Mostra SP #08 – Prince Avalanche

Aí, no domingo dia 27 eu estava já completamente exausta, pois esse tinha sido um final de semana puxado no templo… deu tudo certo, claro, mas eu estava cansada demais para ir em qualquer cinema (vocês que me conhecem devem imaginar o nível do cansaço para eu dispensar cinema!).

E na segunda eu também tinha um jantar, nem levei o programa nem esperava ir ver filme nenhum… acabou de eu conseguir conferir o tão falado Gravidade, mas esse fica pra outro post.

Volto à Mostra mesmo na terça – e eu juro que tentei comprar ingresso pela internet para The Wind Rises, logo que fiquei sabendo que teria chance neste dia, mas… é claro que não consegui. Capaz de eu ir para o Japão e comprar em blueray lá, antes de estrear por aqui. O que eu vi, então? Um esperado pelos cinéfilos, mas que eu não vi nada demais.

Prince Avalanche

(2013) **

2013-princeavalanche

Historinha: pintando uma amizade na estrada.

:D – como o Paul Rudd está veeelho!!! (Eu gosto de Paul Rudd, do seu “grupitcho” de comediantes hollywoodianos, acho que ele perde só pro Steve Carell… e agora, parece que ele cresceu.)

– eu gosto de natureza, e há panoramas bem bonitos e bem aproveitados, seja com sol ou com chuva. Ainda dá pra incluir uma alegoria ali, a tartaruga caminhando na lama, a tartaruga estirada na estrada.

– Paul Rudd é do mesmo signo de Charles Chaplin. E como ele me lembrou em trejeitos do baixinho artista mudo… quando Alvin, de macacão, brinca de casinha nos destroços de uma casa atingida por queimadas, ou mesmo quando corre do Lance com marreta, ou faz a dancinha para pescar.

– as pequenas piadas e o atrito gostoso construído entre os dois personagens de naturezas tão distintas, ainda assim, inseridos na mesma natureza – de homens sozinhos, sem suas mulheres.

– a senhora de chapéu vermelho = um fantasma?

D: – me pareceu tãooo longa aquela algazarra causada pela bebida.

– alguém me explica as crianças no final, porque isso eu não peguei não.

– vontade de assistir de novo ao Na natureza selvagem. Emile Hirsch anda fazendo uns personagens um tanto idiotas, será que ele tá bem?

– os créditos iniciais falam da queimada florestal, a trilha é bacaninha, mas acredito que o espectador fique um pouco sem foco e não se comova tanto, nem com uma história nem com outra.

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