Descobri a diabetes MODY e vibes coreanas (cansei dos filmes de heróis?)

Quem é esse tal de Alejandro Amenábar? Em junho tivemos o marco de 20 anos desde o primeiro livro do Harry Potter. Pois não é que eu fui ver um filme que tava dando sopa ali no Netflix, “Regressão” (2015) *, com a Emma Watson e o David Thewlis, fora o Ethan Hawke. Que coisa fraquinha, hein? O cara que entregou pra gente “Os outros” (2001)*** e “Mar Adentro” (2004)*** perdeu a mão? Ou será que simplesmente nunca conheci ele? Sou mais a segunda opção mesmo. Em “Regressão” temos a abordagem de rituais satânicos e a indução da mente, até poderia ser interessante, mas sabia lá pelo meio que podia tudo ser baseado na mentira de uma menina e o detetive meio que enlouquecendo, sem saber se está sonhando, mas no final não temos tão grandes motivações assim (pra gostarmos desse filme).

Nas últimas duas semanas, na realidade, estive numa vibe meio coreana. Acabei pegando sem querer uma série cujos episódios tem 10 minutinhos só, “Culinary Love”. É sobre uma mulher de uns 30 e poucos anos meio perdida, no final de cada episódio tem a receita de alguma comidinha que ela faz durante o ep. Dia 03 fizemos um mês de casados e fomos jantar num restaurante até novinho em São Paulo, o Minga. Ele não é muito em conta, mas o preço tá pau a pau com o Portal da Coreia, por exemplo. Um bibimbap sai por 42 reais, eu pedi um prato na chapa de bugolgi, 42 também. Os pratos estavam bem saborosos e fomos bem atendidos. Pra completar, por esses dias teve também “Invasão Zumbi” (2016) ***, que foi um filme até interessante. Tem uns zumbis frenéticos, que mal se transformam e já pulam na jugular de outros (!). Os personagens principais são um pai que está levando a pequena filha para Busan, onde fica a mãe, e representa no filme o destino final, de esperança. Quase tudo se passa num trem, e o ritmo é intenso nas lutas pela sobrevivência, os zumbis só param no escuro, raivinha do seboso que acha que eles estão infectados (com nenhum sintoma aparente e todo mundo compra aquela história?).

Talvez eu devesse comentar algo sobre os filmes de heróis que andam saindo… um por mês, mais ou menos? Mas, honestamente, talvez eu esteja cansando dos filmes de heróis, os nerds que me desculpem. Vocês não estão? Salvar o mundo, again and again, um montão de efeitos visuais que a gente nem sente mais medinho porque sabe que é tudo falso, piadinhas e… tudo bem, eu vou ver Ragnarok. Mas é por causa do Hulk, não do Thor.

Daí, vi esses dias um que deveria ser de vilã: “Malévola” (2014) **. Mas sabem que não empolguei tanto? Sim, fizeram uma história que seria outra por trás da (realmente, se pararmos pra pensar, insensata) história da Bela Adormecida. E apesar do super visual que tentaram criar pra encher nossos olhos, com tantos efeitos, eu não gostei muito do visual da Malévola em si. Exceto naquele vestidão preto, não gostei das asas com chifre, achei dispensável o trabalho na maçã do rosto da Angelina. Então, na verdade foi ela quem sempre cuidou da menina, e o verdadeiro beijo de amor não é do príncipe, ok. O corvo/lobo/dragão eu até gostei, mas se ela tem tanto poder, que faz até flutuar outros corpos e manipular sonhos, o que são asas?! E, desculpem, eu sei que pra vocês Angelina tem muita presença, mas eu não gosto muito dela (é pessoal mesmo, sorry).

Bem, as últimas duas semanas também foram de muitas pesquisas na internet. Sobre alimentos, sobre diabetes. Descobri um blog muito legal: vivercomdiabetes.wordpress.com E tem uns outros pela rede, tem alguns que não tem posts muito atuais. Mas nessas, eu descobri que posso ter a diabetes MODY. Não é nem tipo 1, nem tipo 2. Aliás, acho que meu irmão também tem esse tipo. A autora do blog conta como ela não tem o perfil que as pessoas normalmente associam à diabetes: ela é magra, não come tantos doces e gorduras, não tem diabetes desde criança, mas descobriu com certa idade (no caso dela, 29 anos), e tem histórico de outras gerações na família. Ela foi uma das primeiras a ter um blog pessoal sobre a doença. E me serve de inspiração.

Como escrevi no último post por aqui, eu tenho que me cuidar. Pra viver melhor. A diabetes também não faz nada bem pra quem já tem tendências depressivas. E eu até criei uma conta no Instagram, porque quem sabe eu consiga um controle melhor. Talvez depois de alguns meses eu possa olhar e analisar melhor a glicemia. Voltando aos poucos à rotina, estive caminhando mais, indo e voltando pro serviço à pé. Acho que isso tem ajudado a melhorar a disposição. Voltei a tomar Glifage (cloridrato de metformina) à noite, e a glicemia medida de manhã, que estava em torno de 180 esteve abaixando. 160, o melhor resultado foi 134. Talvez eu comece a escrever mais aqui também, para me ajudar a entender melhor como meu corpo reage a certos alimentos, ou só para desabafar… Se eu quiser engravidar e ter filhos num futuro não tão distante, eu vou ter que saber controlar essa doença rigidamente… Vamos lá.

 

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