrentar tudo.

Na EcoModa, Marcela diz que passa mal e sai da sala ao saber que Betty virá à empresa, mesmo com Roberto pedindo a colaboração de todos. A diretoria relembra como trataram mal Betty da última vez, fazendo-a prometer que nunca mais pisaria ali e nem os mencionasse no currículo, Margarida acha difícil ela querer ajudá-los. Armando também pede licença e visita a salinha de Betty, lembrando como foi horrível a última vez que viu Betty. Mário chega e pergunta a Armando o que ele acha que sentirá ao rever Betty, sugere que provavelmente ele reconhecerá que foi tudo um erro, já que antes ele acha que se apaixonou, mas era pressão para salvar a empresa, vai ver que ela é… “feia”, ou melhor, “esteticamente desafortunada”- hahaha. No que Armando responde que vai vê-la como ele a sente…

Betty se encontra com Catalina, conversam, entram na óptica e Betty quer consertar os óculos que se quebraram durante a noite; Catalina quebra a outra haste “sem querer” e pede para a atendente mostrar modelos, pois ficam prontos em 1 hora…

 

Ep. 158 (17/10/2013) – original colombiano Cap. 137

Betty chega na EcoModa, Wilson se espanta, mas Betty não tem tempo de explicar. Aura Maria está saindo do lugar de Berta e voltando à recepção, Freddy ajuda, mas Patrícia pede para ele pagar o taxista que está esperando embaixo; Daniel aproveita a deixa para provocar, diz que viu Paty toda feliz na garupa da moto e Aura Maria fica uma fera, Daniel brinca que a situação de Patrícia é tão precária que Aura tem que tomar cuidado mesmo. Nisso, Berta também chega correndo com o bebê nos braços. E o telefone tocando… quando Paty finalmente atende,  é Betty e a loira vai avisar a diretoria, Roberto diz que atenderá na presidência, Armando e Mário saem,  Calderón pergunta se Armando não quer ficar e vê-la, o ex-presidente diz que ainda não é a hora certa… Betty entra e Aura Maria nem a reconhece, só quando ela diz quem é que a recepcionista fica toda contente e Freddy também mal pode acreditar. Patrícia desdenha, diz que o senhor Roberto está esperando outra pessoa – até que Betty diz que ele está esperando por ela, então a loira fica boquiaberta… Marcela vem falando mal de Betty, perguntando se já chegou, e Paty indica a “nova Betty”; Marcela quase cai para trás se não fosse a oxigenada segurá-la. Sandra e Mariana ouvem e vem cumprimentá-la, impressionadas também. Outro que não reconhece é Gutierrez, mas Sofia diz que essa voz ela conhece… Betty confirma quem é e ela e Berta dizem para depois contarem tudinho que aconteceu! Finalmente Betty segue para a sala da presidência.

Roberto também se surpreende, diz que lembra dela bem diferente. Logo de cara, Betty diz que está disposta a ajudar no que for preciso, o que ela quer é que tudo termine logo. Roberto fica feliz, mas explica a situação e diz que o problema não se resolverá tão cedo. Betty pede a Roberto que não a peça para continuar esse calvário, argumenta que teve problemas com vários acionistas, inclusive Daniel e Marcela. Roberto pede pelo amor de Deus, explica que os acionistas já estão cientes de que esta é a única solução e estão dispostos a seguir em frente, realmente suplica a Betty, dá vários motivos, inclusive dizendo que se ela se recusar, ele vai acabar pensando que é aquela pessoa sem caráter que pensaram… Betty diz que se é para se redimir dos próprios erros, então ela aceita não devolver a EcoModa. Enquanto a ex-feia liga para os advogados, Roberto vai até a sala de reuniões e avisa a todos que Betty aceitou, apesar de estar bem ressentida e não ter sido fácil convencê-la. Margarida sai para chamar Marcela, que suplica para que ela não tenha que ver “aquela mulher”, Margarida conta que como ela aceitou, a diretoria tomará decisões importantes e por isso Marcela precisa estar presente; Paty tenta dar apoio, diz que mesmo que a outra tenha gastado todo o dinheiro da empresa com roupas e tudo, Marcela tem classe e isso não se compra, para que “a destrua com o olhar!” – hahaha. Pelos corredores, todas do quartel estão em polvorosa, super curiosas com a vinda do namorado, do pai, e agora a intimação da própria Betty, também se perguntando qual foi o cirurgião ou santo que trabalhou nela – Inezita pergunta se ela está tão diferente assim, entre outros comentários; Sofia fica de alma lavada, diz que Betty merece, pois a fizeram sair como uma delinquente e só as outras é que acham que podem ser bonitas e elegantes. Marcela ouve o final e aparece toda nervosa, perguntando se ninguém mais trabalha e brigando com elas enquanto pisa fundo em direção à sala de reuniões.

Betty também avisa a mãe pelo telefone que não terá outra opção exceto colaborar com eles, Dona Júlia tenta dar todo o apoio à filha, com palavras encorajadoras de que a filha está linda e que entre na reunião de cabeça levantada. Ao entrar, Mário arregala os olhos e não consegue entender; Armando também, quando a vê, se impressiona, mas precisa desviar o olhar porque Marcela o vigia; Roberto finalmente esclarece que Betty os ajudará, Daniel pergunta sob quais condições, Betty diz que prefere esperar até que cheguem os advogados. Dr. Sanchez e seu assistente chegam, ele traz chocolates para Sandra e seu colega, para Paty…

(!) Betty, na recepção para Aura Maria: “Sou eu, Betty! A feia”. Freddy: “e não doeu, não?”

(!) Patrícia, depois de ver Betty mudada: “Essa descarada gastou todo o dinheiro da empresa fazendo plástica, Marcie!”

