Mostra SP #13 – considerações finais

Alguém quer comprar um violão praticamente novo? Estou pensando em vender o meu e comprar um ukelele. Li que é mais fácil para começar a aprender um instrumento, vários tutoriais na internet, sem falar que eu sou pequena e esse instrumento será mais fácil para eu levar a todo o canto. O que acham?

Calma, vocês não estão no post errado. Esse era o tema do artigo de revista que eu lia (sobre a popularidade dos ukeleles), esperando a última sessão da mostra pra mim, que foi abordado no último post. Uma seleção de filmes ainda continua rodando por um tempo, em algumas unidades do Sesc e inclusive com um bom programa em Santos. Mas a Repescagem aqui na “capital” termina hoje, dia 07, e eu também fico por aqui nos posts sobre a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

 

E aí, foi bom pra vocês?

Lembrando que este ano a minha proposta era uma Mostra para quem trabalha (não tem muito tempo nem dinheiro pra acompanhar tão de perto o evento) – acho que estamos orgulhosamente com a missão cumprida!

Fui em locais bem baratos (Matilha Cultural, USP, Vão livre do MASP, Faap, CCSP) e de quebra, usei descontos do Itaú para algumas sessões que eram de minha preferência. A única exceção foi o Reserva, quando mudaram a programação para Um toque de pecado – que convenhamos, valia a inteira. Gastei aproximadamente 50 reais vendo 13 filmes em duas semanas. Claro que não estou incluindo aqui gastos com os lanchinhos e a condução, só os ingressos. Mas pude conhecer umas salas diferentes, novos diretores, e teve uns filmes que me agradaram bastante.

No geral, acho que mais pessoas conseguiram ver filmes comentados (entre críticos, de festivais, etc), e isso considero positivo.

E, numa era em que cada vez mais o público não precisa necessariamente ir até um cinema para ver um filme (vide a grande variedade de canais disponíveis – para TV, computador, tablet e até celular), acho bacana esses encontros propiciados por um festival, com os realizadores, por exemplo. Ou mesmo, trazer pra rua, para locais populares, um cinema “diferente”: seja fazer alguém parar na Paulista, ou os bate-papos inspiradores de formadores de opinião. Imagino que muita gente não concorde comigo por aí, mas gosto disso na Mostra também.

Aliás, acho que festivais servem bem a isso mesmo, juntar pessoas de interesses comuns, colocar uma forma de arte na boca do povo, levar as pessoas a comentarem, discutirem, pensarem.

Muitos percalços continuam existindo para se acompanhar um festival desse tamanho, com os quais os mostreiros de plantão já se acostumaram a lidar. Apesar disso, fiquei bem contente. E o último filme que vi foi o que ganhou o prêmio especial da crítica e melhor ficção pelo júri – tá bom demais, não? Acho que era esse mesmo que eu tinha que ter visto pra fechar.

E agora? Agora a gente volta à “normalidade”.

lonelysheep
“Really? Miss you already”.
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