Good morning call

Em meio a tanto produto cheio de sexo e violência, como é bom ver que uma novelinha ingênua e de adolescentes ainda pode ser divertida de acompanhar… Eu peguei do nada ali no Netflix e fui assistindo sem parar.
2016-goodmorningcall
Historinha: uma adolescente tem que dividir o apartamento com um cara que é o mais bonito e popular da escola.

:D – aquela trilha sonora engraçada que chega quando surge algum problema na vida de Nao!

– me deu vontade de comer esse tal pudim de leite.

– o bolo de morango no Natal!

– o aquário e o bonzinho do amigo Daichi… puxa, será que alguém ainda é assim? Mas não adianta, no coração ninguém manda, né, Nao.

– as cenas no parque de diversões Fuji Q (o hospital mal assombrado em que Abe dá em cima das personagens, a confusão na roda gigante); as cenas da viagem para as águas termais (como Uehara acaba decidindo ir, a caçada ao tesouro no escuro, o combate de ping pong, o medo de Nao e Uehara de que “algo” aconteça…)

– a mãe de Nao ensinando a fazer bolinho de carne

– proposta de casamento? hahaha E eles mudando pro apartamento novo.

– o desenvolvimento do relacionamento dos dois. Apesar de bonitão e popular, Nao não gosta nada de Uehara no início, depois vai ficando sonhadora e apaixonada… a indagação se ele ainda gosta da mulher que casou com seu irmão ou se ele sente ciúmes, alguns atos doces que ele faz apesar de por fora tentar se manter durão, os desencontros que sofrem, a descoberta de sentimentos, a preocupação com o bem estar do outro.

D: – eu não sei se o mangá é datado, mas apesar de tão moderno, mostra bem como é machista e conservadora às vezes a sociedade japonesa. Tanto o escândalo na escola por morarem juntos, quanto o modo rude como Uehara trata Nao a princípio, ou até mesmo o fato de ela cozinhar um monte pra ele (poderia servir de alvo para críticas como “lugar de mulher não é na cozinha não”), pode parecer estranho aos olhos ocidentais, mas pode realmente acontecer nessa sociedade ainda.

– dózinha do Issei, que parece ser um cara tão legal e gostar da Nao de verdade…

 

***

No Budismo “S” que sigo, uma das coisas que falam muito é colocar o conceito em prática. E um dos conceitos principais é de pensar sempre no próximo, o que deixaria a outra pessoa feliz? Durante a novela, há muitos momentos assim – até o Uehara, por exemplo, pensa em dar um presente apesar de Nao nem ter comentado antes que era aniversário dela… E o Daichi? Que apesar de ser apaixonado pela Nao, quer vê-la feliz, então aceita que ela goste do Uehara e até briga com o Hisashi quando pensa que ele está a tratando mal.

A prática é para ser feita no dia a dia, pois a sociedade é nosso local de treinamento também. Mas podem ser coisas simples, como lembrar de se oferecer para carregar uma sacola, por exemplo, oferecer uma comida gostosa, ouvir o amigo que está precisando…

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