 

Ep. 159 (18/10/2013) – original colombiano Cap. 138

O doutor Santa Maria apoia os advogados de Betty, explicando a situação de Betty à frente da TerraModa, que isso não deve mudar; Betty diz que não se opõe que continue existindo a TerraModa, mas não quer ter nada a ver com isso. O problema é que a TerraModa não existe apenas no papel e Daniel então sugere que elejam um novo presidente, Betty sugere o seu Roberto, Marcela aceita também. Armando lembra que essa pessoa terá que negociar com bancos e fornecedores, Roberto se enerva, pois não pode assumir uma empresa com tantas preocupações e ainda envolta em fraudulência. Doutor Santa Maria lembra a diretoria que diante do cenário atual, a “doutora Pinzón” na verdade tem que ficar à frente da empresa, pois senão as mudanças gerariam mais crises e desconfiança dos bancos e credores, a segurança dos bancos é que a TerraModa é bem administrada e a EcoModa vem se recuperando – se Betty se retirar, não verão com bons olhos.

Jenny chega na EcoModa para pedir a rescisão, Sofia se recusa a dar o cheque, diz que não está pronto, ela diz que vai esperar os diretores da empresa terminarem a reunião e reclamar.

Betty diz que não pode continuar com esse jogo e que não voltará a ser funcionária dessa empresa; Daniel esclarece que SantaMaria está sugerindo que Betty administre a empresa – não será uma mera funcionária, e Daniel diz que não aceitarão; o Doutor SantaMaria se levanta, pois acredita que não precisam de sua assessoria, mas Roberto  coloca as cartas na mesa, a única opção para salvar a empresa seria aceitar que Beatriz administre a empresa. Marcela pede demissão e sai da sala, dizendo à Betty que ela entende que precisem salvar a empresa, e as duas têm um pacto; ao que Betty também se retira da sala dizendo que não pode aceitar isso. Roberto vai conversar com Betty e ela lhe diz que nessas condições não é possível administrar a empresa, que é um inferno para ela – Roberto argumenta que esse não é um prêmio, mas é um preço a pagar, ela terá que apagar o incêndio que ajudou a criar. Roberto pergunta se odeia a empresa, ela lhe diz que a empresa se tornou sua vida e têm muitas amigas, mas é um inferno… pede para ligar para casa, Roberto consente e diz que tente fazer o inferno um pouco mais suportável.

Dona Júlia atende, diz que Nicolas também já tinha previsto que a única saída seria ela se tornar presidente da EcoModa, tenta convencer a filha de que é uma oportunidade para mostrar seu valor; Nicolas também diz à amiga que ela tem capacidade e que era o sonho deles administrar uma empresa grande assim, para que faça isso pelos dois. Seu Hermes chega de luva amarela e desentupidor na mão, Betty o avisa que Roberto quer conversar com Hermes, e também conta sobre a presidência.

Voltando à sala de reuniões, Betty anuncia que conversou com sua família e ela pretende ajudá-los, mas que não pensem que é um prazer para ela – pretende recuperar a estabilidade da empresa o mais rápido possível. Para isso, impõe condições: não aceitará ordens de Armando e Mário; Daniel faz uma provocação e Betty diz que também não aceitará humilhações dele; Betty também quer rearranjar os executivos e contar com ajuda de Nicolas Mora – apoiada pelo Doutor Santa Maria, que diz que Nicolas é um excelente economista; e a última condição é que Marcela também fique. Roberto pergunta qual a tensão entre as duas, Betty diz que elas tiveram problemas desde que entrou na empresa, Armando fica apreensivo, mas a ex-feia não os entrega, simplesmente diz que Marcela é uma executiva necessária. E quando Margarida pergunta sobre o tal “pacto” que elas têm, Betty relembra o dia em que ela se demitiu e que Marcela tinha dito que se Betty voltasse a por os pés na empresa, ela iria embora.

Roberto vai conversar com Marcela… fala para ela que lembra quando ela era estudante e vinha na pequena loja que ele e o pai de Marcela tinham; depois da faculdade logo veio ajudar a cuidar da EcoModa, menciona como o pai confiava em Marcela – ele sabia que Daniel e Maria Beatriz seguiriam outro caminho, mas que Marcela substituiria a ele próprio. Roberto diz que ele provavelmente jamais imaginaria que uma mulher tão valente largaria tudo assim, especialmente por uma mulher estranha; explica que Betty pediu para Marcela ficar, mas que a respeita e precisa dela como executiva, não é para se vingar. Em lágrimas, Marcela acaba aceitando ficar – pelo pai e por Roberto.

Hermes liga para a EcoModa, Roberto volta da sala de Marcela e apesar de Paty querer dispensar o pai de Betty, Roberto conversa com ele e o convida a participar da reunião em que Betty será oficializada como presidente.

Na sala de reuniões, os advogados de Betty propõe que sigam logo para o próximo passo, marcam de se apresentarem ao juiz no dia seguinte, SantaMaria concorda, um representante da TerraModa, que seria Betty, e pela EcoModa ainda deve responder Armando. Marcela anuncia que ficará, mas não porque Betty exigiu, Betty diz que apenas pediu. Os advogados saem, Paty joga charme para SantaMaria, falando que tem uma agenda ocupada, é interrompida pelo assistente de Sanchez e SantaMaria diz que entende porque está ocupada… Enquanto isso, Sandra sonda Sanchez sobre o que ocorreu na reunião, ele convida Sandra a se encontrarem mais tarde para conversarem.

(!) Sandra para Mariana, que comenta como o advogado está jogando charme para ela: “é, mas não sou Branca de Neve!”

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