Audiovisual – semana #7

(07/04 – 11/04)

Uoba, agora estamos em dia com este “diário de bordo classe:Denichan Silva & Silva”. O que não significa ainda que estou “de boas”, pintou aí uma nova viagem pro final do semestre (catzo! como faz?) e preciso arrumar a mudança de casa (como faz???). Ah, e o José Wilker morreu – como assim?!?

Sábado consegui ver pelo menos um do Festival É Tudo Verdade: documentário com animação 2D, feito pelo Michel Gondry, em conversa com Chomsky! Eu não podia perder isso, Chomsky é imprescindível pra quem faz Letras, Gondry é adorado pelo seu “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” (2004). Segunda fui dar uma bisbilhotada na conversa com Chico Fireman sobre blogs de cinema. Terça teve Masterclass na Faap, com o diretor de um dos meus filmes favoritos!!! Jean-Pierre Jeunet veio para o Varilux, e eu peguei autógrafo, depois do seu novo filme e sessão debate. Quarta ainda pude ir conferir meu queridinho Elijah Wood em “Toque de mestre” (2013), uma bobagem exagerada, com o John Cusack continuando a me envergonhar por não fazer coisas mais interessantes. Quinta é folga – mas descansar pra quê, né? – pra ganhar batatinha de grátis do Burger King e buscar o carro na oficina com meu irmão. E sexta, espero, encontrar amigos da outra facu pra quase um happy hour. É, people, viver é para os fortes.

 

07/04

(História do cinema)

Ainda sobre o contexto europeu, Rússia, Ucrânia, Stálin. Trecho de “Outubro” (1928), Eisenstein. Vimos um trecho de “Terra” (1930), Aleksandr Dovzhenko. Sobre filme picotado pelo governo… “Traição na Campina” teve apenas alguns frames salvos: muita expressão, o povo beatificado.

 

08/04

(Projeto integrador)

Exemplo de plano sequência com “A marca da maldade” (1958) do Orson Welles. Um pouco sobre o contexto dos anos 80, crise do homem pós-moderno. Vimos uma sequência de “O Fundo do coração” (1982), do Coppola. A professora dispensou a turma pra participar de um encontro com o pessoal do Kinoforum, que explicou um pouco sobre suas atividades, inclusive sobre o Festival de Curtas.

 

(Introdução à direção)

Eu e algumas meninas pedimos pra mostrarmos nossos vídeos no início da aula, pra depois podermos sairmos mais cedo, já que íamos pra Masterclass na Faap :) Por um problema no projetor, meu vídeo foi exibido com alguns reflexos verdes, no início achei que foi problema do meu arquivo, mas achei super legal porque combinou mesmo com o vídeo (e o som)! São os deuses do cinema conspirando? Projetor, seu lindo.

 

09/04

(Tecnologia do audiovisual)

Um seminário que muito me preocupou! Bem, apresentamos sobre “a cor no cinema”. Faltou falar um pouco sobre Technicolor… Coloração à mão, tintagem, viragem (nunca mais esquecerei!), Kinemacolor (Technicolor 1), Kodachrome (Technicolor 2), sistemas bi-pack (two-strips, bicromático) e tri-pack, 3D. A referência que o professor tinha passado é o website do Widescreen Museum. Eu gostei muito do verbete na Enciclopédia do Cinema Brasileiro.

 

(Fundamentos da imagem)

Conforme o texto de Bazin, no livro organizado por Ismail Xavier. Um pouco sobre Renascentismo e Realismo/Naturalismo; urbanização, contato com outros países/culturas, coerção contratual, colaboração individual, imitação e idealização da natureza / real, continuidade. Clássico, a resolução não depende só do “eu”.

 

10/04

(não tivemos aula de Narrativa e Argumento esta semana)

(Cultura e Teoria da Comunicação)

Retomando a discussão de Eagleton, sobre vários conceitos do que seja “ideologia”. A questão da falsa realidade, exemplos de documentário com índios, noticiário muita coincidência. Legitimação do grupo dominante, exemplos de novelas da Globo, Cinejornal dos anos 70. Apresentação de exemplos audiovisuais de um grupo, destacando Foucault: trecho de “A onda” (2008), “Os educadores” (2004), curta com Donald Duck sonhando com a vida nazista, “The bling ring” (2013).

 

11/03

(Cultura e teoria da comunicação)

Sobre Mass Comunication Research. Teoria da agulha hipodérmica (bala mágica), surgem pesquisas de mercado, para gerar determinado comportamento. Laswell, corrente funcionalista, funções na sociedade. A escola de Frankfurt, enfraquecimento do produto cultural.

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