Logan / A bela e a fera

Ando com um novo projetinho de vida e não é que acabei deixando passar o mês de março? Em alguns meses acho que vou poder abrir para todos e expor esse meu projeto, mas por enquanto, tenho estado com a cabeça em outras nuvens… Deixo aqui só algumas notas, só pra não deixar passar em branco.

!Claro, sempre lembrando que este blog não acredita em spoilers, uma coisa é saber dos fatos, a outra é sentir a emoção (triste ou feliz)!

Logan (Logan / 2017) ***

Gente, gente… que filme triste! É muito, muito, triste. Pensar que na minha infância eu considerava os X-men a evolução da humanidade, no final é isso que acontece? O professor Xavier fica velhinho e com todas as dores das agruras de sua vida (aliás, parabéns para o Patrick, lembrou meu avô, quando ficamos velhinhos é daquele jeito mesmo). E o Wolverine também já não é mais o mesmo, meu velho, embora continue impulsivo e briguento, naquele jantar com a família do interior, não deu vontade de ter uma vida normal? A garotinha também está muito bem, raivosinha e ainda com a carinha de quem precisava de um colo. Até que gostei do conjunto, os efeitos, as locações, ação conta com embates que a gente não sabe como se vai dar, então todo mundo fica feliz.

A bela e a fera (Beauty and the Beast / 2017) ***
2017-beautyandthebeast
A animação era uma das minhas favoritas quando criança. Será que estamos entrando na era em que temos que fazer igual à máxima “livro é livro, quadrinho é quadrinho, filme é filme”, e partirmos pra “animação é animação, filme é filme”? Porque não é que eu não tenha gostado do filme, mas… ai, ai, prefiro tanto a animação… hahaha

Os efeitos estão muito dignos, os figurinos bem apropriados (mas na minha imaginação o vestido da Bela era ainda mais “mágico”) e eu a-do-rei o Gaston e o LeFou, melhores personagens! Não tinha lido nada sobre o filme antes de ver, então me surpreendi com o elenco famoso que foi aparecendo ao final. Sobre as inserções de narrativa, entendo que tinham que deixar o negócio mais “crível” para uma versão humana, dar mais sentido – a história da mãe da Bela, por exemplo; e gostei da feiticeira voltar a aparecer no final. Mas achei meio falso quando Bela sai cantando na montanha, embora tenha gostado dela lavando roupa. A polêmica sobre personagens gays é ridícula, eles são o mais divertido (e não tanto a interação entre o relógio e o candelabro, como na animação). Também até que gostei que o pai é mais um artesão do que um inventor. Não gostei tanto da rosa, mas tá valendo, e no desenho, o príncipe humano era mais bonito hahaha. Deu pra gente se encantar com a biblioteca e a dança no salão (cadê os passarinhos em cima da Fera?), lembrar algumas canções, querer dar um tapão na cabeça do Gaston, mas não deu tanta vontade de ter participado do banquete no castelo… Bom, acredito que adaptações são assim mesmo, nunca dá pra agradar os fãs em tudo. A Bela e a Fera continuará sendo meu desenho do coração, enquanto o filme eu vou esquecer logo.

Neste mês eu também vi a (mini?) série “Samurai Gourmet” que me deixou contente, mas eu queria um post só pra ela, então fica pra uma próxima.

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