Desafio Dr Rocha I – carboidratos

No último post eu falei de maneira bem simplória sobre a diabetes Tipo 1 e Tipo 2, mas acho que deu pra entender um pouco. Aqui, eu me proponho ao desafio de ir contando algumas coisas desta vida de diabético, mas sempre falando fácil. E como vou quase sempre falar de comida, não crio uma categoria diferente, mas vai ficar na categoria :D e as comidinhas mesmo.

Então, talvez você se pergunte se vale a pena adquirir o tal curso do Dr Rocha e vou mencionar algumas coisas por aqui, mas cabe às suas próprias condições e seu próprio bom senso julgar se realmente vale a pena para você. Eu vi vários vídeos e acho que ele repete muita coisa (embora isso também seja por didatismo, quando a gente repete, o conhecimento fixa mais). Mas caso você queira entender a fundo a proposta e o programa dele, é preciso mesmo adquirir o programa. E como eu já disse aqui antes, não estou sendo paga para escrever nada, então não me cobrem algo, por favor.

Pra começar, o primeiro – e eu diria o maior – desafio da proposta do Dr Rocha é cortar os carboidratos refinados. Tudo que venha do trigo, açúcares, massas. Arroz é permitido só um pouquinho. Claro, faz todo o sentido. Tanto para o Tipo 1 ou 2, nós sabemos que o problema é o açúcar no sangue. Se carboidratos como esses representam açúcar no sangue, vamos “cortar o mal pela raiz”, cortar o máximo que for possível deles, oras pois.

Parece uma solução simples, não? A preocupação que a maioria da população deve ter, acho eu, será sobre “mas como é possível viver sem carboidratos?”. O Dr Rocha defende que é possível, mas ele traz diversos outros “ingredientes” à receita, e não se esqueçam que existem os carboidratos fibrosos!

O problema para nossa sociedade ocidental atual é que já estamos tão acostumados com esses carboidratos “do mal” que fica quase impossível evitá-los por completo. Pensem bem: o pastel da feira, o bolo e os docinhos do aniversário, a pizza de sábado, a macarronada (ou o miojo) de domingo, a coxinha na rua, o pão-nosso-de-cada-dia! Como é que faz, meu povo? Ainda mais pra quem trabalha fora, ou mesmo no serviço tem aqueles momentos de comer “por social”, sabe? É MUITO difícil. Não digo que é impossível, mas vamos admitir, é, sim, muito difícil cortar tudo. E eu ainda sou japonesa, a gente come gohan (o arroz japonês branquinho e grudadinho) de tigela, com curry, no sushi… ai, ai…

Porém, eu também sou uma pessoa muito curiosa, que adora experimentar algo novo, e fui fazer uns testes de almoço… que estão no próximo post.

 

 

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