Uma cena: Esquadrão Suicida

(Suicide Squad / 2016) **

Hoje é aniversário da Viola Davis, e por que não aproveitar para escrever algum post, mesmo de um filme que eu não tenha gostado muito? (e por que eu não gostei? Porque sou maria-vai-com-as-outras e li críticas por aí?). E não que a Viola seja crucial pra este filme, enfim, David Ayer tenta, mas talvez não adianta se estressar, não é só pressão de estúdio, talvez… você não seja um bom diretor? Desculpe, falei demais, ignora. Geralmente os filmes ainda em cartaz no cinema ganham fotinho aqui e não fazem parte de “Uma cena”, mâs…

Historinha: vilões são recrutados para lidar com ameaças fora do controle da polícia comum.

D: – lembra de como você se divertiu assistindo a Capitão América: Guerra Civil (2016) ***? Agora pense nas piadas forçadas deste filme e vai perceber que não são risadas honestas como as da Marvel.

– Por que raios o sonho da Arlequina é ter um casamento estilo comercial de margarina?! Era pra ter sido uma piada? Mas os sonhos dos outros personagens eram sonhos “sérios”… Harley Quinn, pela suposta personagem que é, jamais teria um sonho assim! Mesmo que todos os homens do mundo achem que no fundo todas as mulheres do mundo tem esse sonho, ela não é qualquer mulher… catzo.

– É óbvio que o plano da Amanda Waller não daria certo. É óbvio que Coringa ia aparecer de novo. É óbvio que um filme blockbuster tenha motivações tão ruins, exposição exagerada e não inteligente, tanto espaço pra única garota sexy em tela e um Boomerang que só serve pra fazer rir dos unicórnios? Não, não é, e me cansa.

– Sim, eu gosto das canções da trilha sonora, elas estariam no meu playlist. Mas… e a combinação da trilha com a imagem, cadê?

– Gente, nem precisa falar que um Joker como o do Heath Ledger nunca mais na vida vai acontecer, precisa? Deixem o Jared Leto em paz, ele só gosta de figurinos diferentes.

:D – pra não dizer que não gostei de nada, eu gostei da cena em que vemos a transformação da June em Enchantress pela primeira vez, quando vemos o detalhe da mão escura invadindo por baixo e virando tudo.

– também gostei do personagem de El Diablo. Pra mim é o personagem mais coerente e ninguém imaginava o que ele realmente poderia virar no final. O Deadshot do Will Smith também é sério, mas ele continua com uma cara de coitado e não me animou muito. Coitado mesmo é o cara que faz o Killer Croc, com toda a maquiagem e protética.

 

***

E pra não dizer que não falei de Budismo… no Ensinamento “S” que sigo, o principal texto do Buda em que nos baseamos é o Sutra do Grande Nirvana, últimos ensinamentos deixados pelo Buda antes de partir deste mundo. Um dos pontos principais é de que todas as pessoas possuem uma natureza inata para o bem, ou a “natureza búdica”.

Tudo bem que ninguém quer um filme com vilões que, ah que lindo, descobrem que são bonzinhos no fundo e se unem numa panelinha. Não, mas dizem que a natureza búdica são nossas qualidades boas e todos as temos. Alguns tem talentos que outros não têm, e acho que essa é que deveria ter sido a parte divertida de Esquadrão Suicida, ver os talentos desses vilões se unindo – embora, neste filme… qual é o talento da Harley Quinn mesmo? Ser louca?

 

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