Azul é a cor mais quente

Cá estou eu, a algumas horas dos Globos de Ouro – evento que eu nunca acompanho, realmente – me preparando para estourar pipoca e ver “Clube dos cinco”. Por quê? Como diz o comercial da cerveja (Selton, quem diria?!), “porque sim”. Mas antes, depois de dias cheios, corridos e cansativos, termino essa fase com este post que faltou da semana sobre alguns filmes que vi no final do ano passado.

La vie d’Adele / 2013 ***

Historinha: uma jovem em descobertas sobre o amor, a sexualidade, si mesma.

:D – primeiro, vamos avisar aos “perdidos” que, sim, tem cenas explícitas de sexo. E não, eu não considero como um “pornô cult” (alcunha de quem? Gênio.). E, de repente, pode até ser educativo? (desculpem, eu viajo mesmo). Mas tem que ter muita coragem pra ficar dias filmando isso, hein.

– adoooooro o cabelo desarrumado da Adele.

– quando eles leem poesia na sala de aula. E quando, numa dessas leituras, vemos Adele cruzar olhares na rua.

– como naquele bar as cores são calorosas e aconchegantes, mesmo diante de um olhar curioso. E como as duas trocam trivialidades naturalmente.

– o contraste pálido do beijo e do sexo com aquele garoto em contrapartida ao prazer com a outra pessoa.

– a tensão na cena de “acusação” dos colegas. Parando para pensar logicamente, parece até irreal, mas o pior é que na hora, temos certeza de que realmente poderia se passar assim.

– elementos de azuis aqui e ali (num móvel, na cama, num quadro, num vestido).

– como a projeção de A caixa de Pandora traduz os sentimentos de Adele.

– os jantares com os pais. Um lado, revelador (ostras, é bom mesmo?); outro, tão lugar comum e simples (ou simplório?).

– o ciúmes, os erros que a gente comete, as lágrimas em soluços, lugares de saudade. É assim mesmo, pra quem já se apaixonou de verdade, eu entendo muito bem. Mas fazer o quê, temos que seguir andando.

D: – podem me condenar, mas eu achei, sim, que não precisava de tooooooodas aquelas cenas de sexo.

– por que Adele é criticada ao querer ser professora e dar aulas? Por que isso não seria suficiente para ela ser feliz?

E vocês acham que eu não conseguiria relacionar este filme ao Budismo? Claro que eu consigo.

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